sábado, 29 de novembro de 2008

Ainda imaginando

Oi, Carteiro. É a Lê, de novo. Continuo imaginando um campeonato de fisiculturismo com muitas famosas. Você acha que essa aí teria chance? Beijos,


Asterix e a Nova Surpresa de César - Parte 3

Oi, Carteirinho. Sou eu, a Amanda. Adivinha? Achei mais uma parte da história. E sabe de uma coisar? Acho que vai esquentar. Hmmm...

Àquela altura, já não seria preciso cordas ou correntes. Os músculos e a sensualidade de Cornélia deixavam os prisioneiros imóveis. Ela fez um pequeno carinho em Obelix e disse:
- Agora, meu bebê, assista.
Obelix - e Asterix - olhavam para tudo aquilo com um tesão incontrolável. Ele viu a romana entrar na banheira e deslizar para dentro da água. Enquanto se banhava, ela começou a tocar os próprios seios, acariciando com movimentos circulares e passando a ponta dos dedos pelos mamilos, duros, que apontavam para o teto.
Foi aí que os dois gauleses perceberam o inacreditável: Cornélia estava realmente se mansturbando sem as mãos, apenas com a força dos grandes lábios! Ela podia controlá-los para massagear o próprio grelinho na velocidade que desejasse. A romana começou a gemer, cada vez mais alto, se contorcendo naquela banheira de ferro que ameaçava romper a cada movimento. Na verdade, cada vez que Cornélia arqueava o corpo para trás, a banheira ficava deformada.
Soltando um grito, Cornélia finalmente gozou, deixando o formato da banheira irreconhecível e os gauleses com cara de bobo.
Depois, ela saiu da banheira e disse:
- Preciso de uma banheira mais resistente, vocês não acham? Esta não serve para mais nada.
E com a carinha mais provocante do mundo, ela levantou a banheira e atirou a quilômetros do acampamento.
Já com o corpo seco, Cornélia separou três ânforas de óleo perfumado para passar nos músculos.
Obelix não conseguia desviar os olhos dos magníficos seios de Cornélia. Vendo isso, a romana pegou um grande cubo de ferro, que estava sobre uma pilha de papéis, e disse:
- Você gosta deles, né?
Ela colocou o cubo sobre o seio e pressionou. Quando tirou, o cubo estava com o formato perfeito do seio, inclusive o mamilo. A romana colocou algum vinho nessa nova "taça" improvisada e deu ao gaulês:
- Continue aproveitando o espetáculo. Asterix! Venha e massageie meu corpo usando o óleo.
Ela rompeu as cordas que prendiam Asterix com as próprias mãos e de deitou, de bruços num divã. A visão era magnífica: as panturrilhas saltadas, a parte de trás da coxa formando um monte de músculos, a bunda redonda e hiper definida. E, rodeada por esses músculos esculturais, estava a bucetinha mais rosada que Asterix tinha visto. O gaulês pegou o óleo e começou a massagear os delicados pés da romana, mas era como passar óleo numa superfície de pedra. Asterix simplesmente não tinha força para mover os músculos de Cornélia. Percebendo isso, ela deu uma risadinha sacana e disse:
- Por Juno! Força, meu pequeno gaulês. Venha cá. Por sorte, guardei um restinho de poção num cantil. Sabia que podia ser útil. Beba, mas só um pouco.
Asterix bebeu apenas algumas gotas. Seus olhos brilharam, a sensação da força tomou conta do corpo dele e... uma ereção massiva saltou de suas calças. Cornélia riu mais uma vez e disse:
- Por Júpiter. Esta poção vai ser mais útil que eu pensava.
O gaulês então começou a massagear os pés de Cornélia. Massageou os dedinhos, fortes e delicados. A planta do pé. Os calcanhares. Subiu pelos tornozelos e depois fez movimentos circulares pela enorme panturrilha. Para cima e para baixo, as mãos massageavam as enormes coxas que, feitas de puro músculo, formavam curvas lindas e bem desenhadas. A romana gemia:
- Ahnn... que delícia...
A firmeza que Asterix sentiu no bumbum de Cornélia, mesmo relaxado, era incrível. Lembrando que estava sob efeito da poção, ele deu um tapinha, só para testar. Os músculos não se mexeram e a mão do gaulês ficou dolorida.
Ao massagear a parte da bundinha que ficava próxima à xoxota, Asterix deixou a mão escorregar e sentiu aquela bucetinha. Parecia um vulcão, de tão quente e molhada. Cornélia disse:
- Não seja tão apressado. Você ainda tem trabalho a fazer antes da diversão.
A massagem seguiu pelas costas, imensas, até chegar ao pescoço. Quando Asterix parou, pensando ter chegado ao fim, a romana perguntou:
- Não está se esquecendo de nenhuma parte? - e fez um flex de biceps.
Uma montanha de músculos cortada por veias saltou. O gaulês passava as mãos por eles, mas mesmo com a poção mágica era inútil. Não era possível mover uma fibra muscular daquela bola de aço que saía do braço de Cornélia.
