sábado, 19 de setembro de 2009

Promessa é dívida

2009 - Mundial de Atletismo de Berlim

sábado, 12 de setembro de 2009

Encontro de dois mundos- Parte 3

Mais um capítulo da história com a versão adulta da nossa turminha.

Mônica e Magali avançaram uma em direção à outra e ninguém sabe como o encontro das duas não derrubou a casa. 

Elas primeiro mediram forças punho com punho, as mãos entrelaçadas, uma empurrando a outra, sem conseguir mover a adversária. Cebolinha olhava para tudo aquilo achando que estava num sonho. Os músculos tesos das duas, ressaltados pelo esforço, pulsando a cada demonstração de força. Por mais que as duas fizessem força, omo aquela disputa das duas titãs musculosas não saía do lugar. Os superamendoins eram páreo para o espinafre. 

Logo, as duas se engalfinharam e forma para o chão. A essa altura as duas já estavam suadinhas e os músculos brilhavam, ficando ainda mais bonitos. Cebolinha enlouquecia com a visão: puro músculo encostando em puro músculo, as coxas musculosas de uma roçando as coxas musculosas da outra, bíceps gigantescos abraçados a bíceps gigantescos. 

Mas Cebolinha não era o único que estava gostando daquilo. Magali sentia arrepios toda vez que os peitorais massivos de Mônica tocavam os seus. Num momento, quando ela conseguiu virar Mõnica, e prender com os braços, os glúteos redondos, firmes e definidos de Mônica tocaram seu abdome e um tremor correu o corpo de Magali. Mônica aproveitou-se dessa fraqueza e, de um só golpe, virou a luta prendendo a cabeça de Magali entre suas descomunais coxas. Quando começou a fazer força, sentiu algo diferente. Era Magali que passava a língua entre suas pernas e tocava a calcinha. Bastaram três lambidinhas para Mônica ficar completamente molhada. Com o susto, ela parou tudo, envergonhada: 

- Magali! 
- D... desculpa. Eu não resisti. É que... quando eu te vi assim, quer dizer... seu corpo tá o máximo! 
- O seu também tá incrível, amiga. 
- Olha pra esse seu abdome. Aposto que você consegue dobrar uma moeda com ele. 

Mônica riu. Mas Cebolinha já tava do lado dela, com uma moeda. Ele não queria perder aquilo. Mônica colocou a moeda no abdome e, em segundos, dobrou o metal no meio.

 

- Uaaau... - disse Magali, se aproximando e sentindo aquela barriga com as mãos. Depois, foi subindo pelo corpo escultural de Mônica. Cebolinha, que não perdia um lance daquilo, reparou que ainda tinha um dos superamendoins, pequenino, no chão, e percebeu que era sua chance de também brincar. 

O superamendoim deu a ele alguns músculos e uma enorme disposição. Reparando naquilo, as duas deixaram o rapaz entrar na brincadeira. Naquela tarde, os três descobririam muito mais que seus músculos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Encontro de dois (?) mundos - Parte 2

Continuação da história com a versão adulta da nossa turminha.

Com toda aquela força e mais determinada que nunca, Mônica partiu para recuperar o Cebolinha dos braços de Magali. Com esses braços - pensava ela - vai ser moleza. 

Quando chegou à casa de Magali, Mônica viu pela janela que a ex-gulosa fazia pequenas exibições de força para Cebolinha, que praticamente babava nela. Com seu corpinho delicioso de competidora fitness fazia movimentos de ginástica artística no sofá, só de biquininho. Os lances que essa combinação produziam deixariam um beato de pau duro. E com Cebolinha não era diferente. 

Mônica tentou abrir a porta e viu que estava trancada. - Quem precisa de porta com um corpo assim? Então, Mônica simplesmente atravessou a parede, deixando o formato de seu novo e estupendo corpo marcado nela. 

Depois de se recuperarem dos dois sustos - o do barulho e o do novo corpaço musculoso de Mônica, começou o interrogatório: 

- Mô... Mô... Mônica! Que músculos são esses? 
- Gostou, gatinho? São todos seus... 
- Meus? 
- Isso. Vim salvar você desses braços magrelos da Magali. 
- E você vai me bater com o Sansão? 
- Sansão? Isso é coisa do passado. Agora eu vou te bater é com essa Sansona aqui. Mônica fez um flex de bíceps tão poderoso que uma verdadeira montanha de músculos saltou diante dos olhos de Cebolinha. No meio, apareceu o desenho de uma coelhinha super-musculosa.

