domingo, 15 de novembro de 2009

The Big Muscles Theory

- Sheldon, é bom que isso funcione. Deu um trabalhão conseguir essa máquina de bronzeamento para ser transformada nessa sua máquina do crescimento muscular.
- Calma, caro Leonard. Cada cálculo foi revisado inúmeras vezes.
- E ela realmente é capaz de nos deixar musculosos como o Capitão América?
- Sua comperação é quase correta, Leonard. Todos sabem que o Capitão América é fruto de um soro enquanto isso é uma máquina de raios. Mas sim, os resultados finais serão bem semelhantes, se é o que você quer saber.
- Você é doido.
- Veremos. Ratos de laboratório?
- Acho que eles estão... no laboratório.
- Leonard, eu deveria lembrá-lo de quão importantes são os testes com ratos antes de usar a máquina em humanos? Vamos, venha comigo ao laboratório.
Assim que os dois nerds saem da sala, tão apressados que esqueceram de trancar a porta, Penny entra no apartamento.
- Rapazes? Rapazes...? Não tem ninguém em casa. Oh, uma máquina de bronzeamento artificial! Bem que eu tô precisando... ando tão branquela. Olá, biquini!
A loira ficou só de biquini num segundo e não demorou a encontrar o botão de ligar. As luzes da máquina se acenderam e ela entrou:
- Bronze, aí vou eu! - ela disse, antes de fechar os olhos.
Logo depois de começar a "sessão", a máquina começou a tremer. A luz no prédio tinha picos de energia e a tampa fechou-se, prendendo Penny dentro da máquina.
- Leonard! Sheldon! O que está acontecendo?!!! Aaaaagh!
Cerca de 15 minutos depois, a máquina parou e abriu a tampa. Penny estava acordada, porém atordoada, e se levantou. No exato momento em que Leonard e Sheldon entravam na sala, ela saía da máquina.
- P...P...Penny? - Leonard perguntou, num misto de preocupação com ela e com os efeitos que a máquina poderia causar nela.
Penny disse:
- Essa máquina tá estragada! Foi o pior bronzeadmento que eu já vi. Ops! Que sensação é essa?
- Oh, oh... - disse Sheldon, já arregalando os olhos para o que começava a acontecer.
O corpo de Penny tomou uma cor quente, parecida com um bronzeado muito saudável.
- Parece que isso começou a funcionar! - a loirinha disse, sem imaginar o que estava por vir.
Penny começou a sentir seu pescoço apertar a gola da camisa, mas isso não a machucava. Em pouco tempo, os músculos do trapézio cresceram rompendo as costuras.
- O q... o que é isso? Leonard!
Os peitorais inflaram como balões, mas o aspecto não tinha nada de borracha: pareciam duas esculturas talhadas na pedra, com um vale perfeito entre elas que podia ser visto do decote. Ela olhou para seus ombros e braços que começavam a crescer, cobertos por um suor quente que realçava os músculos em crescimento arrebatador. Os ombros viraram bolas massivas e ela olhava para os antebraços que ganhavam definição a cada segundo. Institntivamente, ela fez um flex de bíceps e viu crescer uma montanha de músculo dividida ao meio por um corte preciso e delicioso. Ela correu o dedo por aquela fenda sem acreditar, cheia de prazer. O prazer ficou tão intenso que suas pernas não aguentaram, mesmo com a força descomunal que ganhavam a cada segundo. Penny caiu de joelhos, enquanto suas coxas viraram duas toras de pura definição que rasgavam o jeans, transformando a calça num shortinho. As panturrilhas, agora duas bolas de músculo que podiam não podiam ser escondidas mesmo quando Penny era vista de frente, terminavam em tornozelos que mediam o mesmo que antes. Como tornozelos, joelhos e pezinhos continuaram do mesmo tamanho, o tamanho dos músculos era ainda mais dramático. Penny levantou o resto de blusa que ela ainda carregava para revelar oito gominhos de músculo, duros feito aço, que terminavam e pequenas veias que desciam até onde começava sua xoxota. Parece que muito mais sangue era bombeado pelo seu corpo, causando um tesão súbito que terminou numa série de orgasmos maravilhosos, que deixaram Penny no chão, extasiada.
Ela se levantou, espantada com a força descomunal que sentia no seu corpo. Descomunal também era o tesão que ela sentia. Todo o seu corpo pulsava, exalando um calor absurdo. Nunca experimentou um furor tão grande na buceta quanto naquela hora. Poderia foder 10 homens fortes e deixar todos eles acabados, e ainda tocar uma siririca depois. Mas tudo que ela tinha eram aqueles dois nerds, com ereções enormes saltando da calça. Depois de mansturbar Sheldon, que gozou com apenas duas estocadas daquelas mãos quentes e delicadas que Penny tinha, ela se virou para Leonard e disse:
- Você não. Você entra na máquina. Você vai virar o único homem no mundo capaz de encarar isso aqui. - e fez um duplo flex de bíceps que fez Sheldon gozar de novo.



Penny levantou Leonard como se fosse uma pena e o depositou dentro da máquina. Enquanto andava, ela sentia a força de seus novos músculos vaginais entre as pernas. Vorazes, eles soltavam um suco de cheiro forte e delicioso, prontos para devorar qualquer pau que encontrassem pela frente. Mas ela não queria qualquer um.
Ela ligou a máquina, que tremeu, causou picos e luz e parou. Leonard saiu e, minutos depois, outra transformação teve lugar. Penny assistiu aquilo tudo com uma ansiedade tão grande quanto seu tesão e o resultado não desapontou: Leonard tinha virado um garanhão musculoso e, do meio de suas pernas, saltava o pau mais gigantesco que Penny já tinha visto.
- Ele é musculoso, também? - ela perguntou.
- Olha isso. - respondeu Leonard antes de "flexionar" o cacete, mostrando controle total sobre ele.
- Uau! - Penny tinha a boca cheia d'água quando avançou sobre ele.
A loira beijava a cabeça e enfiava aquele cacete na boca com voracidade impressionante, quando sentiu uma onda percorrê-lo.
- Já?
- Não se preocupe. De onde vem esse tem muito mais.
E tinha mesmo. Leonard despejou litros de porra na boca de Penny, sem que seu pau baixasse depois. Ela engoliu com gosto e disse:
- Sua vez de usar os músculos da boca.
Uma língua normal não conseguiria dar muito prazer a Penny, mas Leonard podia. Com aquele vai e vem no clitóris, ela não resistiu e recomeçou a chupar seu amante, num 69 tórrido, feito de músculos, tesão e pura energia. A gozada foi homérica.
Naquela noite, eles treparam em todas as posições, com Penny exalando poder sexual, que era prontamente correspondido por Leonard. Mas o ápice aconteceu quando Leonard quis enrabar Penny. O cuzinho musculoso de Penny era apertadíssimo, com toda aquela contração de músculos poderosíssimos. Mesmo para Leonard foi difícil penetrar aquele buraquinho rosado e rodeado por pelinhos loiros. No fim, venceu a força do cacete de Leonard, que bombeou até ambos chegarem ao clímax.
Deitados no solo, eles se entreolharam:
- Cansada?
- Você deve estar doido! - ela disse, antes de recomeçar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ekaterina e o Dr. Musculich

Alguns diziam que o Doutor Musculich era um louco. Outros, um gênio. Mas ele mesmo se considerava um obcecado. Era obcecado pela força.
Do alto de seu laboratório nos Montes Urais, na Rússia, o Dr. Musculich sempre observava os bois e os cavalos puxando arados nos campos, estudando a potência muscular dos animais. Mas o que o Dr. Musculich mais gostava era de se dirigir ao orgulho da vila, o maior moinho do mundo, movido a tração animal. O único capaz de moer com eficiência todo o trigo que a cidade produzia.
Apesar de tanto trigo, a vila era muito pobre. Todos trabalhavam para o mesmo senhor, que detinha as plantações, e muitos nem isso: ficavam à mingua, com fome, nas ruas.
Por motivos que combinavam eficiência e economia, eram usados 50 touros especialmente domados - bois não teriam força suficiente - para movimentar as pás e moer a grande quantidade de trigo.
Seriam necessários cerca de 1000 homens para mover aquele moinho. Se ele conseguisse dar a um homem a força de um touro, ele criaria 50 empregos.
"Um dia - pensava ele - talvez eu consiga fazer com que homens empurrem este moinho."
À medida em que o tempo passava, o Dr. Musculich aprimorava suas fórmulas e máquinas. Até que, muito velho, ele concluiu o que considerava ser o grande viabilizador do seu sonho: o catalisador muscular.
Era uma máquina que disparava raios atômicos, em quantidades mínimas, e podria potencializar o efeito do elixir da força, outra de suas invenções. Mais excitado do que nunca, ele falava consigo mesmo:
- Agora, só preciso de uma cobaia humana para testar. Mas quem seria voluntário para uma experiência de tamanho risco?
Teve uma idéia: a zona boêmia. Lá, toda a escória do mundo estava reunida. Toda estirpe de pessoas que não tinham nada a perder. Alguém haveria de ser voluntário.
Depois de ouvir todo tipo de insulto e gozações de bêbados e mendigos, o Dr. Musculea já se preparava para voltar pra casa quando viu uma jovem muito magra, castigada pela fome, preparando-se para se jogar no rio. Mais do que depressa, ele correu e agarrou a moça. Podia-se ver que, apesar da magreza extrema, a moça fora bonita um dia. Ela disse:
- Pare, por favor. Não tenho forças nem para lutar contra você. Me deixe morrer.
- Calma, existe esperança...
- Ainda que eu tivesse força nesses braços para trabalhar, existiria. Mas não existe esperança para os fracos.
Ele olhou os braços da moça e eles realmente eram puro osso. O Dr. Musculich então teve uma idéia: porque não usar uma mulher em seu experimento?
- E se eu lhe desse a força de que precisa. Melhor: a força de 20 homens!
- Não seja tolo! 20 homens? Há...
- O que você tem a perder?
A moça refletiu e disse... tem razão.
- Qual o seu nome, moça?
- Ekaterina.
- Musculich. Dr. Piotr Musculich.
Assim, os dois rumaram para o laboratório. Ela escorava-se no Dr. Musculich, parecendo pesar uma pena.
Musculich achou que não seria bom começar a experiência logo. Apenas serviu um jantar que ela comeu como a esfomeada que era. Em seguida, ela foi para o quarto e adormeceu.
O doutor esperou a noite chegar e começou o experimento. Com muita vergonha, Ekaterina se dirigiu para o lugar indicado. O doutor entregou um vidro do elixir para ela, que Ekaterina tomou de um gole. Ela sentiu seu corpo ganhar força, uma disposição que ela nunca teve antes, os batimentos acelerados, mas nada diferente de uma pessoa saudável.
Musculich então ligou a máquina de bombeamento de raios. O feixe de raios sai controlado e atingiu Ekaterina, que continuou apreensiva, mas sem reações anormais. De repente, Musculich não mais acreditava nos seus olhos. Os braços e pernas ossudos de Nadja foram se enchendo de tecido muscular. Com 10 minutos, ela já parecia uma mulher normal. E Ekaterina tinha formas maravilhosas. Fosse bem alimentada, ela seria como estava naquela hora: as coxas firmes e roliças que teminavam no bumbum arrebitado, os seios médios e empinados, as bochechas rosadas. A própria Ekaterina olhava e não acreditava no que via. Ela sentia que poderia finalmente trabalhar com aqueles braços firmes de camponesa.
Os medidores de força e vitalidade não paravam de crescer. A medida máxima, que era a força que um touro era capaz de fazer, não tinha chegado em 10% ainda.
- Mais! - disse o doutor, antes de aumentar a intensidade do raio catalisador.
A musculatura de Ekaterina começou a ficar aparente, ressaltada pela força que ela fazia contra as braceletes de aço que a prendiam à máquina. A cada minuto que passava, mais tamanho e definição eram adicionados aos múculos da moça. E mais força, o que era mostrado pelo medidor: 20%, 30%, 40%...
- Mais! MAIS! - Musculich gritava, sem perceber o que estava por vir.
O medidor de energia da máquina estava no máximo fazia muito tempo e não resistiu. Uma sobrecarga de raios, acompanhados de um grande clarão, tomaram conta do laboratório.
Graças aos óculos de proteção, o Dr. Musculich conseguia ver o que aconteceu em seguida. Os músculos de Ekaterina continuaram crescendo de forma descomunal. As pernas passaram de grossas a musculosas e daí a verdadeiros troncos de árvores formados por enormes feixes de músculos. Uma gota perfeita se formou na parte da frente da coxa, ao mesmo tempo redonda e definida. As panturrilhas, gigantescas, diminuiam drasticamente quando chegavam aos finos tornozelos. Os glúteos eram duas bolas firmes como aço, que flexionavam quase por vontade própria. Gominhos - ou melhor, gomaços - pareciam querem rasgar a pele do abdome e saltar. Entre eles, um sulco pronunciado que ficou ainda maior quando Ekaterina flexionou-os. O corte entre eles aprofundou-se e um pequeno filete de suor escorreu pelo vão formado pelos músculos. O filete correu até o sexo da camponesa, entumescido e com os grande lábios aumentados pelo processo. Aqueles grandes lábio seriam capazes de matar de prazer ou arrancar o pênis de qualquer homem. Ela levou a mão até a bucetinha e se mansturbou loucamente. Os seios, enormes e com bicos duríssimos, foram jogados para a frente por dois grandes peitorais, que em seguida foram separados por um corte definido entre eles. Quase se podia ver cada fibra muscular, quando Ekaterina tensionava os músculos. Os bíceps passaram de bolas de laranjas para melões e daí para duas grandes melancias, cortadas ao meio. Todo o efeito era aumentado porque a moça cerrava os punhos, apertando-os, e forçando os novos músculos dos braços. Quando a radiação cessou e a transformação terminou, Ekaterina olhou para os próprio braços e disse:
- O senhor queria me dar a força de um touro. O corpo, pelo menos, já está parecido. Sou uma toura!
Quando Ekaterina caiu em si e avistou o Dr. Musculich, viu o pior. Ele estava morto, numa ataque causado pela combinação de remédios para impotência catalisados pela máquina. Uma enorme ereção preenchia sua calça.
Ela cobriu o corpo respeitosamente, pensando em enterrá-lo depois, e disse para si mesma:
- Antes, vamos ver se a experiência funcionou, doutor.
Ekaterina sabia da obcessão do doutor pelo moinho e se dirigiu a ele. Lá chegando, viu que estava parado, pois era noite. Ela pegou uma das pás onde se amarravam touros e disse:
- Vamos ver.
Ekaterina começou a empurrar o moinho gigante. Cada músculo do seu corpo estava flexionado, na máxima potência. De repente ouviu-se um ferro rangendo. Eram as travas de ferro maciço se rompendo. O moinho estava em movimento somente com a força dos músculos de Ekaterina. Ela tinha a força de 1.000 homens e estava adorando. Mais testes eram necessários.