Obelix viu aquela deusa, de pé, nua e em pose de duplo flex. Ele avançou sobre Cornélia com a voracidade de um leão faminto no coliseu. Dessa vez, a romana não ofereceu resistência.
Os dois rolaram aos beijos pelo chão, derrubando Asterix e tudo o que estava pela frente.
Quando finalmente pararam, Obelix começou a beijar os seios de Cornélia, mordiscando os bicos com força. Somente ele seria capaz de fazer aquilo sem se machucar seriamente.
Quando levou a mão à xoxota de Cornélia, Obelix sentiu toda a força daquele vulcão. Quente, macia e muito molhada, a bucetinha da romana apertava as mãos do gaulês com movimentos involuntários, que eram retribuídos por ele com movimentos de estímulo.
- Aaaaah... Obeliiiiix...
Obelix passava a língua obre o enorme vale de múculos que eram os peitorais de Cornélia e depois voltava aos seios. Depois, desceu aos poucos até atingir o abdome. Que sensação maravilhosa a de beijar gomo por gomo daquela barriguinha. Obelix então beijou a parte de dentro das coxas de Cornélia, que respondia a cada toque com gemidos e movimentos suaves. Até que o gaulês caiu de boca naquela bucetinha. De um grito, Cornélia arqueou o corpo todo para trás, fazendo um vão entre o chão e suas costas. Os músculos, suados, ficavam tesos.
- Ahhhhh... mais! MAIS!
A língua de Obelix fazia movimentos rápidos e circulares naquele grelo delicioso. Ele então descia a língua pelos grandes lábios, ia até o cuzinho e voltava ao grelo. Nesse movimento, não demorou para Cronélia gozar mais uma vez.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH!
Enquanto gozava, ela prendeu a cabeça de Obelix naquelas coxas monumentais, com uma força que poderia explodir a cabeça de um homem normal. A romana mal se recompôs, agarrou Obelix e disse:
- Vem! Me come!
Obelix pegou a romana pelos tornozelos e abriu as pernas hipermusculosas. A visão daquelas pernas magníficas e torneadas, que terminavam naquela xoxota deliciosa, era suficiente para deixar o gaulês excitado feito um cavalo. Ele deslizou para dentro daquela buceta ensopada e começou a fazer um movimento de vai-e-vem, bombando com força.
- Tá gostando de comer a mulher mais musculosa do mundo? Tá? Passa as mãos nos meus músculos! Sente o poder! Que tesão!
Cornélia gritava, gemia, mordia e dava tapas em Obelix. Aquela toura era uma potranca na cama.
- Mete! Mete na sua puta musculosa!
O gaulês fazia todo o esforço do mundo para não gozar, ainda mais depois que a imperatriz ficou por cima, agachada sobre o cacete dele. Ela subia e descia como quem faz agachamentos para as pernas. Cornélia gozou de novo, aos gritos. Seu suco escorria sobre o pau de Obelix.
- Ah... ah... ah... AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!
Ela então ficou de quatro, com aquela bunda musculosa e as pernas meio abertas mostrando a bucetinha inchada de tanto meter. Obelix sabia que não ia aguentar muito mais tempo. Ele colocou o pau pertinho da buceta de Cornélia e sentiu uma força puxando-o para dentro. Novamente, eram os fabulosos músculos vaginais da romana trabalhando. Depois de algum tempo, ele disse:
- Vou.. vou gozar...
Cornélia então se virou, pegou o pau de Obelix e disse: Goza! - E depois colocou na boca. Com a outra mão, ela batia a punheta mais gostosa que Asterix já tinha recebido. O gaulês menor, que estava ali do lado assistindo o tempo todo, já estava na terceira punheta para Cornélia. Mas essa era especial, feita pela própria, com a força daqueles braços descomunais.
Asterix gozou primeiro, e o jato produzido pelos braços de Cornélia atingiu o teto. Em seguida, foi a vez de Obelix. A romana engoliu cada gota de porra. E foi muita.
Os três continuaram aquela brincadeira por toda a noite. Asterix (ajudado pela poção) e Obelix alternaram-se para dar prazer a Cornélia, que descobriu ser insaciável.
Quando voltou a Roma, Cornélia trazia os troféus de sua vitória: os dois gauleses mais famosos do império. Mas os dois vinham de bom grado, junto com Panoramix, que Cornélia trouxe para produzir poção com fins sexuais.
César, que não podia estar mais feliz com a conquista da Gália, assustou-se com o novo corpo da mulher. Mas a ereção que se seguiu ao susto revelava que ele também gostou da idéia.
Cornélia virou a verdadeira governante de Roma. E César? Bom, César era um dos que adoravam tomar a poção antes de passar a noite com a nova imperatriz.
Eram verdadeiros festins sexuais, só que ao invés de javalis, Cornélia devorava homens. E sem Chatotorix para atrapalhar o banquete.
FIM

Então, Carteiro? Gostou? Pela umidade da minha calcinha, posso garantir que eu gostei. Um beijo,
A.