   

Cebolinha não se conteve e começou a lamber aquele bíceps enorme. Magali olhava para tudo aquilo e não sabia o que fazer. Até que ela se lembrou de uns amendoins que ela ganhou de um cachorrão bobo, que disse que trabalhava pra Disney. Superamendoins, ele disse. Se tinha uma hora pra testar, era agora. 

Ela correu até o quarto, pegou o saco de amendoins, desceu e virou na boca. De repente, um calor forte tomou conta dela. Seu corpo, já musculoso, começou a crescer mais ainda e ela podia sentir uma força descomunal aumentando com eles. As coxas grossas e mega-definidas podiam sustentar um prédio. O abdome trincado e os peitorais cortados eram capazes de parar balas de revólver. E, a julgar pelo muque, a queda de braço com Mõnica ia ser disputada. No fim da transformação, sem saber porque, ela fez uma pose e sentiu a necessidade de gritar: - Tra-la-láááá! 

Cebolinha já tinha passado a lamber o abdome de Mõnica quando o barulho chamou a atenção dos dois. Apesar de não ser tão grande quanto Mõnica, a visão de Magali era impressionante. A tarde prometia.

 

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Encontro de dois mundos - Parte 1

Bairro do Limoeiro, numa tarde qualquer. Aqui mora uma gordinha dentuça que todo mundo conhece e um garoto que troca o r pelo l. Acontece que a turma cresceu, já era quase adulta com seus 19 anos e os hormônios em polvorosa. 

Mas quem podia ser visto por aquela vizinhança era outro pessoal bem conhecido: 

- Mas Olívia, tem certeza que o Gugu veio parar aqui? 
- Claro, Popeye. O amiguinho dele mora em algum lugar... 
- Ouviu o barulho de alguma coisa caindo no chão? Parecia metal. 
- Não, Olivia. Deve ser impressão sua. Com todos os camarões do mar! Acho que encontrei a casa! Vamos.

Algum tempo depois, uma moça dentucinha passeia ao lado de um rapaz que não gosta muito de banho. Ela diz, em voz chorona: 

- Nem acredito! Como o Cebolinha foi fazer isso comigo. Logo minha melhor amiga Magali. 
- É, nem dá pra acreditar. Mas faz tempo que ele tá reparando nela, desde que ela fez aquela dieta e começou a malhar pesado. Também, né: a garota foi de gordinha a Miss Fitness! 
- Pois é. Eu devia ter desconfiado que o Cebolinha gostava de forçudas. Todo aquele tempo apanhando e eu nem desconfiei. Burra! Agora tenho que curtir dor de cotovelo. E olha pra mim agora: uma dama. Não consigo mais fazer nada daquilo. Olha esse braço. 

Ela flexionou um braço sequinho, que a maioria das meninas ia querer ter, mas pra ela já não servia: - O que eu faço, Cascão? Cascão? 

Quando olhou para trás, Mônica viu Cascão com uma lata nas mãos. Ele reclamava. 

- Cara... tropecei nessa lata esquisita. Olha o que tá escrito: ISPINACHI. 
- Não é ispinachi, bobão. É spinach, espinafre em inglês. 
- Igual o que o Popeye comia pra ficar fortão? 
- Igual ao que o Po... - nessa hora, uma idéia maluca passou pela cabeça da Mônica. Será? 

Bom, ela não tinha nada a perder. - Dá aqui esta lata! Ela tomou a lata da mão do Cascão e comeu tudo de uma vez só. Mal mastigou e engoliu. Magicamente, o conteúdo da lata bateu até os seus pés e veio subindo... de uma forma diferente. Os pezinhos delicados se tornaram fortes. Músculos começaram a se formar nos tornozelos e subiram pela panturrilha até formar duas bolas enormes, cortadas ao meio. Mais e mais músculos subiam e formaram duas coxas grossas feito troncos de árvores. Seis gominhos de músculos pularam da barriga fazendo POP! e os peitinhos - que viraram peitões - estavam em cima de duas massas de puro músculo que eram os peitorais. A musculatura continuou crescendo até atingir os braços. No movimento de ida até os punhos, os músculos cobriram cada centímetro formando bíceps enormes. Ao atingir os punhos, fizeram um movimento de bate e volta e desceram pelos braços fazendo-os dobrar de tamanho. Isso ficou evidente no maravilhoso duplo bíceps que Mônica fez. 