sábado, 19 de setembro de 2009

Promessa é dívida

2009 - Mundial de Atletismo de Berlim





sábado, 12 de setembro de 2009

Encontro de dois mundos- Parte 3

Mônica e Magali avançaram uma em direção à outra e ninguém sabe como o encontro das duas não derrubou a casa. Elas primeiro mediram forças punho com punho, as mãos entrelaçadas, uma empurrando a outra, sem conseguir mover a adversária.
Cebolinha olhava para tudo aquilo achando que estava num sonho. Os músculos tesos das duas, ressaltados pelo esforço, pulsando a cada demonstração de força.
Por mais que as duas fizessem força, omo aquela disputa das duas titãs musculosas não saía do lugar. Os superamendoins eram páreo para o espinafre. Logo, as duas se engalfinharam e forma para o chão. A essa altura as duas já estavam suadinhas e os músculos brilhavam, ficando ainda mais bonitos. Cebolinha enlouquecia com a visão: puro músculo encostando em puro músculo, as coxas musculosas de uma roçando as coxas musculosas da outra, bíceps gigantescos abraçados a bíceps gigantescos.
Mas Cebolinha não era o único que estava gostando daquilo. Magali sentia arrepios toda vez que os peitorais massivos de Mônica tocavam os seus. Num momento, quando ela conseguiu virar Mõnica, e prender com os braços, os glúteos redondos, firmes e definidos de Mônica tocaram seu abdome e um tremor correu o corpo de Magali. Mônica aproveitou-se dessa fraqueza e, de um só golpe, virou a lutaprendendo a cabeça de Magali entre suas descomunais coxas. Quando começou a fazer força, sentiu algo diferente. Era Magali que passava a língua entre suas pernas e tocava a calcinha. Bastaram três lambidinhas para Mônica ficar completamente molhada. Com o susto, ela parou tudo, envergonhada:
- Magali!
- D... desculpa. Eu não resisti. É que... quando eu te vi assim, quer dizer... seu corpo tá o máximo!
- O seu também tá incrível, amiga.
- Olha pra esse seu abdome. Aposto que você consegue dobrar uma moeda com ele.
Mônica riu. Mas Cebolinha já tava do lado dela, com uma moeda. Ele não queria perder aquilo. Mônica colcou a moeda no abdome e, em segundos, dobrou o metal no meio.



- Uaaau... - disse Magali, se aproximando e sentindo aquela barriga com as mãos. Depois, foi subindo pelo corpo escultural de Mônica.
Cebolinha, que não perdia um lance daquilo, reparou que ainda tinha um dos superamendoins, pequenino, no chão, e percebeu que era sua chance de também brincar. O superamendoim deu a ele alguns músculos e uma enorme disposição. Reparando naquilo, as duas deixaram o rapaz entrar na brincadeira.
Naquela tarde, os três descobririam muito mais que seus músculos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Encontro de dois (?) mundos - Parte 2

Com toda aquela força e mais determinada que nunca, Mônica partiu para recuperar o Cebolinha dos braços de Magali. Com esses braços - pensava ela - vai ser moleza.
Quando chegou à casa de Magali, Mônica viu pela janela que a ex-gulosa fazia pequenas exibições de força para Cebolinha, que praticamente babava nela. Com seu corpinho delicioso de competidora fitness fazia movimentos de ginástica artística no sofá, só de biquininho. Os lances que essa combinação produziam deixariam um beato de pau duro. E com Cebolinha não era diferente.
Mônica tentou abrir a porta e viu que estava trancada.
- Quem precisa de porta com um corpo assim?
Então, Mônica simplesmente atravessou a parede, deixando o formato de seu novo e estupendo corpo marcado nela.
Depois de se recuperarem dos dois sustos - o do barulho e o do novo corpaço musculoso de Mônica, começou o interrogatório:
- Mô... Mô... Mônica! Que músculos são esses?
- Gostou, gatinho? São todos seus...
- Meus?
- Isso. Vim salvar você desses braços magrelos da Magali.
Cebolinha corou e disse:
- E você vai me bater com o Sansão?
- Sansão? Isso é coisa do passado. Agora eu vou te bater é com essa Sansona aqui.
Mônica fez um flex de bíceps tão poderoso que uma verdadeira montanha de músculos saltou diante dos olhos de Cebolinha. No meio, apareceu o desenho de uma coelhinha super-musculosa.



Cebolinha não se conteve e começou a lamber aquele bíceps enorme. Magali olhava para tudo aquilo e não sabia o que fazer. Até que ela se lembrou de uns amendoins que ela ganhou de um cachorrão bobo, que disse que trabalhava pra Disney. Superamendoins, ele disse. Se tinha uma hora pra testar, era agora.
Ela correu até o quarto, pegou o saco de amendoins, desceu e virou na boca. De repente, um calor forte tomou conta dela. Seu corpo, já musculoso, começou a crescer mais ainda e ela podia sentir uma força descomunal aumentando com eles. As coxas grossas e mega-definidas podiam sustentar um prédio. O abdome trincado e os peitorais cortados eram capazes de parar balas de revólver. E, a julgar pelo muque, a queda de braço com Mõnica ia ser disputada. No fim da transformação, sem saber porque, ela fez uma pose e sentiu a necessidade de gritar:
- Tra-la-láááá!
Cebolinha já tinha passado a lamber o abdome de Mõnica quando o barulho chamou a atenção dos dois. Apesar de não ser tão grande quanto Mõnica, a visão de Magali era impressionante. A tarde prometia.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Encontro de dois mundos - Parte 1

Bairro do Limoeiro, numa tarde qualquer.
Aqui mora uma gordinha dentuça que todo mundo conhece e um garoto que troca o r pelo l.
Acontece que a turma cresceu, já era quase adulta com seus 19 anos e os hormônios em polvorosa. Mas quem podia ser visto por aquela vizinhança era outro pessoal bem conhecido:
- Mas Olívia, tem certeza que o Gugu veio parar aqui?
- Claro, Popeye. O amiguinho dele mora em algum lugar...
- Ouviu o barulho de alguma coisa caindo no chão? Parecia metal.
- Não, Olivia. Deve ser impressão sua. Com todos os camarões do mar! Acho que encontrei a casa! Vamos.
(...)
Algum tempo depois, uma moça dentucinha passeia ao lado de um rapaz que não gosta muito de banho. Ela diz, em voz chorona:
- Nem acredito! Como o Cebolinha foi fazer isso comigo. Logo minha melhor amiga Magali.
- É, nem dá pra acreditar. Mas faz tempo que ele tá reparando nela, desde que ela fez aquela dieta e começou a malhar pesado. Também, né: a garota foi de gordinha a Miss Fitness!
- Pois é. Eu devia ter desconfiado que o Cebolinha gostava de forçudas. Todo aquele tempo apanhando e eu nem desconfiei. Burra! Agora tenho que curtir dor de cotovelo. E olha pra mim agora: uma dama. Não consigo mais fazer nada daquilo. Olha esse braço.
Ela flexionou um braço sequinho, que a maioria das meninas ia querer ter, mas pra ela já não servia:
- O que eu faço, Cascão? Cascão?
Quando olhou para trás, Mônica viu Cascão com uma lata nas mãos. Ele reclamava.
- Cara... tropecei nessa lata esquisita. Olha o que tá escrito: ISPINACHI.
- Não é ispinachi, bobão. É spinach, espinafre em inglês.
- Igual o que o Popeye comia pra ficar fortão?
- Igual ao que o Po... - nessa hora, uma idéia maluca passou pela cabeça da Mônica. Será? Bom, ela não tinha nada a perder. - Dá aqui esta lata!
Ela tomou a lata da mão do Cascão e comeu tudo de uma vez só. Mal mastigou e engoliu. Magicamente, o conteúdo da lata bateu até os seus pés e veio subindo... de uma forma diferente.
Os pezinhos delicados se tornaram fortes. Músculos começaram a se formar nos tornozelos e subiram pela panturrilha até formar duas bolas enormes, cortadas ao meio. Mais e mais músculos subiam e formaram duas coxas grossas feito troncos de árvores. Seis gominhos de músculos pularam da barriga fazendo POP! e os peitinhos - que viraram peitões - estavam em cima de duas massas de puro músculo que eram os peitorais. A musculatura continuou crescendo até atingir os braços. No movimento de ida até os punhos, os músculos cobriram cada centímetro formando bíceps enormes. Ao atingir os punhos, fizeram um movimento de bate e volta e desceram pelos braços fazendo-os dobrar de tamanho. Isso ficou evidente no maravilhoso duplo biceps que Mônica fez. Ao fim da transformação, ela flexionou todos os músculos do corpo, sua pele ganhou uma coloração bronzeada e um aspecto de metal, transformando a garota num perfeito troféu de fisiculturismo.
Cascão olhava para tudo aquilo boquiaberto, sem nem perceber a ereção que saltava de suas calças.
- Preciso recuperar um "calinha". - disse ela, com uma risadinha.

sábado, 13 de junho de 2009

Contos de amigos

Parte 2 – O corpo dela tinha muito mais músculos

** Por Krusty

Não deu nem tempo. Ela continuava com a perna erguida, pé direito na minha coxa esquerda, ela em pé e eu sentado na cama depois daquela foda excelente. Contraía e relaxava aquela batata da perna grande, grossa e musculosa, e aproveitava para fazer pular e voltar a esconder o músculo frontal da coxa, aquele que fazia a dobrinha do joelho. E eu de olho naquele tríceps que havia apertado meio que sem querer enquanto a pegava por trás. Senti que tinha uma banana atravessada em diagonal na parte externa do braço dela.