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Asterix e a Nova Surpresa de César - Parte 2

Querido Carteiro,
achei a segunda parte da história. Por sorte, estava muito perto da primeira, na pilha de livros empoeirados. Confesso que senti um comichão ao ler. Uma coisa gostosa, passando pelo meu corpo, ai... bom, antes que eu me perca nesses devaneios, aí está:

Quando ia para a guerra, Cornélia lembrou-se que estava completamente nua. Ela olhou para a escultura de Milo que havia se tornado e pensou: com este corpo, eu nunca mais precisaria usar roupas. Mas é melhor me cobrir. Afinal, sou a mulher de César.
A romana foi em direção à estalagem, imaginando que poderia encontrar algo para cobrir pelo menos parte do corpo lá. Quando viu o rosto de Cornélia pella janela, o taberneiro saiu, gritando:
- Eu já disse que não quero você aqui, sua bêb... gulp!
Ao olhar para Cornélia, o homem pensou tratar-se de uma peça pregada por seus olhos. Ele esfregou os olhos, mas a visão mais incrível de sua vida não desapareceu. Cornélia flexionou um biceps estupendo. O homem não se conteve:
- Por Belenos!
A imperatriz juntou o dedo indicador ao polegar, na posição para dar um peteleco. Era posível ver um pequeno biceps saltando do dedo indicador! O golpe, sutil, fez o taberneiro voar e aterrisar a vários metros dali.
- Com licença - Cornélia riu para si mesma.
A porta era pequena demais para tanto músculo. Mas Cornélia simplesmente entrou. A partir desse dia, podia-se ver um vão no formato de uma mulher extremamente musculosa onde antes era a porta.
Cornélia pegou uma toalha de mesa e fez uma microssaia. Era o máximo que se poderia fazer com tão pouco pano. Outra toalha formou uma espécie de top. Mais do que nunca, ela estava parecida com um dos habitantes do Olimpo.
A partir daí, Cornélia começou a correr em direção ao campo de batalha, na velocidade de uma biga puxada por 10.000 cavalos. A olho nu, não seria possível ver a romana correndo. Mas, em câmera lenta, o espetáculo seria maravilhoso. Quase não era necessário a ela tocar o chão. Somente os dedos dos pés, em contato com o solo, eram capazes de mover todo aquele corpo gigantesco em supervelocidade. Os músculos da panturrilha se extendiam e distendiam, ora formando uma enorme bola de músculo, ora não. As coxas, suadas e brilhantes, mostravam uma massa muscular descomunal que estava relaxada até - BUM! - expodir num feixe de músculos de incrível definição, e depois voltar à forma normal, em centésimos de segundo. Quando avistou um rio, ela não pensou duas vezes antes de tomar um impulso e saltar. As marcas dos pés, delicados, ainda estão no local da aterrisagem, mais de 2.000 anos depois.
A luta estava ferrenha quando os guerreiros sentiram o que pensaram ser um terremoto. Todos tentaram se proteger, quando uma nuvem de poeira passou por eles, como uma tempestade de areia. Asterix, nosso herói, que só vira aquilo quando visitou o Egito, não poderia estar mais confuso.
Um dos legionários romanos, na tentativa de se recompor, apoiou-se numa rocha. Mas aquela pedra, duríssima, não tinha textura de pedra. Pelo contrário, a textura era macia, como uma montanha coberta da mais fina seda. E, para total espanto do soldado, a rocha começou a fazer pequenos movimentos, aumentando e diminuindo de volume. Quando a poeira baixou e todos puderam ver, o legionário estava apoiado num dos magníficos biceps de Cornélia. Ela riu, olhou para o pobre guerreiro e disse:
- Se você quiser continuar, vai ter que me pagar uma bebida antes.
O soldado não conseguia se mover. Ele estava encantado pelo que via. Todos estavam encantados pelo que viam. Abaixo daquele rosto lindo e delicado, estava uma verdadeira toura! O clima era de tensão. Quem era ela? De que lado estava? As dúvidas forma resolvidas pela própria Cornélia, que ergueu o braço, deixando o legionário cair, fez o maior duplo flex de biceps da história e disse:
- Com a força destes músculos, todo o mundo deverá se curvar diante de Roma. Avante legionários!
O que se viu a seguir foi um festival de tapas, socos e pontapés desferidos por Cornélia nos gauleses, Um deles tentou enfiar um machado nas costas da romana, mas este se partiu como se fosse feito de vidro. O contragolpe foi letal.
Os arqueiros gauleses dispararam uma saraivada de flechas na direção de Cornélia. A romana parou e flexionou o peitoral. Uma enorme barreira de músculos saltou imediatamente. Era possível ver músculo por músculo sob a pele, como uma aula de anatomia. As flechas bateram naquele muro e caíram. Cornélia riu e continuou a desferir golpes.
Do lado gaulês, era Obelix quem deixava mais estragos. Asterix, já sem o efeito da poção, que tinha passado, pouco podia fazer. Com grandes baixas para os dois lados, a história chegou ao ápice: de um lado Cornélia, do outro Asterix.
Obelix, apesar de parecer gordo, mostrou suas armas. Flexionou um grande biceps para tentar intimidar. O que ele viu em seguida o deixou preocupado. O esforço da batalha tinha deixado os músculos de Cornélia aquecidos e inchados. Quando ela fez um duplo flex, saltaram de seus braços dois verdadeiros menires, do tipo que Obelix estava acostumado a carregar. Quem estava do lado dela podia ouvir o barulho do sangue correndo nas grandes veias, feito um aqueduto. A guerreira soltou um grunhido intimidador e ficou parada, à espera do ataque.