Ao fim da transformação, ela flexionou todos os músculos do corpo, sua pele ganhou uma coloração bronzeada e um aspecto de metal, transformando a garota num perfeito troféu de fisiculturismo. Cascão olhava para tudo aquilo boquiaberto, sem nem perceber a ereção que saltava de suas calças. 

- Preciso recuperar um "calinha". - disse ela, com uma risadinha.

 

sábado, 13 de junho de 2009

Músculos "escondidos" da namorada - Parte 2

O corpo dela tinha muito mais músculos
Por Krusty 

Não deu nem tempo. Ela continuava com a perna erguida, pé direito na minha coxa esquerda, ela em pé e eu sentado na cama depois daquela foda excelente. Contraía e relaxava aquela batata da perna grande, grossa e musculosa, e aproveitava para fazer pular e voltar a esconder o músculo frontal da coxa, aquele que fazia a dobrinha do joelho. E eu de olho naquele tríceps que havia apertado meio que sem querer enquanto a pegava por trás. Senti que tinha uma banana atravessada em diagonal na parte externa do braço dela.


Eu havia acabado de descobrir que curtia demais os músculos da perna da minha namorada. Na verdade, eu havia acabado de descobrir também que ela tinha esses músculos meio escondidos. E ela parecia até mais empolgada e excitada com isso tudo do que eu – confesso que sentia um pouco de vergonha por estar ali babando em seus músculos, uma sensação meio que misturada ao enorme tesão que eu sentia. “Aperta que é seu”, ela falou, enquanto eu segurava aquele músculo pulsante na sua batata da perna.


Uma mão minha estava na panturrilha sarada, outra foi automaticamente para o braço. Como que eu nunca tinha reparado, em quase um ano, que ela era musculosa, não só sarada? Dava gosto fodê-la, com certeza, nisso a gente era muito bom. E eu já ficava louco de tesão quando ela ficava pelada. Acho que eu gostava tanto dos peitos e daquela bunda linda que pode ser que nunca tivesse mesmo reparado nos musculinhos adormecidos em seu corpo. A bunda dela era mesmo redondinha, empinada e dura, nem muito grande, nem pequena. Era coisa de louco. Só depois que eu iria perceber que a gostosura da bunda estava diretamente relacionada com a saradice do seu corpo – e aí eu já gostava mais da saradice do que só da bunda. E ela tinha peitão arrebitado, grande sem ser molenga, e eu ficava louco, claro.


Sem contar que ela gostava de sacanagem comigo. Gostava de me deixar louco. Fazia de tudo: me acordava no meio da noite chupando meu pau, me recebia pelada em casa, quando eu chegava, ou vestindo só alguma sainha e sutiã, gostava de posições novas, por cima, por baixo, de frente, por trás, fazia espanhola, gostava que eu chupasse seus peitões, se contorcia quando eu chupava sua bocetinha, depilava para ficar mais macia para chupar. Fazia uns três meses tinha até liberado o cuzinho – no começo não gostou e até chorou, mas depois que aprendeu passou a liberar sempre que queria “comemorar” algo ou fazer daquela vez mais especial. Gata.


Ela se ligou que eu curti ver e apertar aquele músculo que saltava ali, da parte externa do seu braço, e fez umas bombadinhas com ele, minha mão ainda ali, apertando. “Nossa, você é musculosa, e eu nunca tinha percebido?”, falei, meio gaguejando de tesão. “Então você gosta de músculos, né?”, a safada retrucou, e já virou de lado, com o bração esticado e aquele tríceps bombando na minha cara. Mordi, beijei, chupei, lambi aquele músculo, sem deixar de, ao mesmo tempo, apertar sua bunda e aquelas coxas grossas gostosas e aquela panturrilha trincada.


Ela virou de frente e tirou a camisa, pra me deixar mais louco ainda, com aqueles peitões parecendo que iam estourar o sutiã, as marquinhas de bronzeado escapando pelos cantos. E flexionou o bíceps, de frente pra mim, e eu vi aquele montinho de carne enrijecer e formar um muque maior do que o meu, como se tivesse meia bolinha de tênis cortada e enfiada por baixo da pele. Ela ficou parada, olhando o próprio muque, e esticava e flexionava o braço, vendo o músculo crescer.