Eu havia acabado de descobrir que curtia demais os músculos da perna da minha namorada. Na verdade, eu havia acabado de descobrir também que ela tinha esses músculos meio escondidos. E ela parecia até mais empolgada e excitada com isso tudo do que eu – confesso que sentia um pouco de vergonha por estar ali babando em seus músculos, uma sensação meio que misturada ao enorme tesão que eu sentia. “Aperta que é seu”, ela falou, enquanto eu segurava aquele músculo pulsante na sua batata da perna.

Uma mão minha estava na panturrilha sarada, outra foi automaticamente para o braço. Como que eu nunca tinha reparado, em quase um ano, que ela era musculosa, não só sarada? Dava gosto fodê-la, com certeza, nisso a gente era muito bom. E eu já ficava louco de tesão quando ela ficava pelada. Acho que eu gostava tanto dos peitos e daquela bunda linda que pode ser que nunca tivesse mesmo reparado nos musculinhos adormecidos em seu corpo. A bunda dela era mesmo redondinha, empinada e dura, nem muito grande, nem pequena. Era coisa de louco. Só depois que eu iria perceber que a gostosura da bunda estava diretamente relacionada com a saradice do seu corpo – e aí eu já gostava mais da saradice do que só da bunda. E ela tinha peitão arrebitado, grande sem ser molenga, e eu ficava louco, claro.

Sem contar que ela gostava de sacanagem comigo. Gostava de me deixar louco. Fazia de tudo: me acordava no meio da noite chupando meu pau, me recebia pelada em casa, quando eu chegava, ou vestindo só alguma sainha e sutiã, gostava de posições novas, por cima, por baixo, de frente, por trás, fazia espanhola, gostava que eu chupasse seus peitões, se contorcia quando eu chupava sua bocetinha, depilava para ficar mais macia para chupar. Fazia uns três meses tinha até liberado o cuzinho – no começo não gostou e até chorou, mas depois que aprendeu passou a liberar sempre que queria “comemorar” algo ou fazer daquela vez mais especial. Vagabunda.

Ela se ligou que eu curti ver e apertar aquele músculo que saltava ali, da parte externa do seu braço, e fez umas bombadinhas com ele, minha mão ainda ali, apertando. “Nossa, você é musculosa, e eu nunca tinha percebido?”, falei, meio gaguejando de tesão. “Então você gosta de músculos, né?”, a safada retrucou, e já virou de lado, com o bração esticado e aquele tríceps bombando na minha cara. Mordi, beijei, chupei, lambi aquele músculo, sem deixar de, ao mesmo tempo, apertar sua bunda e aquelas coxas grossas gostosas e aquela panturrilha trincada.

Ela virou de frente e tirou a camisa, pra me deixar mais louco ainda, com aqueles peitões parecendo que iam estourar o sutiã, as marquinhas de bronzeado escapando pelos cantos. E flexionou o bíceps, de frente pra mim, e eu vi aquele montinho de carne enrijecer e formar um muque maior do que o meu, como se tivesse meia bolinha de tênis cortada e enfiada por baixo da pele. Ela ficou parada, olhando o próprio muque, e esticava e flexionava o braço, vendo o músculo crescer.

Flexionava devagar, o músculo crescia lentamente, quando eu achava que já estava grande, crescia mais ainda. Flexionava rápido, o braço dela dobrava de grossura, a pele parecia que ia rasgar. Ela ficou um tempão assim, e eu babando e apertando esse muque. Ela flexionava com o punho cerrado, pulso virado pra cabeça, e o bíceps era como a metade da bola de tênis. Sem esticar o braço, girava o punho para fora, e o músculo se esticava ainda mais, sem diminuir de tamanho. De repente ela até fez o bíceps dar uns 5 ou 6 pulinhos, aí eu não agüentei e tasquei uma chupada nesse muque. Eu estava adorando, mordi o músculo e ela fez ele inchar e relaxar várias vezes bem na minha cara, na minha boca, e eu estava extasiado.

Ela me empurrou pra trás, então, e tirou o sutiã. Aqueles peitões duros e arrebitados e grandes me deixavam explodindo de tesão, mas na hora que ela flexionou os dois braços, na altura dos ombros, e eu vi aqueles músculos explodindo nos braços, eu me perdi, de verdade. Agarrei uma mão em cada muque e caí de boca naqueles peitões, chupei-os inteiros, os biquinhos ficaram saltados e as auréolas, escurecidas. Tudo isso sem soltar os brasços dela, e ela sem parar de dobrar e abrir os antebraços, fazendo os bíceps crescerem e diminuírem.

Ela me empurrou pra trás e veio por cima de mim, sem mudar a posição, aquelas tetas grandes bem na minha cara, os muques bombando e minhas mãos apertando. Sentou no meu pau e cavalgou, falou para eu não parar de chupar seus peitos, nem de soltar seus músculos. E começou a falar, meio alto até: “Então você gosta de músculos, né? Aperta meus músculos, aperta. Vou ficar mais forte ainda, vou ficar bem musculosa pra você”. Nem preciso falar que eu gozei de novo nessa hora...

Mas ela não deixou eu tirar, esticou o corpo pra trás, e voltou com os músculos bombando, os braços flexionados para dentro, à frente do corpo, os dois antebraços paralelos, acho que dava até para ela segurar os cotovelos. A visão daqueles bíceps e daqueles tríceps ao mesmo tempo era sensacional, ela apoiou uma mão no chão, do lado do meu ombro, e ficou com um braço esticado, servindo de apoio, para que ela ficasse debruçada sobre mim bombando aquele muque do outro braço para eu lamber, beijar e morder. Gozei pela terceira vez, e não tinha nem dois minutos que eu tinha gozado, nunca tinha conseguido duas em tão pouco tempo. Realmente aquilo estava demais.

Depois conversamos sobre isso, ela o tempo todo flexionava o muque ou a batata da perna, sempre que dava uma deixa, só para me provocar. Eu falei que não sabia que gostava, mas que estava adorando. A gente combinou de voltar pra academia, pegar pesado e atpe usar uns suplementos. “Quero crescer”, ela falou. “Acho bonito corpo com músculos, vou ficar musculosa, mais gostosa pra você”.

Depois eu conto o resultado.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mamãe bíceps - Parte 2

Depois que a Dona Livia entrou em casa, eu não conseguia mais me concentrar. Fingi que ia pegar alguma coisa, como desculpa para entrar na casa. Quando entrei, ouvi uns sons que não conseguia identificar bem. Segui os sons e cheguei até o porão. Espiei pela porta e vi uma cena ao mesmo tempo comovente e excitante.
A Dona Lívia chorava e exercitava os bíceps, num misto de raiva e tristeza. Ela tava puxando um ferro muito pesado, sentada no banco. As lágrimas caíam e explodiam naqueles bíceps imensos. Ela soltava gritinhos, a cada movimento. Ela olhou para o lado, me viu e se assustou. Eu pedi desculpas. Ela parou, respirou fundo e começou a chorar aos prantos, dizendo:
- O que eu faço, Alex? Meu filho me odeia! Ele tem vergonha de mim!!!
- Calma, Dona Lívia... é só uma fase...
- Uma fase!!!! - Ela se levantou e atirou aquele peso enorme como se fosse uma pluma. O peso bateu na parede, fazendo um rombo. Que força tinha aquela mulher! Ela continuou:
- Essa fase já dura quase dois anos! Será que meu próprio filho não enxerga como eu estou bem comigo mesma? Que tristeza, Alex...
Ela veio em minha direção e se atirou nos meus braços, aos soluços. Eu disse:
- Calma, Dona Lívia. Vou conversar com ele, tá bom? Ele vai entender. A senhora tá uma gata.
- Ela levantou a cabeça e me fitou nos olhos. Engoli seco. Quando ia pedir desculpas, ela disse:
- Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas.
Diante daquela montanha de músculos, gaguejei:
- C... cl... claro, Dona Lívia. Com todo respeito, se a senhora não fosse a mãe do Wagner...


"Quando ia pedir desculpas, ela disse:
- Você acha mesmo? Não acha meus músculos horríveis? - e fez um flex de pernas."


Ela sorriu, com os cabelos tampando metade do rosto e as útimas lágrimas ainda correndo pela pele,e disse:
- Não precisa ficar com vergonha, não. Sabe, eu já cheguei numa idade em que a gente não precisa mais de rodeios. Eu também te acho um gato, Alex.
Em seguida, ela se aproximou de mim e me beijou. Enquanto nos beijávamos, eu passava as mãos pelo rosto, pelo pescoço e pelas costas dela, aproveitando cada centímetro daquele corpinho definido. Desci minha boca pelo pescoço e a sensação era incrível. Dava para sentir cada fibra muscular, cada veia saltada tocando meus lábios. Ela era definidaça! Quando desci um pouco abaixo do pescoço, senti uma força enorme me afastar com um leve toque:
- Ainda não...
Ela se afastou de mim a passos lentos e sensuais. A curvinha da bunda e as pernas musculosas se moviam diante de mim, me deixando louco. De repente ela parou e fez um flex de um braço, de costas. Logo em seguida, flexionou o outro biceps. Para completar aquele espetáculo da natureza, as costas formavam uma enorme asa cortada ao meio por uma linha que dividia seus músculos.
Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas. Seriam duas bolinhas de músculos, não fossem os cantinhos formados pela definição muscular e o corte no meio. Ela afastou novamente as pernas, para depois fazer um flex de abdome. Meu Deus! Aquela barriguinha cheia de gominhos que faziam o umbigo desaparecer sob eles era linda. E a coxa? Os músculos pareciam querer fugir daquela perna, tão saltados que eram. Dona Lívia olhou para mim, flexionou mais uma vez um dos bíceps e lambeu aquela montanhazinha dura e definida. Depois, com a outra mão, fez um sinal de "vem", com os dedinhos.