Obelix tomou impulso e correu em direção à romana, armando seu melhor soco.
Cornélia então flexionou os múscuclos do abdome. Os gomos, antes arredondados, ficaram praticamente quadrados. Parecia uma pequena parede, formada por apenas seis tijolos. Mas tijolos feitos de titânio. Obelix viu aquilo mas não tinha mias como recuar.
BOOOOM!
O gaulês caiu para trás com todos os dedos da mão quebrados. Cornélia aproximou-se dele e prendeu os dois braços de Obelix atrás das costas. Em seguida, carregou quele homenzarrão de mais de 100kg como se fosse um bebê.
Com a outra mão, ela pegou Asterix e levou os dois para a tenda do general.
Lá, ela prendeu o pequeno herói e continou segurando o grandão pelo braço. Ela disse a Obelix:

- Então não foste páreo para mim. Mas você é um guerreiro valoroso. Como prêmio, poderá assitir enquanto me banho.
Ela tirou a roupa para entrar na banheira que estava preparada. As duas toalhas caíram, revelando os músculos mais sexy que uma mulher poderia ter. Os movimentos, femininos, mostravam partes do corpo nunca antes imaginadas por Obelix em uma mulher. Os seios repusavam sobre magníficos peitorais. A bunda enorme e redonda, mastigava o pedaço de pano que a cobria. Quando Cornélia tirou a toalha, o pano ficou preso no bumbum. Ela disse:
- Ops.
E em seguida, apenas com o controle que tínha sobre cada músculo do corpo, em separado, fez um flex para seu bumbum abrir um pouco e deixar a toalha cair. A pontinha do dedo do pé tocou a água, para ver a temperatura. A posição de ponta de pés fez a panturrilha parecer que ia rasgar a pele.
Obelix não aguentou. Teve uma ereção gigantesca ali mesmo. Cornélia olhou para aquilo tudo e disse:
- Ora, vejam só.
Ela se aproximou e rasgou as calças do gaulês. O maior cacete que ela tinha visto na vida, duro feito aço, saltou. Nenhum cavalo era comparado àquilo. Ela se lembrou do que a poção fizera à sua própria vagina. O grelo tinha crescido muito pouco, mas os lábios estavam muito fortes. Para falar a verdade, ela podia bater uma siririca com os grandes lábios, tamanha a força e o controle que podia exercer sobre eles. Cornélia disse:
- Como eu imaginava. Cair no caldeirão de poção mágica também fez bem a ele. Agora, vamos ver do que este brinquedinho é capaz de aguentar.

Desculpe interromper assim, Carteirinho do coração, no clímax. Mas o restante do livro está intraduzível. Estou pegando mais pesado com ele do que eu pego na academia. Logo, logo o restante da história vai estar em suas mãos. Beijos,
A.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Asterix e a Nova Surpresa de César - Parte 1

Caro Carteiro,
Meu nome é Amanda, sou fisiculturista e bibliotecária. Outro dia, carregando pilhas de livros beeem pesadas, achei um com a seguinte história. Espero que você goste:

Estamos no ano 50 antes de Cristo. Toda a Gália foi ocupada pelos romanos. Toda? Não! Uma aldeia povoada por irredutíveis gauleses ainda resiste ao invasor. E a vida não é nada fácil para as guarnições de legionários romanos nos campos fortificados de Babaorum, Aquarium, Laudanum e Petibonum. Mas César planeja a vitória total:
- Caius Maximus! Todas as legiões estão a postos na Gália? Vou usar quantos homens forem precisos para esmagar aqueles gauleses.
- Sim, César. A batalha já começou. Mas os gauleses têm a poção, e as baixas já são grandes...
- Por Júpiter! Dobre o contingente. Triplique! Toda a Gália será minha!
Cornélia, mulher de César, olhava para tudo aquilo com cara de enfado:
- César?
- Sim, Cornélia?
- Não vejo motivo para tamanho alarde. Por Juno! Não seria o caso de subornar alguns gauleses e conseguir a fórmula da poção?
- Ora, Cornélia. Não seja tola. O druida guarda a fórmula a sete chaves. Além do mais, nada dessa história de suborno. À mulher de César não basta ser honesta, é preciso parecer honesta.
Cornélia retirou-se da sala pouco convencida. Sem contar a ninguém, usou a saída secreta do quarto, pegou seu melhor cavalo, mil sestércios e rumou para a Gália.
Enquanto isso, na aldeia dos gauleses, o druida Panoramix preparava-se para enviar reforços ao campo de batalha. Dez cantis da poção mégica deveriam chegar aos homens que combatiam. Como Asterix, Obelix e Ideafix ainda estavam no front, ele recomendou ao único homem disponível, Bebumsix:
- Vinhosix, tenho uma missão importante para você. Esses cantis de poção precisam chegar aos homens que estão lutando. Mas é muito importante que você não pare em nenhuma estalagem. Nossa aldeia depende de você. Sóbrio!
- Sim, ó Druída. Entregarei os cantis, por Tutatis.
O homem tomou um gole da poção e logo se pôs a correr rumo ao front.
No mesmo instante, Cornélia chagava a uma estalagem na Gália, para dar de comer aos cavalos e repousar. A mulher de César, escondida por uma capa, pediu uma taça de vinho e começou a beber. Foi quando chegou Bebumsix, correndo. O efeito da poção passou e ele disse:
- Vou descansar um pouco antes de seguir. Taberneiro, um copo de vinho!
Depois balbuciou:
- Um pouco de vinho não fará mal a ninguém.
Cornélia, percebendo que se tratava de um gaulês, aproximou-se dele:
- Quo Vadis, nobre gaulês?
O homem olhou sem interesse e respondeu:
- Não posso dizer, bom homem.
Cornélia tirou o manto, revelando sua figura. Seus cabelos negros caíram sobre a pele branca e suave. Um perfume dos deuses invadiu o ambiente. A toga, minuscula, deixava à mostra um lindo par de pernas. Os braços delicados se estenderam, as mãos tocaram o rosto de Bebumsix:
- Você sabe onde posso encontrar o druída Panoramix?
- (gulp!) Não, senhor... quer dizer, senhora.
- Vamos beber mais vinho. - disse a romana, roçando os delicados pés nas pernas de Bebumsix - quem sabe possamos conversar mais.
O que Cornélia ão contava era com a resistência de Bebumsix em matéria de álcool. Com pouco tempo, os dois estavam completamente bêbados. Tão bêbados que começaram a arrumar confusão, e o taberneiro expulsou os dois do bar.
Bebumsix foi o primeiro a ser jogado. Ele já caiu sobre a grama, dormindo. O embornau com os cantis de poção mágica se abriu, revelando seu conteúdo.
Cornélia foi jogada logo em seuida, e caiu ao lado dos cantis. Ela praguejou contra o dono da estalagem. Em seguida, virou a cabeça e deu de cara com os cantis.
- Oba! (hic!) Mais vinho! (hic!)
Cornélia abriu um dos cantis e bebeu tudo de um gole. Um tremor passou por todo seu corpo e, quando deu por si, ela estava curada da bebedeira.
- Esse vinho é dos bons!
Um por um, Cornélia bebeu os 10 cantis. Depois, ficou deitada, escorada num carvalho, com a barriga estufada.