Flexionava devagar, o músculo crescia lentamente, quando eu achava que já estava grande, crescia mais ainda. Flexionava rápido, o braço dela dobrava de grossura, a pele parecia que ia rasgar. Ela ficou um tempão assim, e eu babando e apertando esse muque. Ela flexionava com o punho cerrado, pulso virado pra cabeça, e o bíceps era como a metade da bola de tênis. Sem esticar o braço, girava o punho para fora, e o músculo se esticava ainda mais, sem diminuir de tamanho. De repente ela até fez o bíceps dar uns 5 ou 6 pulinhos, aí eu não agüentei e tasquei uma chupada nesse muque. Eu estava adorando, mordi o músculo e ela fez ele inchar e relaxar várias vezes bem na minha cara, na minha boca, e eu estava extasiado.


Ela me empurrou pra trás, então, e tirou o sutiã. Aqueles peitões duros e arrebitados e grandes me deixavam explodindo de tesão, mas na hora que ela flexionou os dois braços, na altura dos ombros, e eu vi aqueles músculos explodindo nos braços, eu me perdi, de verdade. Agarrei uma mão em cada muque e caí de boca naqueles peitões, chupei-os inteiros, os biquinhos ficaram saltados e as auréolas, escurecidas. Tudo isso sem soltar os brasços dela, e ela sem parar de dobrar e abrir os antebraços, fazendo os bíceps crescerem e diminuírem.


Ela me empurrou pra trás e veio por cima de mim, sem mudar a posição, aquelas tetas grandes bem na minha cara, os muques bombando e minhas mãos apertando. Sentou no meu pau e cavalgou, falou para eu não parar de chupar seus peitos, nem de soltar seus músculos. E começou a falar, meio alto até: “Então você gosta de músculos, né? Aperta meus músculos, aperta. Vou ficar mais forte ainda, vou ficar bem musculosa pra você”. Nem preciso falar que eu gozei de novo nessa hora...


Mas ela não deixou eu tirar, esticou o corpo pra trás, e voltou com os músculos bombando, os braços flexionados para dentro, à frente do corpo, os dois antebraços paralelos, acho que dava até para ela segurar os cotovelos. A visão daqueles bíceps e daqueles tríceps ao mesmo tempo era sensacional, ela apoiou uma mão no chão, do lado do meu ombro, e ficou com um braço esticado, servindo de apoio, para que ela ficasse debruçada sobre mim bombando aquele muque do outro braço para eu lamber, beijar e morder. Gozei pela terceira vez, e não tinha nem dois minutos que eu tinha gozado, nunca tinha conseguido duas em tão pouco tempo. Realmente aquilo estava demais.


Depois conversamos sobre isso, ela o tempo todo flexionava o muque ou a batata da perna, sempre que dava uma deixa, só para me provocar. Eu falei que não sabia que gostava, mas que estava adorando. A gente combinou de voltar pra academia, pegar pesado e atpe usar uns suplementos. “Quero crescer”, ela falou. “Acho bonito corpo com músculos, vou ficar musculosa, mais gostosa pra você”.


Depois eu conto o resultado.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mamãe bíceps - Parte 2

Depois que a Dona Livia entrou em casa, eu não conseguia mais me concentrar. Fingi que ia pegar alguma coisa, como desculpa para entrar na casa. 

Quando entrei, ouvi uns sons que não conseguia identificar bem. Segui os sons e cheguei até o porão. Espiei pela porta e vi uma cena ao mesmo tempo comovente e excitante. A Dona Lívia chorava e exercitava os bíceps, num misto de raiva e tristeza. Ela tava puxando um ferro muito pesado, sentada no banco. As lágrimas caíam e explodiam naqueles bíceps imensos. Ela soltava gritinhos, a cada movimento. Ela olhou para o lado, me viu e se assustou. Eu pedi desculpas, com medo do que poderia acontecer. 

Ela parou, respirou fundo e começou a chorar aos prantos, dizendo: 

- O que eu faço, Alex? Meu filho me odeia! Ele tem vergonha de mim!!! 
- Calma, Dona Lívia... é só uma fase... 
- Uma fase!!!! 

Ela se levantou e atirou aquele peso enorme como se fosse uma pluma. O peso bateu na parede, fazendo um rombo. Que força tinha aquela mulher! Ela continuou: - Essa fase já dura quase dois anos! Será que meu próprio filho não enxerga como eu estou bem comigo mesma? Que tristeza, Alex... 