"Como num movimento de dança, ela se virou cruzando as pernas, para em seguida ficar na ponta dos pés, revelando panturrilhas grandes e muito definidas."

Foi como se tivessem soltado um touro em direção a uma vaca no cio. Os dois tiraram a roupa antes mesmo de eu chegar até ela. Eu caí de boca naqueles músculos todos, chupando os bíceps e subindo pelos braços até chegar aos peitorais, e daí para os peitinhos. Ou melhor: megapeitões, depois do silicone. Quanto mais ela gemia, mais eu chupava. Fui descendo com uma gula absurda pelo abdome, a sensação gostosa daqueles gomos durinhos nos meus lábios até que, quando dei por mim, estava de cabeça para baixo, no ar! Aquela cavala tinha me carregado até me colocar numa posição estratégica: minha boca na xoxota dela, a boca dela no meu pau.
Caramba. Não sei se são os anos, mas a mulher era uma máquina de boquete. Parecia uma ordenhadeira de porra. Ela sugava, com vontade, e depois se afastava para beijar e estimular a chapeleta. Gritei:
- Não tô aguentando. Vou gozar...
Nessa hora, a sensação foi inacreditável. Parece que ela sentiu minha porra chegando e puxou ela com a boca. Foi uma gozada monstruosa, que ela engoliu até o fim. Ela limpou a boca com a língua, se deitou com aquelas pernaças abertas e disse:
- Agora termina o que começou...
O grelo dela tava durinho, excitado. Chupar aquilo ali como se fosse um sorvetinho ia ser moleza. Eu comi muito a buceta dela com a língua. Na hora de gozar, ela gritou feito uma loba uivando para a lua. Disse no ouvido dela:
- Que gozada foi essa?
Ela me olhou com uma carinha sacana e disse:
- Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo.


"- Meu clitóris cresceu um pouco, o que deixa o sexo 100 vezes melhor e os orgasmos de outro mundo."

Depois ficou de quatro e disse:
- Me come agora, vai. Quero esse pauzão na minha buceta.
A visão daquela bunda musculosa de quatro, os glúteos redondos e duros, as coxas grossas e cheias de força, os pezinhos um pouco sujinhos de pisar o chão, as costas fazendo uma curva sensual e cheia de relevos, fez meu pau endurecer na hora.
Comecei a meter com um tesão que nunca tive com nenhuma gatinha. E olha que eu já comi gatinhas beeem tesudas. Acontece que ela podia sentir cada centímetro do meu pau, de tão duro que tava. - E ela reparou:
- Nossa, que cacete duro. Quem era meu marido pra ficar assim.
Como todo homem gosta de se sentir superior a outro, acho que fiquei ainda mais duro naquela hora. Um cheiro gostoso de sexo tomava conta do ar.
Eu metia naquela bucetinha ensopada, sentindo a dureza daquela bunda batendo nas minhas coxas. Meu tesão era incontrolável. Eu passava as mãos nas coxas dela, sentindo cada relevo daquela escultura humana.
Eu não conseguia mais segurar a gozada de jeito nenhum, quando ela disse:
- Vem, goza! E deixa o resto comigo...
Soltei um urro gigante ao gozar. Sorte ninguém ter aparecido depois. Garanto que nunca senti tanta porra saindo de mim. Quando meu pau começou a amolecer e sair de dentro dela, senti uma força apertando ele. Eram os músculos da Lívia (a essa altura, o "Dona" já era dispensável). Mas não os da vagina, os do bumbum! Eram tão fortes que conseguiam prender meu cacete. Ela então flexionou uma banda de cada vez. A visão daquilo era incrível. Direita, esquerda, direita, esquerda... em pouco tempo daquilo meu cacete já tava em ponto de bala, de novo. Ela me deitou no chão e veio por cima, com um nível de gula e calma que só uma mulher experiente saberia dosar. Só que antes, ela tinha pegado um brinquedinho: uma barra de 50kg. Isso mesmo: a mulher começou a fazer agachamento em cima do meu pau!!
Ela subia e descia, e todos os músculos dela ficavam cada vez mais inchados pelo exercício. Eu vi os bíceps quase duplicarem de tamanho na mina frente, o abdome ficar molhadinho de suor, o músculo da coxa pular tão alto que parecia querer se desgarrar. tudo que conseguia fazer era apertar as panturrilhas duras e definidas, sentindo aquele cortezinho no meio delas aparecer e sumir. Quando ela gozou, colocou a barra atrás do pescoço e apoiou os braços sobre ela, fazendo força. Juro que a barra fazia uma curva quando ela colocou o peso no chão. Ela disse:
- Minha sensibilidade tá no auge. Não tô podendo nem usar calcinha. O tecido roça no meu grelinho inchado e me deixa louca.
Só de ouvir aquilo eu gozei, feito um bobo. O jato de porra atingiu o abdome dela, que espalhou aquilo pela pele, flexionou os gominhos e disse:
- Brilhando eles ficam mais bonitos, né?
Não aguentei e caí de boca neles, o que deixou meu pau duro mais uma vez. A mulher era uma viagra ambulante. Uma viagra bem musculosa, verdade. Ela viu isso e mostrou que ainda tinha um truque guardado.
- Senta aqui. - disse.
Em seguida, ela moeçou a me chupar fazendo flexões. E chupar gostoso! Lambendo, segurando um tempo no ar e mordiscando e tudo o mais. A força daquela mulher era incrível e ela fazia questão de mostrar. Ela ficou naquela até eu quase gozar. Depois, com aqueles bíceps gigantescos, tocou uma pra mim com tanta força e maestria que a porra voou longe.
Ela riu e comentou:
- Por hoje acho que tá bom. Não quero esgotar um amante tão bom logo da primeira vez. A gente se fala.
Ela pegou as roupas e entrou para casa. A visão daquele corpinho sexy e musculoso correndo, as pulinhos, mal tocando o chão com os pés, ainda me causou uma derradeira ereção. Eu me compus, o quanto era possível, e ia saindo. Foi quando uma mão me cutucou.
Esperando encontrar o Wágner, puto, me virei. E dei de cara com a Luiza. Ela carregava uma câmera filmadora numa mão. A outra ainda cheirava a uma siririca muito bem tocada. A gostosa mostrou a câmera e disse:
- Você tá na minha mão... entendeu?

O que ela queria em troca do silêncio fica pra outra hora. Abraço, Carteiro.

Alex

Contos de amigos

Parte 1 - Começou com um batatão e me deixou louco

** Por Krusty

Eu não sabia que gostava de musculosas até perceber que minha namorada tinha batatas da perna muito maiores do que as das outras minas que eu pegava. Eu sempre tive meio que uma tara por pernas, mas nunca tinha associado isso a músculos. Na escola, quando era mais novo, tinha uma guria que tinha batatão, maior do que de qualquer outra pessoa que eu já tinha visto, mas eu nem me ligava muito, não – na verdade, até pagava um pau pra mina, mas por que ela tinha uma bunda grande e um rosto lindo também.

Mas um dia minha mina foi fechar uma janela, meio que ficou na ponta do pé e eu vi a marca do músculo na panturrilha dela. “Nossa, que batatão”, comentei. Ela percebeu, e começou a contrair e relaxar a panturrilha, meio que girando a perna, meia volta pra lá, meia volta pra cá. De modo que eu via aqueles músculos se movimentando por todos os lados e de todos os ângulos possíveis. Incha, solta, incha, solta.

Pele morena, pés descalços, minha mina era mesmo gostosa pra caramba. A ponto de que eu, volta e meia, ficava pilhado por causa de ciúmes, e olha que eu sou de pegar mulher a rodo, não precisava, mas eu pagava um pau pra minha mina mesmo. Gostosa.

Foi ela que percebeu, mas eu nem tinha me tocado. “Nossa, então você gosta disso, é?”, ela perguntou quanto viu que eu estava de pau duro ali, agachado do lado daquelas pernas torneadas. Aí que eu me liguei, e falei pra ela que eu também estava surpreso, que não sabia que sentia tesão nos músculos da perna dela. Comecei a apertar aqueles dois batatões, cheguei até a dar umas duas ou três mordidas. O lance que eu curtia, percebi na hora, era me ligar nas entradinhas que o músculo contraído criava, as dobras dos músculos, as saliências daquelas pernas gostosas.

Ela esfregou o pé no meu pau duro, e eu fiquei louco, já ia levantar pra comer aquela vagabunda gostosa quando ela meio que me segurou com o pé, de leve, fazendo sinal pra eu ficar ali, sentado no chão. E nisso que ela ergueu a parte da frente do shortinho preto que usava, para mostrar a frente da coxa, e dali, em meio a um movimento delicado e rápido, pula uma tira pra fora, meio que querendo rasgar a pele. Eram os músculos da coxa, ela percebeu que isso me dava tesão e deu um jeito de bomba-los para mim, bem em frente à minha cara. Não agüentei e tasquei uma dentada e lambi aquela coxa na hora.

Ela havia sido atleta quando criança, isso eu sabia, daquelas que treinavam sofrendo, acho que era natação e algum esporte do atletismo, não lembro. Mas como a gente tava junto tinha quase um ano e ela nem correr da chuva corria, não imaginava que ela tivesse músculos. Sabia, claro, que ela era sarada – pô, eu comia ela quase todo dia, e a gente adorava inventar umas sacanagens novas. Mas o músculo ali me pegou de jeito. Talvez eu que não quisesse ver antes, talvez tivesse visto e esquecido, sei lá. Sei que agora eu estava vendo, e tendo e ficando louco, e ela estava adorando a idéia de eu curtir seus músculos.

Ela meio que agachava de lado e a tira sobre a coxa saltava, um degrauzinho entre coxa e joelho se formava e o mais legal: ficava um vãozinho na lateral da coxa, entre a cintura e o joelho, na parte externa – músculo pra cima, músculo pra baixo e um vão no meio, enquanto eles incham. Ah, não deu outra: o short já era a essa altura, rapaziada. Arranquei short e meti ali sem nem tirar a calcinha dela. Ela de pé, curvada pra frete, e eu de olho naquelas panturrilhas ali.

“Fica na ponta do pé pra eu ver os músculos”, eu pedi, e ela atendeu na hora. “Aperta os da coxa”, ela pediu, fazendo um movimento que parecia que as coxas dela iam explodir enquanto eu metia. A boceta dela parecia que estava mais apertada, quando ela contraia as coxas. Ela percebeu que eu curtia e ficou apertando e soltando meu pau com a boceta. E quem explodiu fui eu, ela gozou junto, e na hora de levantar seu corpo eu a puxei pelo braço e percebi que ali rolava um músculo saliente também, na região do tríceps.

Ela levantou uma perna, de frente pra mim, e subindo o joelho até a altura da cintura colocou o pé na minha coxa, do lado do meu pau, fazendo o movimento de bombar e relaxar os músculos da batata da perna e da coxa. Eu estava louco, pronto para mais uma, e já querendo ver aquele músculo do braço dela crescer na minha mão. A foda ia continuar ali mesmo.

Mas isso eu conto outra hora.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Mamãe biceps - Parte 1

Olá, Carteiro. Não tenho músculos desenvolvidos, nem sou mulher. Sou um rapaz de 21 anos que não sabe mais o que fazer da vida, de tão difícil que está minha situação. E vou contar porque.