De repente, Cornélia sentiu uma nova tremedeira. Ela abriu os olhos e ficou em pé, de um pulo. Uma sensação violentíssima tomou conta da imperatriz romana. Seu corpo começou a brilhar e ela foi atirada ao ar. Uma descarga de milhões de megatons de força tomou conta de seu corpo, raios saltavam de todas as partes, em especial dos olhos verdes. Apesar de tudo, Cornélia sentia um prazer enorme em tudo aquilo.
Mas o mais incrível estava por vir: os músculos de Cornélia começaram a crescer, sem controle. Os braços, antes delicados, agora sustentavam um imenso par de biceps: primeiro eles tinham o tamanho de laranjas, depois de melões e, por fim, de grandes melancias. Para irrigar aqueles braços, veias igualmente gigantescas latejavam. Era possível sentir o sangue passando pelas veias de Cornélia, ao tocar seus braços.
O trapézio, que não era visível, formou dois grandes triangulos de massa muscular ao lado do pescoço. Os peitorais inflaram até ficarem parecendo uma armadura talhada em aço. A armadura de Golias, claro, pelo tamanho. Os seios viraram duas grandes bolas apontando para o alto, e bicos da grossura de um dedo saíam deles. As costas estavam tão grandes que podiam suportar todo o peso do mundo, e tinham uma definição muscular que beirava o ridículo. As "asas" romperam a toga como papel. RRRRRRIIIPPP!
A roupa rasgada revelou um espetáculo à parte. De dois em dois, seis gomos de músculos saltaram do abdome antes liso. Era como seis biceps de uma fisiculturista, das grandes, emparelhados. Cornélia gritava:
- QUE PODER! QUE MÚSCULOS! QUE FORÇA! HAHAHAHA!
Bebumsix acordou com o barulho e não acreditava no que via. Bem na sua frente, duas formações redondas e duras feito rocha cresciam onde antes ficava o delicado bumbum da imperatriz. A definição era impressionante. Bebumsix podia ver cada músculo separado.
Foi quando ele olhou para as pernas. Os músculos da coxa aumentavam de tamanho a cada segundo. Quando eles terminaram de crescer, não havia coluna em Roma mais grossa que elas. Em seguida, elas começaram a ficar definidas. Os quadríceps apareceram, enormes. E nem estavam flexionados. A parte de trás da coxa fornou um monte maior que o Olimpo e as batatas da perna rasgaram a sandália em segundos. O couro não era páreo para aquela bola musculosa que saltava com uma definição impressionante dos finos tornozelos da romana.
Bebumsix não podia mais ver tudo aquilo. Seu pau estava duro feito os músculos de Cornélia. Ele se mansturbou ali mesmo, e gozou em segundos.
Quando Cornélia voltou ao chão, encontrou Bebumsix novamente desmaiado, e todo gozado. Desprezando aquele homenzinho, ela admirou seu novo corpo. Um tesão incrível correu o seu corpo. Ela olhou em volta e viu o carvalho. Aquela monstruosidade de árvore tinha 40 metros de altura e 4 de diâmetro. Cornélia arrancou a árvore com um braço só. Cada cantil daquele seria bebido por 10 homens, num total de 100. Eles dariam a cada um a força de 5.000 homens, para enfrentar as legiões de César. A imperatriz romana tinha agora a força de 500.000 homens!
Com a força das próprias mãos, Cornélia esculpiu um consolo de 50 cm por 10 de grossura. Em seguida, levou o consolo à xoxota molhada e fez movimentos rápidos até explodir num gozo que foi ouvido num raio de 20 quilômetros:
- MMMMWAAAAAAAAGHHHHH!
Os músculos da vagina de Cornélia partiram o consolo de carvalho puro ao meio, durante o ato. Ela se levantou, olhou para o próprio corpo de novo, flexionou um biceps monumental e disse:
- Nem Juno é mais poderosa que eu! Nem o próprio Júpiter é mais poderoso que eu! César então, é patético! Eu sou Cornélia, a IMPERATRIZ AMAZONA!
Ela rumou para o campo de batalha, disposta a ganhar aquela guerra e provar a César sua superioridade.