Ela veio em minha direção e se atirou nos meus braços, aos soluços. 

- Calma, Dona Lívia. Vou conversar com ele, tá bom? Ele vai entender. A senhora tá uma gata. 

Ela levantou a cabeça e me fitou nos olhos. Engoli seco. Quando ia pedir desculpas, ela disse: 

- Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas. 
- C... cl... claro, Dona Lívia. Com todo respeito, se a senhora não fosse a mãe do Wagner...

   
"Quando ia pedir desculpas, ela disse: - Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas." 

 Ela sorriu, com os cabelos tampando metade do rosto e as últimas lágrimas ainda correndo pela pele, e disse: - Não precisa ficar com vergonha, não. Sabe, eu já cheguei numa idade em que a gente não precisa mais de rodeios. Eu também te acho um gato, Alex. 

Em seguida, ela se aproximou de mim e me beijou. Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos pelo rosto, pelo pescoço e pelas costas dela, aproveitando cada centímetro daquele corpinho definido. Desci minha boca pelo pescoço e a sensação era incrível. Dava para sentir cada fibra muscular, cada veia saltada tocando meus lábios. Ela era definidaça! Quando desci um pouco abaixo do pescoço, senti uma força enorme me afastar com um leve toque: - Ainda não... 

Ela se afastou de mim a passos lentos e sensuais. A curvinha da bunda e as pernas musculosas se moviam diante de mim, me deixando louco. De repente ela parou e fez um flex de um braço, de costas. Logo em seguida, flexionou o outro bíceps. Para completar aquele espetáculo da natureza, as costas formavam uma enorme asa cortada ao meio por uma linha que dividia seus músculos. Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas. Seriam duas bolinhas de músculos, não fossem os cantinhos formados pela definição muscular e o corte no meio. Ela afastou novamente as pernas, para depois fazer um flex de abdome. Meu Deus! Aquela barriguinha cheia de gominhos que faziam o umbigo desaparecer sob eles era linda. E a coxa? Os músculos pareciam querer fugir daquela perna, tão saltados que eram. Dona Lívia olhou para mim, flexionou mais uma vez um dos bíceps e lambeu aquela montanhazinha dura e definida. Depois, com a outra mão, fez um sinal de "vem", com os dedinhos.

   
"Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas." 

Foi como se tivessem soltado um touro em direção a uma vaca no cio. Os dois tiraram a roupa antes mesmo de eu chegar até ela. Eu caí de boca naqueles músculos todos, chupando os bíceps e subindo pelos braços até chegar aos peitorais, e daí para os peitinhos. Ou melhor: megapeitões, depois do silicone. Quanto mais ela gemia, mais eu chupava. Fui descendo com uma gula absurda pelo abdome, a sensação gostosa daqueles gomos durinhos nos meus lábios até que, quando dei por mim, estava de cabeça para baixo, no ar! Aquela cavala tinha me carregado até me colocar numa posição estratégica: minha boca na xoxota dela, a boca dela no meu pau. Caramba. Não sei se são os anos, mas a mulher era uma máquina de boquete. Parecia uma ordenhadeira de porra. Ela sugava, com vontade, e depois se afastava para beijar e estimular a chapeleta. Gritei: - Não tô aguentando. Vou gozar... Nessa hora, a sensação foi inacreditável. Parece que ela sentiu minha porra chegando e puxou ela com a boca. Foi uma gozada monstruosa, que ela engoliu até o fim. Ela limpou a boca com a língua, se deitou com aquelas pernaças abertas e disse: - Agora termina o que começou... O grelo dela tava durinho, excitado. Chupar aquilo ali como se fosse um sorvetinho ia ser moleza. Eu comi muito a buceta dela com a língua. Na hora de gozar, ela gritou feito uma loba uivando para a lua. Disse no ouvido dela: - Que gozada foi essa? Ela me olhou com uma carinha sacana e disse: - Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo.

   
"- Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo." 

Depois ficou de quatro e disse: - Me come agora, vai. Quero esse pauzão na minha buceta. A visão daquela bunda musculosa de quatro, os glúteos redondos e duros, as coxas grossas e cheias de força, as solinhas dos pezinhos sujinhas de pisar o chão, as costas fazendo uma curva sensual e cheia de relevos, fez meu pau endurecer na hora. 