Há cerca de um ano e meio, a mãe do meu melhor amigo tinha acabado de se separar. Ela ficou muito mal. Meio em depressão, mesmo. Foi quando tudo começou.
Um dia, estávamos todos na piscina. Luiza, a filha dela e irmã do meu amigo, apareceu. A irmã do Wagner é um tesãozinho. Estilo fitness, loirinha, toda empinadinha. Inclusive o nariz, pro azar da galera. Mas, em matéria de corpinho... Nesse dia, a safada tava com um shortinho jeans microscópico, bem enfiado. Enquanto ela andava sobre aqueles chinelinhos plataforma, dava pra ver as panturrilhas bem feitinhas, saltando, e as coxas desenhadas por horas e mais horas semanais de academia. Meu olhar foi subindo pela barriguinha saradíssima até chegar nos seios siliconados, enormes e redondos e depois nos braços elegantes e torneados. O músculo do tchau tava em dia, quando ela acenou pra gente. Aliás, bota em dia nisso. E ela tinha mania de fazer um biquinho... Quando alcançou a beira da piscina, ela lançou os chinelinhos com os próprios pés, para o lado, num movimento entre bailarina e stripper. Em seguida se abaixou, num movimento sensual, com o pezinho meio levantado - sabe? - e tirou os shorts. Rapaz... aquele bumbum conseguia ser mais empinado que o nariz dela. Luiza logo pulou na piscina, fazendo um pequeno intervalo no show, que recomeçou quando ela se deitou para tomar sol. O ângulo em que eu estava dava uma visão privilegiada daquele pequeno monumento.


"Rapaz... aquele bumbum conseguia ser mais empinado que o nariz dela."

Quando eu me preparava para o maior espetáculo da terra, apareceu o novo namorado. Ela se levantou de um salto e se pendurou no pescoço de um brucutu:
- Lindo!
Eu parei imediatamente de olhar, pois não queria confusão. Ela continuou:
- Matriculei a mamãe na academia. Ela precisa levantar o astral!
Escutei tudo aquilo meio incrédulo. Quer dizer.. a Dona Livia não combinava com academia! Ela é uma mulher culta, que vivia lendo. A gente até conversava muito, porque eu também adoro ler. Pra falar a verdade, a Dona Livia é um charme. Quarentona, cabelos loiros, os olhos azuis, a boca, o ar de madura, um corpo ainda bonito... Meio mané, o pai dele, viu? Como é que larga uma mulher assim? Se eu pudesse... Mas é mãe de amigo. Então, melhor nem pensar.
O fato é que ela topou. Meio relutante, mas topou. No início, ela ia duas vezes por semana. Os resultados foram rápidos, e ela mudou para três vezes por semana. De três para quatro, e aí ninguém entendia mais nada: a Dona Livia tinha virado marombeira?
A resposta veio uns seis meses depois. Fui à casa do Wagner pegar umas coisas e ela tava chegando do trabalho para trocar de roupa e ir para a academia.
- Oi, rapazes.
- Oi, Dona Livi...
Dona Livia entrou de tailleur e saia na altura dos joelhos. Quando olhei para baixo, meu queixo caiu: a panturrilha dela tava muito musculosa! Músculos que o salto alto deixava ainda mais evidente, a cada passo. Uma bolinha de músculos, cortadinha no meio. Ela percebeu minha secada e ficou um pouco sem-graça. Me virei e dei de cara com o Wagner. Me preparei para uma chamada de atenção, mas ele disse:
- Esquisito, né?
- O que, meu velho?
- Minha mãe. Tá exagerando na maromba. Agora ela tá cheia desses músculos horrorosos no corpo todo. Foda! Muito constrangedor.
- Cara, se ela tá se sentindo bem, deixa ela.
- Você fala isso porque não é sua mãe...
Ele tinha razão. Se fosse minha mãe, eu tava neurado. Como era a mãe dele, fiquei foi meio excitado. Aliás, eu nem sabia que gostava de mulher mais musculosa. Pra evitar maiores problemas, resolvi me afastar um pouco daquela casa. Ou melhor: sumir.
Nossa amizade continuava sem maiores problemas. O Wagner só estranhava toda aquela relutância em ir à casa dele. Mas assim se passou um ano e meio. Foi quando, numa tarde qualquer de sábado, ele me ligou:
- Alô?
- Olha, não quero nem saber.
- O quê?
- Tá tendo churrascão na piscina aqui em casa e você vem!
Engoli seco pensando em tudo o que eu poderia ver. Mas tive que dizer sim.
- Que horas?
- Agora.
Tomei um banho, troquei de roupa e fui. Quando cheguei, tava todo mundo na piscina - o Wagner, a delícia da irmã dele, o brucutu, nossos amigos - menos a Dona Lívia. Também não perguntei, pra não levantar suspeitas. Mas algo dentro de mim esperava ansiosamente vê-la.
O churrasco seguiu como todos os outros: muita cerva, eu pescando algum lance da irmã do Wagner e tentando alguma coisa com uma gatinha ou outra. Até que a voz da Dona Lívia quebrou aquela algazarra:
- Wagner, meu filho. Telefone pra você.
Quando a Dona Lívia chegou com o telefone na mão eu quase tive um ataque. Pra início de conversa rosto continuava lindo e ela tinha colocado silicone. E como tinha crescido! Da blusinha sem mangas saltavam dois braços torneadinhos, cujo ponto alto eram os bíceps cortados pela veia responsável por bombear sangue naqueles músculos poderosos. Um shortinho revelava coxas que eram de uma grossura e definição que deixavam para trás as da Luiza. E de longe. E as panturrilhas eram um capítulo à parte. Chamar aquelas maravilhas de redondas, grandes, duras e, definidas é pouco. Todos os adjetivos do português não fariam jus a elas. Só posso dizer que foi difícil não cair de joelhos diante delas e começar a beijá-las.


"Um shortinho revelava coxas que eram de uma grossura e definição que deixavam para trás as da Luiza. E de longe."

Um grito do Wagner interrompeu minha viagem naquele corpo:
- Pô, mãe! Já falei pra você não vir aqui. Você me envergonha na frente dos meus amigos.
A Luiza veio em defesa:
- Pô, irmãozinho. Relaxa. A mamãae tá linda e orgulhosíssima do novo corpo dela. Não é, mãe? Mostra o "bracinho" aí pra galera. - Ela disse, sorrindo.
Dona Lívia flexionou timidamente o bíceps, e eu vi crescer uma bolinha delicada e ao mesmo tempo gigante, meio pontudinho em cima. Era de de deixar qualquer cristão louco. E eu tava.
Era preciso tomar uma atitude, e rápido. Fazer não sei o quê, mas fazer.

O que eu fiz? Na próxima carta eu te conto. Assim você pode me dar um conselho, quem sabe. Grande abraço, Carteiro.

Alex

terça-feira, 7 de abril de 2009

Se são músculos que você quer... - Parte 2

Caro Carteiro,

Depois de tudo o que aconteceu, eu estava arrasada. E o pior: mais gordinha que nunca. Também, com tanto choro e sorvete... Uma amiga, a Dri, me visitou:
- Nossa, Bia. Você tá péssima.
- Pois é, amiga. O Digo me trocou - e tome choro.
- Fiquei sabendo. Pela Nati, né? Ela tá esquisita, musculosa. Que corpo horrível!
- Pois é, mas o Digo adora! E eu quero ser como o Digo gosta! - tome mais choro.
- Quer?
- Quero!
- Então corre atrás, ué. Meu personal é ótimo, posso te indicar. Tenho até que segurar a onda dele pra ele não me deixar muito fortinha.
Ela fez um flex de braço e um pequenino biceps saltou.
- Nossa, Dri.
- Gostou? Anota o telefone dele. O cara é apaixonado por fisiculturismo.
Liguei e combinamos. Luis, o personal, cuidou de tudo. Avaliação física, dieta, fichas de exercícios. Depois da primeira sessão, eu estava muito empolgada. Logo eu, sempre tão preguiçosa. Mas eu tinha duas das maiores motivações que alguém poderia ter: amor e vingança.
Arrumei uma revista FLEX com um poster da Marja Lehtonen e pedi pra um amigo reproduzir em tamanho natural, pra mim. Preguei na parede do meu quarto para comparar. O Digo só me veria quando eu estivesse igual ou maior.
Sentei em frente ao poster e comecei a viajar. Me imaginei com aqueles braços musculosos, os bíceps enormes e cortados, as coxas grossas e muito definidas, as panturrilhas que podiam ser vistas mesmo de frente. Um tesão diferente tomou conta e, quando dei por mim, já tinha gozado. Dormi cedo, porque no dia seguinte tinha maromba.


"Arrumei uma revista FLEX com um poster da Marja Lehtonen e pedi pra um amigo reproduzir em tamanho natural, pra mim. Preguei na parede do meu quarto para comparar. O Digo só me veria quando eu estivesse igual ou maior."

Claro que não se constroem um músculos gigantes em pouco tempo. Por isso, passei a usar apenas roupas muito largas, que escondiam todo o meu corpo. E evitei o casal a todo custo, claro. Nessa brincadeira, passou um ano. O Luis era meu melhor amigo e quem passava mais tempo comigo, num dia. O som de pesos batendo ficou familiar: clang, clang, clang. E os resultados começaram a aparecer. Em casa, no espelho, eu já via uma competidora figure. Estilo Juliana Malacarne, com pernas parecidas, inclusive. Enquanto eu admirava meus progressos, a campainha tocou. Vesti uma roupa larga e desci. Era a Dri.
- E então, como vão os progressos?
- Você não vai acreditar!
Levantei a calça e, sobre meu chinelinho, foram surgindo tornozelos delineados que terminavam numa panturrilha que, se não era das maiores do mundo, era muito definida. Fiquei na ponta dos pés, flexionando, e o músculo pulou.
- Uau! Tá bem, hein?
- Você ainda não viu nada.
Mostrei o abdome, e forcei até aparecerem 6 gomos cortados e duros. A Dri passou os dedos entre eles de um jeito que até me encabulou um pouco, antes de dizer:
- E o muque? Já tá maior que o meu? Mostra, vai!
Quando puxei a manga e fiz o flex de bíceps, ela quase caiu pra trás:
- Tudo isso em um ano! Fala: é bomba? Não precisa segredo comigo...
- Claro que não! Só treino e dieta. Me aguarde, Dri! Vou ficar gigantesca!


"Quando puxei a manga e fiz o flex de bíceps, ela quase caiu pra trás:
- Tudo isso em um ano! Fala: é bomba? Não precisa segredo comigo..."


