sexta-feira, 29 de maio de 2009

Contos de amigos

Parte 1 - Começou com um batatão e me deixou louco

** Por Krusty

Eu não sabia que gostava de musculosas até perceber que minha namorada tinha batatas da perna muito maiores do que as das outras minas que eu pegava. Eu sempre tive meio que uma tara por pernas, mas nunca tinha associado isso a músculos. Na escola, quando era mais novo, tinha uma guria que tinha batatão, maior do que de qualquer outra pessoa que eu já tinha visto, mas eu nem me ligava muito, não – na verdade, até pagava um pau pra mina, mas por que ela tinha uma bunda grande e um rosto lindo também.

Mas um dia minha mina foi fechar uma janela, meio que ficou na ponta do pé e eu vi a marca do músculo na panturrilha dela. “Nossa, que batatão”, comentei. Ela percebeu, e começou a contrair e relaxar a panturrilha, meio que girando a perna, meia volta pra lá, meia volta pra cá. De modo que eu via aqueles músculos se movimentando por todos os lados e de todos os ângulos possíveis. Incha, solta, incha, solta.

Pele morena, pés descalços, minha mina era mesmo gostosa pra caramba. A ponto de que eu, volta e meia, ficava pilhado por causa de ciúmes, e olha que eu sou de pegar mulher a rodo, não precisava, mas eu pagava um pau pra minha mina mesmo. Gostosa.

Foi ela que percebeu, mas eu nem tinha me tocado. “Nossa, então você gosta disso, é?”, ela perguntou quanto viu que eu estava de pau duro ali, agachado do lado daquelas pernas torneadas. Aí que eu me liguei, e falei pra ela que eu também estava surpreso, que não sabia que sentia tesão nos músculos da perna dela. Comecei a apertar aqueles dois batatões, cheguei até a dar umas duas ou três mordidas. O lance que eu curtia, percebi na hora, era me ligar nas entradinhas que o músculo contraído criava, as dobras dos músculos, as saliências daquelas pernas gostosas.

Ela esfregou o pé no meu pau duro, e eu fiquei louco, já ia levantar pra comer aquela vagabunda gostosa quando ela meio que me segurou com o pé, de leve, fazendo sinal pra eu ficar ali, sentado no chão. E nisso que ela ergueu a parte da frente do shortinho preto que usava, para mostrar a frente da coxa, e dali, em meio a um movimento delicado e rápido, pula uma tira pra fora, meio que querendo rasgar a pele. Eram os músculos da coxa, ela percebeu que isso me dava tesão e deu um jeito de bomba-los para mim, bem em frente à minha cara. Não agüentei e tasquei uma dentada e lambi aquela coxa na hora.

Ela havia sido atleta quando criança, isso eu sabia, daquelas que treinavam sofrendo, acho que era natação e algum esporte do atletismo, não lembro. Mas como a gente tava junto tinha quase um ano e ela nem correr da chuva corria, não imaginava que ela tivesse músculos. Sabia, claro, que ela era sarada – pô, eu comia ela quase todo dia, e a gente adorava inventar umas sacanagens novas. Mas o músculo ali me pegou de jeito. Talvez eu que não quisesse ver antes, talvez tivesse visto e esquecido, sei lá. Sei que agora eu estava vendo, e tendo e ficando louco, e ela estava adorando a idéia de eu curtir seus músculos.

Ela meio que agachava de lado e a tira sobre a coxa saltava, um degrauzinho entre coxa e joelho se formava e o mais legal: ficava um vãozinho na lateral da coxa, entre a cintura e o joelho, na parte externa – músculo pra cima, músculo pra baixo e um vão no meio, enquanto eles incham. Ah, não deu outra: o short já era a essa altura, rapaziada. Arranquei short e meti ali sem nem tirar a calcinha dela. Ela de pé, curvada pra frete, e eu de olho naquelas panturrilhas ali.

“Fica na ponta do pé pra eu ver os músculos”, eu pedi, e ela atendeu na hora. “Aperta os da coxa”, ela pediu, fazendo um movimento que parecia que as coxas dela iam explodir enquanto eu metia. A boceta dela parecia que estava mais apertada, quando ela contraia as coxas. Ela percebeu que eu curtia e ficou apertando e soltando meu pau com a boceta. E quem explodiu fui eu, ela gozou junto, e na hora de levantar seu corpo eu a puxei pelo braço e percebi que ali rolava um músculo saliente também, na região do tríceps.

Ela levantou uma perna, de frente pra mim, e subindo o joelho até a altura da cintura colocou o pé na minha coxa, do lado do meu pau, fazendo o movimento de bombar e relaxar os músculos da batata da perna e da coxa. Eu estava louco, pronto para mais uma, e já querendo ver aquele músculo do braço dela crescer na minha mão. A foda ia continuar ali mesmo.

Mas isso eu conto outra hora.

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