Comecei a meter com um tesão que nunca tive com nenhuma gatinha. E olha que eu já comi gatinhas beeem tesudas. Acontece que ela podia sentir cada centímetro do meu pau, de tão duro que estava. - E ela reparou: - Nossa, que cacete duro. Quem era meu marido pra ficar assim. Como todo homem gosta de se sentir superior a outro, acho que fiquei ainda mais duro naquela hora. Um cheiro gostoso de sexo tomava conta do ar. Eu metia naquela bucetinha ensopada, sentindo a dureza daquela bunda batendo nas minhas coxas. Meu tesão era incontrolável. Eu passava as mãos nas coxas dela, sentindo cada relevo daquela escultura humana. Eu não conseguia mais segurar a gozada de jeito nenhum, quando ela disse: - Vem, goza! E deixa o resto comigo... Soltei um urro gigante ao gozar. Sorte ninguém ter aparecido depois. Garanto que nunca senti tanta porra saindo de mim. Quando meu pau começou a amolecer e sair de dentro dela, senti uma força apertando ele. Eram os músculos da Lívia (a essa altura, o "Dona" já era dispensável). Mas não os da vagina, os do bumbum! Eram tão fortes que conseguiam prender meu cacete. Ela então flexionou uma banda de cada vez. A visão daquilo era incrível. Direita, esquerda, direita, esquerda... em pouco tempo daquilo meu cacete já tava em ponto de bala, de novo. Ela me deitou no chão e veio por cima, com um nível de gula e calma que só uma mulher experiente saberia dosar. Só que antes, ela tinha pegado um brinquedinho: uma barra de 50kg. Isso mesmo: a mulher começou a fazer agachamento em cima do meu pau!! Ela subia e descia, e todos os músculos dela ficavam cada vez mais inchados pelo exercício. Eu vi as coxas quase duplicarem de tamanho na minha frente, o abdome ficar molhadinho de suor, o músculo da coxa pular tão alto que parecia querer se desgarrar. tudo que conseguia fazer era apertar as panturrilhas duras e definidas, sentindo aquele cortezinho no meio delas aparecer e sumir. Quando ela gozou, colocou a barra atrás do pescoço e apoiou os braços sobre ela, fazendo força. Juro que a barra fazia uma curva quando ela colocou o peso no chão. 

Ela disse: - Minha sensibilidade tá no auge. Não tô podendo nem usar calcinha. O tecido roça no meu grelinho inchado e me deixa louca. Só de ouvir aquilo eu gozei, feito um bobo. O jato de porra atingiu o abdome dela, que espalhou aquilo pela pele, flexionou os gominhos e disse: - Brilhando eles ficam mais bonitos, né? Não aguentei e caí de boca neles, o que deixou meu pau duro mais uma vez. A mulher era uma viagra ambulante! Uma viagra bem musculosa, verdade. 

Ela viu isso e mostrou que ainda tinha um truque guardado. - Senta aqui. - disse. Em seguida, ela moeçou a me chupar fazendo flexões. E chupar gostoso! Lambendo, segurando um tempo no ar e mordiscando e tudo o mais. A força daquela mulher era incrível e ela fazia questão de mostrar. Ela ficou naquela até eu quase gozar. Depois, com aqueles bíceps gigantescos, tocou uma pra mim com tanta força e maestria que a porra voou longe. Ela riu e comentou: - Por hoje acho que tá bom. Não quero esgotar um amante tão bom logo da primeira vez. A gente se fala. 

Ela pegou as roupas e entrou para casa. A visão daquele corpinho sexy e musculoso correndo, as pulinhos, mal tocando o chão com os pés, ainda me causou uma derradeira ereção. Eu me compus, o quanto era possível, e ia saindo. Foi quando uma mão me cutucou. 

Esperando encontrar o Wágner, puto, me virei. E dei de cara com a Luiza. Ela carregava uma câmera filmadora numa mão. A outra ainda cheirava a uma siririca muito bem tocada. A gostosa mostrou a câmera e disse: 

- Você tá na minha mão... entendeu? 

 O que ela queria em troca do silêncio fica pra outra hora.

Músculos "escondidos" da namorada - Parte 1

Descobrindo o batatão da namorada
Por Krusty 

Eu não sabia que gostava de musculosas até perceber que minha namorada tinha batatas da perna muito maiores do que as das outras minas que eu pegava. Eu sempre tive meio que uma tara por pernas, mas nunca tinha associado isso a músculos. Na escola, quando era mais novo, tinha uma guria que tinha batatão, maior do que de qualquer outra pessoa que eu já tinha visto, mas eu nem me ligava muito, não – na verdade, até pagava um pau pra mina, mas por que ela tinha uma bunda grande e um rosto lindo também.