Promessa era dívida.
Mais um ano se passou. Eu puxava ferro, almoçava e jantava ferro, dormia ferro, respirava ferro. À medida em que os pesos batiam uns nos outros, quem ficava maciça era eu. Foi clang, clanG, claNG, clANG, cLANG, CLANG!
O Luis queria que eu me inscreve-se em algum concurso. Dizia que era lavada. Mas ainda não tava na hora. Mas, para o Digo, tudo levava a crer que eu estava no ponto. Eu me sentia ótima, gigante, cavala mesmo. Só que ainda faltava um teste final: o poster.
Posicionei a máquina fotográfica no automático, me coloquei na frente do poster e fiz a mesma pose da Marja, na frente dela. Quando vi o resultado, eu mesma quase caí para trás. Eu cobria toda a imagem da Marja Lehtonen! Era inacreditável. Senti uma sensação incrível de poder. Os detalhes do meu corpo? Você vai ter que esperar para ler. Agora, eu precisava ligar pro Digo. E pra Nati.
Marquei um encontro na minha casa. Disse que não tinha nada a ver a gente ficar sem conversar e tal. Os dois acharam estranho no começo, mas aceitaram. Marcamos para o mesmo dia. Tomei um verdadeiro banho de Cleópatra, passei um óleozinho que ressaltava os músculos e coloquei uma roupa especialmente escolhida - há meses - para este dia. Eu estava pronta.
No horário combinado, a campainha tocou. Eu gritei:
- Entrem e podem se sentar no sofá. Já tô indo.
Claro que o sofá estava virado para onde eu entraria, de forma que eles assistissem ao show de camarote. A última imagem que eu vi foi o Digo e a Nati de queixo caído. A partir daí, eu estava em êxtase.
Já eles viram entrar uma deusa. Eu usava um vestidinho tão curto, mas tão curto, que parte da minha calcinha aparecia. Daí para baixo era o mais espetacular par de pernas que aqueles dois tinham colocado os olhos. Um enorme par de coxas, grossas, estupendas, definidas, terminavam em gotas perfeitas que caíam em joelhinhos delicados e bem feitinhos. Onde os joelhos terminavam, começavam panturrilhas de parar o trânsito. Como os tornozelos são bem finos, os músculos das panturrilhas podiam ser vistos de frente, saltados, movendo-se junto com cada passo. Os pézinhos delicados, com unhas pintadas de branco, em cima de um par de saltos de cristal, sustentavam tudo aquilo. Quando eles conseguiram subir o olhar, viram seis gomos marcando o vestido na altura do abdome, e as alças do vestido revelando um decote feito de puro músculo. O corte perfeito e fundo no peitoral definido, as fibras musculares por toda a parte, os ombros grandes e delicados, ao mesmo tempo, o pescoço sustentado por trapézios feitos de aço. Um sorriso de confiança era ladeado por cabelos morenos e longos. E tinha os braços. Parei e fiz um duplo flex, fazendo surgir duas montanhas arredondadas. Se aquilo me dava tesão, imagine nos dois.
O Digo, coitado, já tava de quatro quando vi. E o melhor veio quando olhei pra Nati:
- Ahhhhh... a Nati tá em offseason, né. Grande mas tão macia... Vem sentir a dureza, vem. Lambe!
Flexionei a coxa e o Digo veio feito um cachorrinho. Ele lambia e pedia perdão:
- Desculpa! Perdoa! Eu sempre te amei!
A Nati não gostou daquilo e veio feito uma leoa:
- Solta meu namorado!
- Seu? Deixa ele decidir.
- Não! Isso decido eu!
Ela armou um soco e veio direto no meu estômago. Só que eu nem precisei flexionar. A mão dela bateu em mim e uma expressão de dor tomou conta dela.
- O que foi, Nati? Quer brigar pelo macho? Tudo bem...
Peguei a Nati pelo cabelo descolorido e joguei no chão. Nem eu sabia que tinha tanta força. Em seguida, pulei sobre ela e dei uma chave de braço. Como ela não podia se soltar, eu soltei uma mão, rasguei a calcinha dela e disse:
- Digo, uma última chupada de consolação. AGORA!
Ele não ousaria desobedecer uma ordem minha. Chupou a Nathália com gosto. Encheu a boca. A Nati gozou feito uma loba no cio.
- Agora é minha vez.
Arranquei o vestido do corpo de uma vez. RRRRRIIIIPP! Minha buceta, inchada, já não cabia no minúsculo fio dental. Coloquei minhas coxas na cabeça da Nati e disse:
- Você sabe o que fazer...
Ela chupava muito. Chlept, chlept, chlept. A língua dela batia em meu clitóris como um chicote macioe indolor. Depois massageava.
- OOOOH! OOOOOOOOHHH! - eu gritava feito uma louca.
O Digo batia uma punheta que terminou em litros de porra jorrados. Eu, com a Nati, ia às alturas. Me sentia sexy, poderosa, capaz de qualquer coisa. Gozei como uma potranca. Tanto que, ao terminar, olhei pro Digo, soltei ar quente pelo nariz e disse:
- Quero você!
O pau do Digo tava duro e latejando, de novo. Sentei naquele caralho e comecei a me movimentar. Os músculos do bumbum se movendo enquanto eu fazia isso eram um show à parte. A Nati não resistiu, e veio beijá-los. E a língua dela, atrevida, chegou a lamber meu cuzinho por muito tempo.
A sensação era impressionante. Acho que fui a primeira mulher a chegar à lua, quando gozei.
Testei meus músculos em todas as posições: papai e mamãe musculosa, musculosa de quatro, musculosa de ladinho - com destaque para a curvinha da bunda - musculosa em pé, frango assado com músculos, todas.
No fim, só de sacanagem, me mansturbei depois de mandar os dois beijarem meus pés.
Alma lavada, namorado recuperado, agora eu estava livre para viver minha vida. E ganhar campeonatos de fisiculturismo.
E a Nati? Bom, gordinha ela não virou. Muito pelo contrário, ela é minha maior adversária. A única que chega perto. E eu menti quando disse que aquela era a última chupada do Digo, nela. Afinal, nossa cama é grande. De vez em quando, tem espaço para mais uma.

Espero que tenha gostado, Carteirinho. Um beijo,
Bia

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mudança de visual.

Para facilitar a leitura, atendendo a pedido. Valeu pelo retorno.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Se são músculos que vocé quer... - Parte 1

Oi, Carteirinho. Meu nome é Bia e essa é a história de uma mulher (no caso, eu) uma amiga falsa e um namorado safado, mas daqueles que a gente não consegue viver sem. Coisas do amor.

Tudo começou num sábado. Na noite anterior, o Digo tinha me dado uma verdadeira surra de pica. Eu tinha gozado várias vezes e foi incrível. Mais apaixonada que nunca, servi o café da manhã para ele e perguntei:
- O que vamos fazer hoje?
- Não tenho nada programado, não.
- A gente podia almoçar com uma amiga minha, a Nathália. Encontrei com ela essa semana e ela sugeriu da gente encontrar. Você topa?
- Claro. Nathália é aquela sua amiga gordinha?
Aquele comentário me machucou, mas segurei a onda. Eu mesma não estava gordinha, mas tinha umas gordurinhas localizadas me incomodando. Tenho muita preguiça de malhar, na verdade. Mas estar cheinha não me incomodou até aquele momento. Tudo começou por causa do que eu tive que responder:
- Gordinha? A Nati tá malhando pesado. - Ou seja, agora, quem estava acima do peso, ainda que só um pouco, era eu.
- Ela emagreceu?
- Você não vai acreditar. Ela tá treinando de verdade. Fazia mais de um ano que eu não via ela e assustei quando vi: a Nathália agora é músculo puro. Biceps, triceps, essas coisas todas... achei até meio estranho.
O Digo fez uma cara esquisita. Em seguida, veio pra cima de mim,
me pegou e deu a trepada mais selvagem que a gente já tinha dado. Gozei loucamente e depois, ofegante e ainda meio sem entender aquele tesão repentino, disse:
- Tá inspirado hoje,hein?
- É... - ele disse antes de ficar pensativo.
A gente se arrumou e foi para o restaurante que a gente tinha combinado. Tava calor, então a gente foi para um restaurante com varanda. Esperando, sentados de frente para a entrada, vimos a Nathália chegar. A única coisa macia naquela mulher eram os cabelos tingidos de loiro. O restante era uma montanha de músculos, que chamava atenção de todos no local.
O vestidinho cinza deixava à mostra ombros e braços, ou melhor: músculos em cima de músculos. Colado ao corpo, não escondia as formas do abdome e o bumbum grande e duro. Curtíssimo, deixava à mostra pernas talhadas à mão. E o salto alto ressaltava as panturrilhas. O bronzeado, de quem tomava uma hora de sol por dia, deixava todo o conjunto ainda mais impressionante.


"Esperando, sentados de frente para a entrada, vimos a Nathália chegar. A única coisa macia naquela mulher eram os cabelos tingidos de loiro. O restante era uma montanha de músculos, que chamava atenção de todos no local."

Ela chegou, me abraçou, e em seguida foi cumprimentar o Digo. Ele quase derrubou a cadeira na hora de se levantar e disse:
- Oi, Nati. Tudo bom?
- Tudo. - e sorriu.
O almoço correu bem, muito divertido. Mas o Digo mal podia esconder seus olhares para a Nathália. Ele devia achar que estava sendo muito discreto. Ela fingia que ele não estava olhando. Eu estava incomodadíssima. Foi quando a Nati soltou essa:
- E aí, Digo? Quando você vai convencer a Bia a malhar um pouco?
Ele desconversou, disse que achava que eu tinha que malhar pra manter a saúde mas adorava meu corpo como era. De sacanagem, ela ajeitou o cabelo, mostrando um biceps enorme, e perguntou:
- Mas você é desses inseguros que têm medo de uma mulher forte, com músculos?
- Não, de jeito nenhum. Mas gosto da Bia como ela é.
Não sabia se ficava feliz com o que ele disse ou triste com o que ele fazia. A gente se despediu e foi pra casa. À noite, o Digo me comeu de um jeito mais selvagem ainda do que pela manhã. Eu começava a desconfiar que ele era tarado por mulheres musculosas, mas não podia falar nada. Ainda assim, arrisquei:
- Digo, o que você acharia se eu tivesse o corpo igual ao da Nathália?
Ele gaguejou todinho antes de se sair com a maior balela que já ouvi na vida:
- Gatinha... vou falar a verdade. Ela tá muito estranha. Eu não gostei, não. Prefiro você, toda macia, gostosinha.
Fingi que engoli, mas sabia que aquilo nao terminava ali. O que vou contar agora, o Digo só me contou muito tempo depois. Ele tava na casa da mãe dele, já que eu morava sozinha mas ele não, quando recebeu um telefonema. Do outro lado da linha, a Nati:
- Digo, a gente pode se encontrar? Preciso falar uma coisa com você.
- É sobre a Bia?
- Não, é um assunto particular. Você pode?
- Claro.
Marcaram e se encontraram na academia onde a Nati trabalhava, no fim do expediente. Sim, agora ela até trabalhava na academia. Quando o Digo chegou, tava tudo fechado. Só a Nathália tinha ficado lá, para encerrar o dia. Ela carregava pesos enormes com a maior facilidade, pra guardar. Ele disse:
- Pô, Nati. Que força de vontade, hein. Mudou de corpo mesmo. Tá um arraso.
- Você não viu nada. Olha só.
Nathália pegou vários pesos e colocou no legpress. Depois, sentou na cadeira e pediu que o Digo liberasse a trava. A visão daquelas coxas, de onde saltavam enormes e definidos quadríceps, deixou o Digo doido. Toda a definição podia ser vista sob o tecido colado ao corpo. Primeiro, as coxas formavam uma imensa gota de músculos toda vez que estavam extendidas, para depois voltar a ser uma massa cilíndrica e esculpida. A bundinha, redonda, mostrava cada fibra muscular. E, pelo ângulo em que ele estava, podia ver marcada na lycra o formato certinho da xoxota da Nati. Mais: a safada tava molhada com aquela cena toda! Dava pra ver, pela manchinha que se formou na calça.
Vendo que o pau do Digo tava quase pulando para fora, ela deu uma risada sacana, extendeu os pesos lá em cima e pediu que o Digo travasse o aparelho. As coxas grossas tremiam levemente. Depois de travado o aparelho, ela disse:
- Sabe o que é, Digo... é que eu sempre fui afim de você. Só não tinha coragem de dizer. Depois que reparei como você me olhava naquele dia, criei coragem pra marcar esse encontro com você e me confessar.
Em seguida, pegou a mão do meu namorado e pousou sobre a própria coxa, suada e pulsando pós o exercício.
- Eu sei que você me quer... - ela sussurrou no ouvido dele.
Aquilo era demais para ele. Digo abaixou e começou a tentar baixar a calça de Nati, que parecia grudada por causa dos músculos e do suor.
- Força, gatinho!


