sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mamãe bíceps - Parte 2

Depois que a Dona Livia entrou em casa, eu não conseguia mais me concentrar. Fingi que ia pegar alguma coisa, como desculpa para entrar na casa. Quando entrei, ouvi uns sons que não conseguia identificar bem. Segui os sons e cheguei até o porão. Espiei pela porta e vi uma cena ao mesmo tempo comovente e excitante.
A Dona Lívia chorava e exercitava os bíceps, num misto de raiva e tristeza. Ela tava puxando um ferro muito pesado, sentada no banco. As lágrimas caíam e explodiam naqueles bíceps imensos. Ela soltava gritinhos, a cada movimento. Ela olhou para o lado, me viu e se assustou. Eu pedi desculpas. Ela parou, respirou fundo e começou a chorar aos prantos, dizendo:
- O que eu faço, Alex? Meu filho me odeia! Ele tem vergonha de mim!!!
- Calma, Dona Lívia... é só uma fase...
- Uma fase!!!! - Ela se levantou e atirou aquele peso enorme como se fosse uma pluma. O peso bateu na parede, fazendo um rombo. Que força tinha aquela mulher! Ela continuou:
- Essa fase já dura quase dois anos! Será que meu próprio filho não enxerga como eu estou bem comigo mesma? Que tristeza, Alex...
Ela veio em minha direção e se atirou nos meus braços, aos soluços. Eu disse:
- Calma, Dona Lívia. Vou conversar com ele, tá bom? Ele vai entender. A senhora tá uma gata.
- Ela levantou a cabeça e me fitou nos olhos. Engoli seco. Quando ia pedir desculpas, ela disse:
- Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas.
Diante daquela montanha de músculos, gaguejei:
- C... cl... claro, Dona Lívia. Com todo respeito, se a senhora não fosse a mãe do Wagner...


"Quando ia pedir desculpas, ela disse:
- Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas."


Ela sorriu, com os cabelos tampando metade do rosto e as útimas lágrimas ainda correndo pela pele,e disse:
- Não precisa ficar com vergonha, não. Sabe, eu já cheguei numa idade em que a gente não precisa mais de rodeios. Eu também te acho um gato, Alex.
Em seguida, ela se aproximou de mim e me beijou. Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos pelo rosto, pelo pescoço e pelas costas dela, aproveitando cada centímetro daquele corpinho definido. Desci minha boca pelo pescoço e a sensação era incrível. Dava para sentir cada fibra muscular, cada veia saltada tocando meus lábios. Ela era definidaça! Quando desci um pouco abaixo do pescoço, senti uma força enorme me afastar com um leve toque:
- Ainda não...
Ela se afastou de mim a passos lentos e sensuais. A curvinha da bunda e as pernas musculosas se moviam diante de mim, me deixando louco. De repente ela parou e fez um flex de um braço, de costas. Logo em seguida, flexionou o outro biceps. Para completar aquele espetáculo da natureza, as costas formavam uma enorme asa cortada ao meio por uma linha que dividia seus músculos.
Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas. Seriam duas bolinhas de músculos, não fossem os cantinhos formados pela definição muscular e o corte no meio. Ela afastou novamente as pernas, para depois fazer um flex de abdome. Meu Deus! Aquela barriguinha cheia de gominhos que faziam o umbigo desaparecer sob eles era linda. E a coxa? Os músculos pareciam querer fugir daquela perna, tão saltados que eram. Dona Lívia olhou para mim, flexionou mais uma vez um dos bíceps e lambeu aquela montanhazinha dura e definida. Depois, com a outra mão, fez um sinal de "vem", com os dedinhos.


"Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas."

Foi como se tivessem soltado um touro em direção a uma vaca no cio. Os dois tiraram a roupa antes mesmo de eu chegar até ela. Eu caí de boca naqueles músculos todos, chupando os bíceps e subindo pelos braços até chegar aos peitorais, e daí para os peitinhos. Ou melhor: megapeitões, depois do silicone. Quanto mais ela gemia, mais eu chupava. Fui descendo com uma gula absurda pelo abdome, a sensação gostosa daqueles gomos durinhos nos meus lábios até que, quando dei por mim, estava de cabeça para baixo, no ar! Aquela cavala tinha me carregado até me colocar numa posição estratégica: minha boca na xoxota dela, a boca dela no meu pau.
Caramba. Não sei se são os anos, mas a mulher era uma máquina de boquete. Parecia uma ordenhadeira de porra. Ela sugava, com vontade, e depois se afastava para beijar e estimular a chapeleta. Gritei:
- Não tô aguentando. Vou gozar...
Nessa hora, a sensação foi inacreditável. Parece que ela sentiu minha porra chegando e puxou ela com a boca. Foi uma gozada monstruosa, que ela engoliu até o fim. Ela limpou a boca com a língua, se deitou com aquelas pernaças abertas e disse:
- Agora termina o que começou...
O grelo dela tava durinho, excitado. Chupar aquilo ali como se fosse um sorvetinho ia ser moleza. Eu comi muito a buceta dela com a língua. Na hora de gozar, ela gritou feito uma loba uivando para a lua. Disse no ouvido dela:
- Que gozada foi essa?
Ela me olhou com uma carinha sacana e disse:
- Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo.


"- Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo."

Depois ficou de quatro e disse:
- Me come agora, vai. Quero esse pauzão na minha buceta.
A visão daquela bunda musculosa de quatro, os glúteos redondos e duros, as coxas grossas e cheias de força, os pezinhos um pouco sujinhos de pisar o chão, as costas fazendo uma curva sensual e cheia de relevos, fez meu pau endurecer na hora.
Comecei a meter com um tesão que nunca tive com nenhuma gatinha. E olha que eu já comi gatinhas beeem tesudas. Acontece que ela podia sentir cada centímetro do meu pau, de tão duro que tava. - E ela reparou:
- Nossa, que cacete duro. Quem era meu marido pra ficar assim.
Como todo homem gosta de se sentir superior a outro, acho que fiquei ainda mais duro naquela hora. Um cheiro gostoso de sexo tomava conta do ar.
Eu metia naquela bucetinha ensopada, sentindo a dureza daquela bunda batendo nas minhas coxas. Meu tesão era incontrolável. Eu passava as mãos nas coxas dela, sentindo cada relevo daquela escultura humana.
Eu não conseguia mais segurar a gozada de jeito nenhum, quando ela disse:
- Vem, goza! E deixa o resto comigo...
Soltei um urro gigante ao gozar. Sorte ninguém ter aparecido depois. Garanto que nunca senti tanta porra saindo de mim. Quando meu pau começou a amolecer e sair de dentro dela, senti uma força apertando ele. Eram os músculos da Lívia (a essa altura, o "Dona" já era dispensável). Mas não os da vagina, os do bumbum! Eram tão fortes que conseguiam prender meu cacete. Ela então flexionou uma banda de cada vez. A visão daquilo era incrível. Direita, esquerda, direita, esquerda... em pouco tempo daquilo meu cacete já tava em ponto de bala, de novo. Ela me deitou no chão e veio por cima, com um nível de gula e calma que só uma mulher experiente saberia dosar. Só que antes, ela tinha pegado um brinquedinho: uma barra de 50kg. Isso mesmo: a mulher começou a fazer agachamento em cima do meu pau!!
Ela subia e descia, e todos os músculos dela ficavam cada vez mais inchados pelo exercício. Eu vi os bíceps quase duplicarem de tamanho na mina frente, o abdome ficar molhadinho de suor, o músculo da coxa pular tão alto que parecia querer se desgarrar. tudo que conseguia fazer era apertar as panturrilhas duras e definidas, sentindo aquele cortezinho no meio delas aparecer e sumir. Quando ela gozou, colocou a barra atrás do pescoço e apoiou os braços sobre ela, fazendo força. Juro que a barra fazia uma curva quando ela colocou o peso no chão. Ela disse:
- Minha sensibilidade tá no auge. Não tô podendo nem usar calcinha. O tecido roça no meu grelinho inchado e me deixa louca.
Só de ouvir aquilo eu gozei, feito um bobo. O jato de porra atingiu o abdome dela, que espalhou aquilo pela pele, flexionou os gominhos e disse:
- Brilhando eles ficam mais bonitos, né?
Não aguentei e caí de boca neles, o que deixou meu pau duro mais uma vez. A mulher era uma viagra ambulante. Uma viagra bem musculosa, verdade. Ela viu isso e mostrou que ainda tinha um truque guardado.
- Senta aqui. - disse.
Em seguida, ela moeçou a me chupar fazendo flexões. E chupar gostoso! Lambendo, segurando um tempo no ar e mordiscando e tudo o mais. A força daquela mulher era incrível e ela fazia questão de mostrar. Ela ficou naquela até eu quase gozar. Depois, com aqueles bíceps gigantescos, tocou uma pra mim com tanta força e maestria que a porra voou longe.
Ela riu e comentou:
- Por hoje acho que tá bom. Não quero esgotar um amante tão bom logo da primeira vez. A gente se fala.
Ela pegou as roupas e entrou para casa. A visão daquele corpinho sexy e musculoso correndo, as pulinhos, mal tocando o chão com os pés, ainda me causou uma derradeira ereção. Eu me compus, o quanto era possível, e ia saindo. Foi quando uma mão me cutucou.
Esperando encontrar o Wágner, puto, me virei. E dei de cara com a Luiza. Ela carregava uma câmera filmadora numa mão. A outra ainda cheirava a uma siririca muito bem tocada. A gostosa mostrou a câmera e disse:
- Você tá na minha mão... entendeu?