E então, Carteiro? Gostou? O restante da história está em outro tomo, pelo visto. Assim que eu encontrar, escrevo para você. Beijos,
A.

O importante é humilhar - Parte 2

Querido Carteiro,
Sou eu de novo, a Michelle. Faltavam 4 meses para o campeonato estadual e eu não sabia o que fazer. Tinha que começar o treino pesado para a competição, mas precisava de algo mais, que me fizesse uma mulher capaz de vencer qualquer adversário, mulher ou homem.
Para esquecer um pouco o que me angustiava, resolvi dar um passeio. E, como precisava levantar minha auto-estima, resolvi fazer o que mais gosto: provocar.
Coloquei minha saia mais curta, colada ao corpo, que valorizava ao mesmo tempo os músculos do bumbum e deixava à mostra minhas pernas cada vez mais esculpidas. Para ressaltar as panturrilhas, calcei um chinelinho com salto. Um top bem soltinho mostrava os músculos do abdome e os braços, delineados. Passei o batom nos lábios e a sombra nos olhos azuis, e olhei o resultado.
Quando me vi no espelho, percebi que era mesmo uma narcisista. Ajeitei meus cabelos e o muque saltou com o movimento. Flexionei o biceps e uma bola de músculo com um corte no meio apareceu. Passei a outra mão nele e senti, debaixo da pele macia, uma dureza que meus dedos não eram capazes de apertar.
Fui descendo as mãos pelos meus peitorais, sentindo cada feixe daqueles músculos femininos. Passei as unhas pintadas de rosa sobre cada centímetro dos meus seios. Depois que perdi muita gordura com os treinamentos, tinha feito um belo implante de silicone para compensar. Os bicos, grandes, estavam duros. Os dedos, leves, caíram de uma vez quando atingiram o vale no meio dos peitorais. Aquilo me enchia de tesão. Desci com as mãos até minha barriga. Com os olhos fechados, senti meus dedos subirem e descerem aquela pequena serra de músculos que era meu abdome.
Com a outra mão, agarrei minha bunda e apertei. Os glúteos, duas bolas de futebol duras feito pedra, terminavam em coxas esculpidas em mármore. Fui agachado e correndo as mãos pelas minhas pernas, cada músculo tenso, eu tremendo de tesão. As panturrilhas, grandes e cortadas, com a pele ainda úmida do hidratante que tinha acabado de passar, iam diminuindo até chegar nas canelas delicadas, e daí para os pezinhos. Sentei no chão, abri as pernas e afastei a calcinha de renda com um dos dedos. Com a outra mão, usei dois dedos para massagear meu grelinho. Eu estava molhada, muito molhada. Já deitada no chão, aquele vai-e-vem frenético com os dedos, a outra mão sentindo meu abdome, meus seios siliconados sobre os peitorais duros. Quando gozei, não aguentei:
- AAAAAghffff...!!!
Deitada no chão, suada, eu aproveitava cada minuto daquele prazer. Me levantei, mordendo o lábio de tesão e me ajeitei para sair.
O dia estava lindo, um sol maravilhoso. Quando batiam na minha pele, os raios solares ressaltavam ainda mais cada movimento meu. É que, para provocar, eu sempre passava um pouco de óleo no corpo. Sabe como é: os músculos brilham, os pescoços se viram.
E não dava outra. Pelos óculos escuros, eu via vários homens olhando, e às vezes até mulheres. Alguns cochichavam. Muitos, nem tão baixo assim. Eu podia ouvir "gostosa", "cavala demais", e coisas do tipo. Um sempre vem com aquela pergunta:
- Quanto você levanta?
A resposta também é sempre a mesma:
- Deixa que eu me preocupo com o quanto eu levanto, e você se preocupa em admirar os resultados.
Depois, um flex de biceps pra atiçar o fogo do perguntão.
Parei para tomar um suco por causa do calor. Ser uma mulher musculosa tem esses problemas. Você sente muito calor. Sem contar que precisava dar uma folga para minhas coxas. Grossas, elas se roçam a todo momento.
Consegui lugar numa mesa de calçada, numa lanchonete, e pedi um suco de morango. Cruzei as pernas, o que deixava à mostra minha coxa, com aquele corte que divide o quadriceps, saltado, dos músculos posteriores. O joelho pressonava as panturrilhas, e ela podia ser vista até de frente.
Todos olhavam, mas um dos voyeurs me chamou a atenção. Um homem de óculos, cabelos lisos e escuros e barba meio grisalha, trabalhava compenetrado em seu notebook até me ver. A partir daí, ele esqueceu o notebook. O homem me olhou por 5 minutos inteiros até vir falar comigo, trazendo o notebook e uma pasta. Pensei comigo: lá vem mais um... Ele se apresentou:
- Bom dia. Sou o Dr. Ricardo.
- Bom dia. Se quiser continuar olhando, fique à vontade. Mas não estou para paquera, hoje.
- Não, não é isso. Sou pesquisador da universidade. Estou fazendo um trabalho sobre a miostatina. Sabe o que é isso?
- Mioquê?
- Miostatina. É a proteína que inibe o crescimento muscular. Meus estudos buscam uma forma de inibir essa proteína e permitir a regeneração muscular em casos de doenças, ou...
- Ou?
- Ou o crescimento muscular até limites antes inimaginados, em seres humanos saudáveis.
Meus olhos brilharam:
- Conta mais, doutor.
- O desafio era fazer uma vacina que liberasse o crescimento muscular sem sobrecarregar os outros órgãos. E os resultados estão sendo surpreendentes. Curiosamente, as fêmeas responderam muito melhor ao tratamento. Olha só.
Ele me mostrou fotos de ratinhas que tinham o triplo do tamanho de ratos adultos, de cadelinhas que pareciam tigresas, grandes e muito definidas, e uma que me chamou atenção: uma chipanzé que era maior e mais musculosa que quaquer gorila. Ela era mais musculosa que eu! Ela carregava um bloco de concreto, por uma alça, que devia ter uns 100 kilos. E com um braço só! O pesquisador continuou:
- Eu queria saber se você gostaria de fazer alguns testes. Se você não quiser, tudo bem. Mas é sem compromisso nenhum.
Eu não acreditava. Será que minha chance de me tornar a mulher mais poderosa do mundo tinha caído assim, no meu colo? Me imaginei maior que a Iris Kyle e senti uma onda de tesão correr meu corpo. Mordi meu lábio, segurei a onda e disse:
- Aqui está meu telefone. Me liga e a gente marca.
Fui para casa com o coração acelerado e um pensamento na cabeça: parece que meu treinamento vai começar.
Depois escrevo para contar mais. Beijos,
Michelle