Então, mas aí minha mina foi fechar uma janela, meio que ficou na ponta do pé e eu vi a marca do músculo na panturrilha dela. “Nossa, que batatão”, comentei. Ela percebeu, e começou a contrair e relaxar a panturrilha, meio que girando a perna, meia volta pra lá, meia volta pra cá. De modo que eu via aqueles músculos se movimentando por todos os lados e de todos os ângulos possíveis. Incha, solta, incha, solta.


Pele morena, pés descalços, minha mina era mesmo gostosa pra caramba. A ponto de que eu volta e meia ficava pilhado por causa de ciúmes, e olha que eu sou de pegar mulher a rodo, não precisava, mas eu pagava um pau pra minha mina mesmo. Gostosa.


Foi ela que percebeu, mas eu nem tinha me ligado. “Nossa, então você gosta disso, né?”, ela perguntou quanto viu que eu estava de pau duro ali, agachado do lado daquelas pernas torneadas. Aí que eu me liguei, e falei pra ela que eu também estava surpreso, que não sabia que sentia tesão nos músculos da perna dela. Comecei a apertar aqueles dois batatões, cheguei até a dar umas duas ou três mordidas. O lance que eu curtia, percebi na hora, eram as entradinhas que o músculo contraído criava, as dobras dos músculos, as saliências daquelas pernas gostosas.


Ela esfregou o pé no meu pau duro, e eu fiquei louco, já ia levantar pra comer aquela Gata gostosa quando ela meio que me segurou com o pé, de leve, fazendo sinal pra eu ficar ali, sentado no chão. E nisso ela ergueu a parte da frente do shortinho preto que usava, para mostrar a frente da coxa, e dali, em meio a um movimento delicado e rápido, pulou uma tira pra fora, meio que querendo rasgar a pele. Eram os músculos da coxa, ela percebeu que isso me dava tesão e deu um jeito de bomba-los para mim, bem em frente à minha cara. Não agüentei e tasquei uma dentada e lambi aquela coxa na hora.


Ela havia sido atleta quando criança, isso eu sabia, daquelas que treinavam sofrendo, acho que era natação e algum esporte do atletismo, não lembro. Mas como a gente tava junto tinha quase um ano e ela nem correr da chuva corria, não imaginava que ela tivesse músculos. Sabia, claro, que ela era sarada – pô, eu comia ela quase todo dia, e a gente adorava inventar umas sacanagens novas. Mas o músculo ali me pegou de jeito. Talvez eu que não quisesse ver antes, talvez tivesse visto e esquecido, sei lá. Sei que agora eu estava vendo, e tendo e ficando louco, e ela estava adorando a idéia de eu curtir seus músculos.


Ela meio que agachava de lado e a tira sobre a coxa saltava, um degrauzinho entre coxa e joelho se formava e o mais legal: ficava um vãozinho na lateral da coxa, entre a cintura e o joelho, na parte externa – músculo pra cima, músculo pra baixo e um vão no meio, enquanto eles incham. Ah, não deu outra: o short já era a essa altura, rapaziada. Arranquei short e meti ali sem nem tirar a calcinha dela. Ela de pé, curvada pra frete, e eu de olho naquelas panturrilhas ali.


“Fica na ponta do pé pra eu ver os músculos”, eu pedi, e ela atendeu na hora. “Aperta os da coxa”, ela pediu, e eu apertei, ela fazendo um movimento que parecia que as coxas dela iam explodir enquanto eu metia. A boceta dela parecia que ficava mais apertada, quando ela contraia as coxas. Ela percebeu que eu curtia e ficou apertando e soltando meu pau com a boceta. E quem explodiu fui eu, ela gozou junto, e na hora de levantar seu corpo eu a puxei pelo braço e percebi que ali rolava um músculo saliente também, na região do tríceps.


Ela levantou uma perna, de frente pra mim, e subindo o joelho até a altura da cintura colocou o pé na minha coxa, do lado do meu pau, fazendo o movimento de bombar e relaxar os músculos da batata da perna e da coxa. Eu estava louco, pronto para mais uma, e já querendo ver aquele músculo do braço dela crescer na minha mão. A foda ia continuar ali mesmo.


Mas isso eu conto outra hora.