O que ela queria em troca do silêncio fica pra outra hora. Abraço, Carteiro.

Alex

Contos de amigos

Parte 1 - Começou com um batatão e me deixou louco

** Por Krusty

Eu não sabia que gostava de musculosas até perceber que minha namorada tinha batatas da perna muito maiores do que as das outras minas que eu pegava. Eu sempre tive meio que uma tara por pernas, mas nunca tinha associado isso a músculos. Na escola, quando era mais novo, tinha uma guria que tinha batatão, maior do que de qualquer outra pessoa que eu já tinha visto, mas eu nem me ligava muito, não – na verdade, até pagava um pau pra mina, mas por que ela tinha uma bunda grande e um rosto lindo também.

Mas um dia minha mina foi fechar uma janela, meio que ficou na ponta do pé e eu vi a marca do músculo na panturrilha dela. “Nossa, que batatão”, comentei. Ela percebeu, e começou a contrair e relaxar a panturrilha, meio que girando a perna, meia volta pra lá, meia volta pra cá. De modo que eu via aqueles músculos se movimentando por todos os lados e de todos os ângulos possíveis. Incha, solta, incha, solta.

Pele morena, pés descalços, minha mina era mesmo gostosa pra caramba. A ponto de que eu, volta e meia, ficava pilhado por causa de ciúmes, e olha que eu sou de pegar mulher a rodo, não precisava, mas eu pagava um pau pra minha mina mesmo. Gostosa.

Foi ela que percebeu, mas eu nem tinha me tocado. “Nossa, então você gosta disso, é?”, ela perguntou quanto viu que eu estava de pau duro ali, agachado do lado daquelas pernas torneadas. Aí que eu me liguei, e falei pra ela que eu também estava surpreso, que não sabia que sentia tesão nos músculos da perna dela. Comecei a apertar aqueles dois batatões, cheguei até a dar umas duas ou três mordidas. O lance que eu curtia, percebi na hora, era me ligar nas entradinhas que o músculo contraído criava, as dobras dos músculos, as saliências daquelas pernas gostosas.

Ela esfregou o pé no meu pau duro, e eu fiquei louco, já ia levantar pra comer aquela vagabunda gostosa quando ela meio que me segurou com o pé, de leve, fazendo sinal pra eu ficar ali, sentado no chão. E nisso que ela ergueu a parte da frente do shortinho preto que usava, para mostrar a frente da coxa, e dali, em meio a um movimento delicado e rápido, pula uma tira pra fora, meio que querendo rasgar a pele. Eram os músculos da coxa, ela percebeu que isso me dava tesão e deu um jeito de bomba-los para mim, bem em frente à minha cara. Não agüentei e tasquei uma dentada e lambi aquela coxa na hora.

Ela havia sido atleta quando criança, isso eu sabia, daquelas que treinavam sofrendo, acho que era natação e algum esporte do atletismo, não lembro. Mas como a gente tava junto tinha quase um ano e ela nem correr da chuva corria, não imaginava que ela tivesse músculos. Sabia, claro, que ela era sarada – pô, eu comia ela quase todo dia, e a gente adorava inventar umas sacanagens novas. Mas o músculo ali me pegou de jeito. Talvez eu que não quisesse ver antes, talvez tivesse visto e esquecido, sei lá. Sei que agora eu estava vendo, e tendo e ficando louco, e ela estava adorando a idéia de eu curtir seus músculos.

Ela meio que agachava de lado e a tira sobre a coxa saltava, um degrauzinho entre coxa e joelho se formava e o mais legal: ficava um vãozinho na lateral da coxa, entre a cintura e o joelho, na parte externa – músculo pra cima, músculo pra baixo e um vão no meio, enquanto eles incham. Ah, não deu outra: o short já era a essa altura, rapaziada. Arranquei short e meti ali sem nem tirar a calcinha dela. Ela de pé, curvada pra frete, e eu de olho naquelas panturrilhas ali.

“Fica na ponta do pé pra eu ver os músculos”, eu pedi, e ela atendeu na hora. “Aperta os da coxa”, ela pediu, fazendo um movimento que parecia que as coxas dela iam explodir enquanto eu metia. A boceta dela parecia que estava mais apertada, quando ela contraia as coxas. Ela percebeu que eu curtia e ficou apertando e soltando meu pau com a boceta. E quem explodiu fui eu, ela gozou junto, e na hora de levantar seu corpo eu a puxei pelo braço e percebi que ali rolava um músculo saliente também, na região do tríceps.

Ela levantou uma perna, de frente pra mim, e subindo o joelho até a altura da cintura colocou o pé na minha coxa, do lado do meu pau, fazendo o movimento de bombar e relaxar os músculos da batata da perna e da coxa. Eu estava louco, pronto para mais uma, e já querendo ver aquele músculo do braço dela crescer na minha mão. A foda ia continuar ali mesmo.

Mas isso eu conto outra hora.