"Aquilo era demais para ele. Digo abaixou e começou a tentar baixar a calça de Nati, que parecia grudada por causa dos músculos e do suor."

Quando ele conseguiu se livrar das calças, das meias e dos tênis, começou a beijar freneticamente o corpo da Nathália. Começou pela bundinha forte e empinada, passou pelas coxas - a língua correu cada sulco delas, desceu até as panturrilhas e depois os pézinhos. Digo sentiu o sabor de cada pedacinho do corpaço da Nati, sorvendo cada centímetro. Em seguida, tirou a parte de cima da roupa e beijou o abdome cheio de gominhos, os peitorais definidos, o pescoço musculoso, os bíceps desenhados. A buceta, molhada, já tinha engolido um pedaço da calcinha. Ele arrancou aquela peça minúscula de algodão. Mas, quando ia começar a chupar aquele vulcãozinho quente e louco por sexo, Nati disse:
- Se você vai brincar, eu também vou.
Os dois começaram um 69 de derreter chumbo. Nunca se viu nada tão selvagem. Conheço o Digo com tesão. Ele devia estar inspiradíssimo.
Os dois gozaram juntos. A Nati sugou cada gota daquela porra espessa, mas o pau do Digo continuava duro feito pedra.
- Nossa, ele não vai baixar, não? Tá quase tão duro quanfo meus músculos...
- Com você, ele não vai baixar tão cedo. Cavala tesuda.
Os dois treparam até altas horas. O Digo gozou em todas as partes do corpo da Nati. Para terminar, ele comeu o cuzinho dela. A visão dela de quatro, gritando, refletida naqueles espelhos da academia, fez o Digo gozar feito um cavalo. A Nati pegou aquela quantidade absurda de porra e passou nos bíceps, fazendo um duplo flex em seguida.
Não dava pra competir com aquilo. Pouco tempo depois o Digo terminou comigo, em admitir o real motivo, e menos de um mês depois os dois desfilavam de mãos dadas.

Mas essa história não vai terminar assim, não. Ah, não... Você vai ver, Carteirinho. Me aguarde.
Bia

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O importante é humilhar - Parte 5

Ai, Carteiro! Tenho até dificuldade de escrever o que eu vou contar, agora.
Não é por vergonha, não. É que toda vez que me lembro me bate um calor... é complicado me concentrar, sabe? Mas vou tentar.

Quando estava no backstage quase vazio, após a competição, o Dr. Ricardo chegou.
- Veio apreciar sua obra-prima? - perguntei.
Ele sorriu e eu entreguei o troféu para o grande responsável por tudo aquilo. O troféu quase caiu das mãos dele.
- Putz... como é pesado!
- Sério? Achei tão levinho... - disse com um sorriso sacana.
O professor baixou o troféu, levantou os olhos e levou um susto. Lá vinha a Dani, enorme, com um caminhar sexy feito uma tigresa. Ela disse:
- Hmmmm... quem é o bonitão?
- Meu... er... treinador.
- Preciso ter uma conversa com ele, então. Você está impressionante.
Ela deu um soquinho forte no meu braço. No segundo, eu endureci o muque e a mão dela doeu.
- Ui... você é feita de concreto, gata!
Mal terminou de dizer isso, Dani correu as mãos pelos meus bíceps. Ela passava os dedos delicados pelos músculos duros e maciços que saíam do meu braço, sentindo minha incrível definição. Tentou apertar meus bíceps, sem sucesso. Em seguida, correu as mãos pelos meus ombros, enormes, e foi descendo pelos peitorais. Peguei o pulso dela e, apesar da excitação que aquilo me causava, disse:
- Para continuar fazendo isso, você tem que me pagar um drink antes.
Os três riram muito, mas ela tinha sentido meu coração bater acelerado e minha respiração ficar mais forte.
Na verdade, isso não era lá muito difícil de sentir depois que o tratamento me deu órgãos internos mais fortes, capazes de suportar minha nova musculatura. Por isso mesmo, o Dr. Ricardo também tinha ouvido e não conseguia esconder sua perturbação. Imagine o que passava pela cabeça dele. Bom, com certeza envolvia muitos músculos, suor, gritinhos e duas mulheres.
Mas Dani sabia que eu tinha gostado. Ela olhou para mim, com a maior carinha de safada, e disse:
- Nossa... eu só tava sentindo os seus músculos... Você pode fazer o mesmo, se quiser. - e colocou minha mão no bumbum dela. Fiquei sem graça, mas ela deslizou minha mão e disse:
- Pode sentir. Durinho, né?
"Durinho?" - pensei. "Esse bumbum é uma rocha!"
A sensação era tão gostosa que continuei correndo a mão por aquele bumbum esculpido, até chegar perigosamente perto do meio das pernas. Nesse momento, Dani travou os músculos da bunda e prendeu minha mão. Eu não conseguia tirar, mesmo com toda a minha força! A sacana abaixou um pouco o corpo, se virou e disse:
- Para você continuar fazendo isso, até dispenso aquele drink.
Uma onda de tesão cortou meu corpo como um raio. Minha buceta, que ja tinha "engolido" o fio do meu biquini, ficou imediatamente ensopada. Ela então soltou minha mão, que foi rapidamente ao encontro do seu destino.
A bucetinha da Dani estava molhada e quente feito um vulcão esperando por sexo. Enquanto eu mexia meus dedinhos por ela, Dani gemia e corria as mãos pelo próprio corpo.
Dr. Ricardo olhava para tudo aquilo, incrédulo. A visão das duas musculosas, eu mansturbando a Dani, ela na ponta dos pés, com as pernas entreabertas e bolinando os músculos era demais para ele. Uma imensa ereção saltou dentro da sua calça. Dani viu o pesquisador levar a mão dentro das calças e disse:
- Olha só... pelo menos um músculo dele é bem grande.
Ele sorriu. Ela continuou:
- Sabe o que é, professor: a gente tá com o óleo de competição no corpo até agora. Tem como você e a Mi tirarem o meu... com a língua?
Se o pau do doutor já estava duro, nessa hora ele realmente pulou para fora da calça. O Dr. Ricardo não pensou duas vezes e começou a beijar Dani pelos pés. Eu comecei pelas costas e pelo pescoço, inspirada pelo perfume maravilhoso daquela mulher musculosa.
Dani fez um duplo flex de costas. O doutor lambeu as solas dos pés, subiu pelas panturrilhas enormes e definidas e deu longas lambidas nas coxas até subir para o bumbum. Eu mordisquei aquele pescoço, os trapézios duros e saltados, e depois passei minha língua por toda a extensão daquelas costas. Para não brigar com o doutor, comecei a beijar os ombros de Dani, depois o pico dois bíceps e de volta para os ombros, até cair no peitoral. Daí para os seios foi um pulo. Durinhos, com os bicos ameaçando furar a parte de cima do biquini a qualquer momento. Afastei o tecido e beijei muito, mordiscando os mamilos levemente. Dani gemia e pedia mais. Eu descia pelo abdome definidíssimo, os músculos se mexendo enquanto ela se contorcia de prazer. Até que, no momento em que eu atingi sua xoxota, o doutor fez o mesmo, só que por trás. Duas línguas chupando a Dani! Ela delirava:
- Aaaaaaai! Que tesão! Me chupa! Isso! Vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaar... aaaah, que tesão!
Aquela mulher era uma ninfomaníaca. Sozinha, Dani conseguiria trepar com os 300 de Esparta. E pedir mais! Mal terminou de gozar, ela disse:
- Agora é a sua vez, Mi. Mas ele vai cuidar do corpo e eu de uma perte só...
Me deitei no chão. Dani abriu bem minhas pernas e começou a beijar ao redor da minha buceta: correu a língua por aquela região das coxas, pelo bumbum, até cair de boca na minha xoxota para iniciar a melhor chupada que já recebi na vida. Gulosa, ela engolia minha buceta enquanto sua língua trabalhava freneticamente.
O Dr. Ricardo beijava meu abdome - oito gomos de músculos duros e saltados - e depois subiu para os seios. Sempre fui muito sensível nessa área. Cada toque do doutor dobrava o tesão proporcionado pela Dani.
Peguei o pau do Dr. Ricardo e comecei a mansturbá-lo. Mas não uma punheta qualquer. Eu realmente polia aquele mastro. De cima abaixo. De cima abaixo.
Imagine a cena: a Dani de quatro, com aquele bumbum fenomenal para cima, me chupando. Eu deitada, de pernas abertas, os músculos da coxa escondendo a cabeça da Dani, e batendo uma punheta para o Dr. Ricardo. E o Dr. Ricardo, para fechar o ciclo, enfiou 2 dedos na xoxota da Dani. Os 3 gozaram quase ao mesmo tempo.
O Dr. Ricardo deitou-se, exausto. Dani olhou para ele e disse:
- Ahhhh... o pequeno gigante dormiu. Pra quem levanta o que a gente puxa na academia, levantar esse pau vai ser fácil.
Ela então ficou de quatro com as pernas entreabertas. Dava pra ver aquela bucetinha rosa e o cuzinho no meio de tantos músculos. Dani então flexionou o bumbum várias vezes, mostrando e escondendo seu rabinho. Ela dizia:
- Agora você me come. Agora não. Agora come. Vem, Mi!
O pau do doutor já estava quase lá quando eu cheguei. Fiquei de joelhos, sentada sobre os delicados calcanhares, a musculatura das coxas explodindo, e flexionei os peitorais. Numa boa: dava pra um cara gozar colocando o pau entre os músculos sob meus seios. É a posição que eu chamo de "Paloma Parra": uma espanhola musculosa.
Ao ver aquelas duas mulheres musculosas em poses sensuais só pra ele, o doutor ficou duro instantâneamente. Nessa hora eu angatinhei na direção dele e comecei a chupar a cabeça daquele pau. Quando ele estava no ponto, latejando, Dani chegou e sentou-se em cima dele. O professor deu um gemido e disse:
- Aaaawgh... que bucetinha quente. E como é apertada!
- Eu tenho músculos em lugares que você nem imagina, querido.
Ela subia e descia, num movimento igual ao do agachamento, enqunanto eu lambia cada músculo daquela mulher tesuda. Minha língua correu os peitos, os músculos do peito, os bíceps, o abdome e cada veia que descia rumo à xoxota. E eram muitas! Dani gritava:
- Mais! Mais! Ah, que tesão!
O doutor disse:
- Espera um pouco!
- O que foi, amor. Não tá gostando?
- Não é isso. É que lembrei da minha última experiência: a fórmula do prazer. Aumenta a sensibilidade milhares de vezes.
- Uau! E onde está?
- Na minha bolsa. Pode pegar, Mi.
Eu peguei e virei logo meia garrafa. O doutor disse:
- Calma. Basta apenas algumas got...
Tarde demais. A Dani já tinha tomado a outra metade. Segundos depois, um calor tomou conta de mim. Minha buceta parecia estar em chamas. Comecei a me mansturbar imediatamente enquanto a Dani martelava o doutor no chão e urrava de prazer.
- AAAAAAAHHHH! O QUE É ISSO? QUE TESÃÃÃÃÃO. APAGA ESSE FOGO NA MINHA BUÇA, DOUTOR. APAGA. QUE PAU GRANDE! AAAAAAI! VOU GOZAAAAAAAAAAAAAARRRRHHH!
- Agora eu! Agora eu! - eu gritava.
Ela saiu e começou a tocar uma siririca segundos depois de gozar. Eu fiquei de quatro e o doutor me comeu deliciosamente, enquanto via minha bucetinha babar de tanto tesão. Era incrível o quanto eu escorria. Na hora de gozar, arqueei meu corpo para trás e mordi a mão, abafando o grito. O gozo durou uns 2 minutos. Em seguida, me virei e chupei o pau do doutor até ele encher minha boca de porra. Suguei cada gota e lambi o canto da boca.
O doutor estava exausto, mas ele sabia que não podia ficar assim por muito tempo. Havia duas nifomaníacas insaciáveis para saciar.
Ele precisou de um bom tempo pra se recuperar daquela noite. Mas assim que se recuperou, nós marcamos uma sessão de treino no laboratório. Que agora também estava equipado com uma cama bem grande e reforçada.