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Imagina só

Querido Carteiro,
Estava usando a imaginação outro dia, e achei que ia ser ótimo topar com uma famosa num palco de competição. O que você acha? Beijos,




quarta-feira, 19 de novembro de 2008

O importante é humilhar

Querido Carteiro,
Meu nome é Michelle e tenho 32 anos. Mas, nos últimos anos, muita coisa mudou na minha vida.
Desde que vi uma foto da Iris Kyle, de quando ela ganhou o Ms. Olympia 2006, fiquei obcecada com aquele corpo. Eu olhava aquela foto, pela internet, e precisava ter aqueles músculos brilhantes, enormes e definidos, aquele brilho no olhar, aquela confiança.
Mesmo sabendo que uma loirinha como eu, com direito a pele branquinha e pezinhos cor-de-rosa, nunca teria a genética e a força daquela negra escultural. A mulher é uma estátua de ébano talhada por um artesão talentoso.
Aliás, eu disse loirinha, mas não sou tão pequena assim. Como malho desde os 20, tenho um corpo que não só é sarado, como tem músculos salientes. Minhas coxas destacam-se do restante por formarem uma espécie de "gota" na parte da frente, mas nada que possa ser comparado a uma atleta de fitness, por exemplo. Mas o suficiente para já me causar problemas na hora do sexo. Posso contar nos dedos os caras que não gozaram em segundos quando comecei a cavalgá-los enquanto eles percorriam minhas coxas com as mãos. E um chegou ao absurdo de gozar enquanto a gente só tirava uns sarros!
Mas eu não pensava nos problemas. Só naquele corpo.
Conversei com um instrutor, também fisiculturista, e ele montou uma rotina de treinos para mim. Ao invés de ficar assustado, ele achou o máximo!
Um ano depois, eu tinha passado de 51kg para 65kg de puro músculo. Eu morria de orgulho dos meus bíceps, reedondinhos como uma bola de tênis e com um corte que parecia feito à mão. Uma vez, me peguei beijando um deles na frente do espelho. Me senti tão boba, mas ao mesmo tempo era tão bom. Meus seios diminuíram, mas deram lugar a um peitoral que mais parecia uma formação rochosa, pelos cortes e pela dureza. O abdome carregava seis gominhos de músculos que eu podia controlar a meu bel prazer. Nunca tive um bumbum grande, mas agora ele estava redondinho. Para valorizar, eu usava saias muito coladas e super curtas. Porque quanto mais curtas, mais minhas pernas apareciam. E elas estavam beeeem aparecidas. Por onde eu passava, as pessoas viravam o pescoço para admirar um par de coxas grossas feito troncos de árvores, com veias por onde pareciam correr a seiva mais poderosa desse mundo. Uma gota definida saltava, enquanto a parte de trás parecia um bíceps fora de lugar, de tão grande e saltada. As panturrilhas, quase sempre ressaltadas por salto alto, tinha o que os americanos chamam de forma de diamante. Realmente, eu lapidei as duas com carinho, a ponto de elas parecerem esculpidas num material que não era desse planeta. As pernas continuavam terminando em lindos pezinhos cor-de-rosa.
Uma vez, alguns garotos deixaram uma bola cair perto de mim, no parque. Um deles disse: Chuta, tia. Eu fiquei tão nervosa com aquele tia que chutei, com toda a minha força. A bola bateu numa árvore, que balançou muito antes de deixar cair algumas frutas. Apesar do espanto geral, ninguém achou ruim comer um pouco de frutas recém-caídas no pé. Um rapaz se sentiu até no direito de puxar conversapor causa do acontecido. Coitado. Mais um que gozou ao colocar as mãos nelas.
No entanto, o campeonato estadual se aproximava e eu só pensava numa coisa: eu podia ganhar de qualquer um, mas ganhar não bastava. Eu tinha que ter o corpo da Iris. Eu tinha que humilhar os adversários. Masculinos, inclusive. É aí que entra o Dr. Ricardo, pesquisador da universidade da minha cidade. Mas isso é uma história para outra carta.
Beijos,
Michelle.