Espero que você tenha gostado da minha história, Carteirinho. Quem sabe um dia eu não escreva mais sobre mim? Mas, por hora, é isso. Um beijinho dessa boquinha musculosa,
Mi.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Agradecimento

Obrigado e parabéns, Krusty. Você escreve bem pra caramba e suas histórias são muito boas. Todos os que quiserem contribuir, fiquem à vontade. Um abraço,
O Carteiro

Contos de amigos

A namorada que malhou para mim

** Por Krusty


Fernanda e eu já namorávamos há 2 anos quando eu comecei a notar um muquezinho nascendo em seu braço. Logo estávamos conversando sobre isso, ela flexionava os braços enquanto eu comentava que ela não tinha aquele muque antes, mas ainda apenas uma pequena bolinha se formava, quase imperceptível ao olho, mas que podia sentir nos dedos.


– Mas você gosta? Ela me perguntou. Eu não sabia, achava que não gostava, mas ver aquele pequeno músculo aparecer de um bracinho tão delicado começou a mudar meus gostos.


Fernanda era linda, devia ter por volta de 1,70, eu acho, era mais alta que a maioria das garotas de sua idade, 18 aninhos, 3 a menos que eu. Era magra, mas não como aquelas modelos, era o tipo de magra que tinha carne, um corpo “à lá Piovani”, seios médios, firmes. Eu era totalmente louco por ela. Seus cabelos morenos, até os ombros, valorizavam bastante os traços mestiços de seu rosto, linhas verticais e horizontais em harmonia ao redor de seu sorriso: uma perfeita alegoria da comunhão ocidente/oriente se via em seus olhos puxados e grandes.


Comecei a ficar fascinado pelo bracinho dela, de onde o pequeno muque surgira, aparentemente de um dia para o outro.

– Fer, o que você acha de começar a malhar um pouco mais pesado?, perguntei, ainda deslumbrado pela recente descoberta de que tinha tesão nos músculos de minha namorada.

– Mas daí eu vou ficar forte, minha genética é boa para isso, não sei se ficaria legal se eu ficasse forte.


– Vamos ver, eu adoraria ver, malha mais forte uns meses e a gente vai vendo os resultados. Se parecer que não vai ficar bom, você volta a treinar maneiro.


– Ta bom, vou fazer isso. - disse ela, sorrindo. – então você gosta disso, hã? Vou ficar forte para você. – e flexionou seu braço mais uma vez, bem em frente meu rosto, permitindo que eu desse uma leve mordiscada e um beijinho naquela batatinha.


Nos meses seguintes, fui percebendo uma certa evolução no corpo da Fer, veias apareciam com freqüência em seu braço, o muquezinho já era maior, mas ainda pequeno, as batatas da perna, essas sim, haviam aumentado muito de tamanho, e dava para ver musculinhos desenhados em sua coxa, quando ela agachava. Sua bunda, já muito bonita antes, havia atingido um nível de beleza e gostosura que eu jamais imaginara ver numa bunda. Como era linda e dura a bunda da Fernanda. Dura, redonda, arrebitada, nem grande nem pequena, minha porta de entrada preferida na Fernanda.


Ela passou no vestibular e foi estudar fora. Só nos víamos de fim de semana, e eu percebia com maior nitidez agora os contornos que o corpo dela estava ganhando.


– Você está gostando do meu corpo, não esta? – ela sabia que eu estava adorando – Lá do lado da faculdade tem uma academia muito boa, vou poder ir todo dia agora, você vai ver como vou ficar sarada para você. Olha isso. – Fernanda pos minha mão sobre sua barriga e curvou um pouco o tronco para a frente, enquanto eu podia sentir uma “parede” se formar sob sua pele. Ainda não dava para ver, mas haviam gominhos de músculo se formando ali! Não agüentei e mais uma vez terminamos a conversa com sexo.


A cada fim de semana eu percebia que mais forte e mais sarada Fernanda estava ficando. Perguntei se já não estava bom, afinal ela mesma dissera que tinha medo de ficar muito musculosa tempos atrás.


– Que nada, estou adorando. Olha, meu muque já está do tamanho do seu. – flexionou o braço, estava mesmo!!!, ou até maior, dependendo da força que ela fazia. – Amor, estou adorando meu corpo, fiz isso por e para você, mas agora quero definir um pouco mais. To achando lindo meu corpo novo!


– Mas só definir ou crescer um pouco ainda? – perguntei, surpreso. Ela deu um sorrisinho sapeca e culpado de criança que sabe que fez travessura, não precisou responder.


Troquei de emprego na mesma época em que começaram as provas, tanto as minhas quanto as dela. Ficaríamos quase um mês sem nos ver. Nos falávamos todos os dias, ela sempre dizia que estava cansada, que precisava estudar muito e sentia saudades minha. E eu estava ficando louco longe dela tanto tempo!


Bom, fim das provas, portanto, semana do saco-cheio. Ela viria passar a semana comigo.


Quando encontrei Fernanda na rodoviária, nos beijamos e eu abracei com força, e senti seu corpo duro, com o qual já vinha me acostumando.


– Tenho uma surpresa para você! – ela disse, e eu não conseguia esperar. – Mas vamos para sua casa antes, lá eu te conto. – Eu estava ficando louco.


Chegamos na minha casa, eu já agarrando Fernanda e tirando suas roupas, quando ela me interrompeu e disse:


– Espere, tenho a surpresa de que falei, não quer ver antes? Sente aí. – Sentei-me na beirada da cama. – Das últimas vezes que nos vimos eu já tinha começado, mas preferi não te contar para fazer surpresa. Venho tomando uma grande quantidade de suplementos, estou seguindo uma dieta rigorosa para ganho de massa, e “bolei” duas vezes nos últimos 2 meses. Tudo para você. Agora pode olhar e fazer o que quiser com esse meu corpo sarado que eu malhei para você.


Fernanda começou a tirar sua blusa devagar, seus braços surgiram, enormes, cheios de veias e com músculos pulando, um bíceps grande que ela teimava em não flexionar ainda, para me provocar, tríceps que pareciam duas bananas atravessadas nas partes externas de cada braço. Seu antebraço também estava grosso, coberto de veias que inchavam quando ela cerrava seus punhos.


Baixou a calça jeans que vestia, as panturrilhas que não paravam de crescer há meses estavam gigantes. As coxas de Fernanda lembravam duas toras, havia um degrau entre cada coxa e os joelhos. Ela semi-flexionou suas pernas e tiras de músculos surgiram sobre cada coxa dela, ela estava mais linda do que nunca.


Tirou então a blusinha que usava, e um abdômen rasgado apareceu, com gomos de quase meio centímetro de altura. Dava para passar os dedos entre cada um dos 6 gominhos daquela barriga trincada. Só então ela me deixou tocá-la, eu estava descontrolado de tesão, apertava cada panturrilha sua, escorria as mão para suas coxa, mordiscava e beijava seus músculos, corria a língua por entre os gomos de sua barriga, me perdia em seus seios perfeitos sobre um peitoral rachado ao meio.


E seus braços. Fernanda flexionava-os em minha frente, tal como da primeira vez que conversamos sobre isso, quase um ano antes. Ela inchava seu muque me fazendo abrir minha mão que segurava, de tão grande que ficavam seus bíceps. Eram duas bolas de tênis, até maiores, e duras como pedra. Eu não parava de fodê-la enquanto me deliciava em seus músculos, beijava, lambia e mordia seu corpo, ela estava tão sarada, tão linda! Gozei 3 vezes sem tirar, perdido em devaneios e na loucura de minha namorada musculosa.


Depois disso foi perfeito, o tempo todo ela brincava com seus músculos, para me provocar, eu vivia de pau duro o tempo todo ao lado dela, aquela mulher mais forte e musculosa do que eu. E ela não se controlava, nem enjoava da situação. Outro dia, num cinema, fiquei apertando um muque seu e mordiscando o outro por mais de 2 horas sem parar, meu pau explodindo sob a calça e ela sussurrando em meu ouvido: – Sou sarada assim para você, sou musculosa porque te amo.


Eu sou um cara de sorte.

Contos de amigos

A pequena boneca

** Por Krusty


Foi Laura, sua prima, quem indicou o apartamento a Mariana. Disse que Thaís e Renata eram amigas dela do tempo em que morou em Curitiba, e elas tinham um quarto vazio no apartamento. Procuravam uma terceira moradora, de preferência estudante, e Laura tinha certeza que elas se dariam bem.


Mariana era muito bonita, loirinha mingon, pequeninha, branquinha e gostosinha. Foi muito bem recebida por Thaís e Renata, as duas altas e também muito bonitas. Faziam faculdade juntas, último ano de Educação Física. Mariana havia ido cursar Enfermagem em outra faculdade.


Os primeiros dias correram bem, Mariana estava gostando da cidade, do curso e do apartamento. Tinha bastante liberdade, e Thaís e Renata quase não paravam em casa, estudavam a manhã toda e passavam as tardes na academia. Mariana estudava também pela manhã, mas passava as tardes no apartamento. Às vezes arriscava um mergulho na piscina do prédio, às vezes um programa com amigas da faculdade.

Numa dessas tardes na piscina Thaís e Renata apareceram.

– Oi, Mariana. Não está estudando hoje? Que dia lindo. Vou vestir um biquíni e cair nessa água também. Você vem, Rê.

Voltaram à piscina pouco depois. Mariana ficou perplexa. Não conseguia desgrudar os olhos dos corpos esculpidos das amigas. Renata e Thaís eram muito saradas, podia-se dizer que eram mesmo musculosas, principalmente se comparadas ao físico delicado de Mariana. Thaís parecia ser maior, mais forte, seus braços eram mais grossos que os de Renata, os ombros, mais largos, ligeiramente escondidos sob os cabelos ruivos encaracolados que escorriam ao redor de seu rosto redondo e belo. Suas coxas também eram as mais grossas, as panturrilhas idem.

Tanto Thaís quanto Renata tinham músculos bastante definidos pelo corpo todo, mas Renata parecia ter uma definição ainda melhor que a amiga. Apesar de não ter bíceps, ombros ou coxas tão grandes quanto Thaís, via-se melhor os contornos de seus músculos, uma teia maior e de veias mais espessas cobria sua pele macia, quase que pelo corpo todo.. O abdômen de Renata era algo fora do normal, 8 gomos de puro músculo trincavam sua barriga, com veias que desciam para dentro da tanga do biquíni em direção às mais poderosas fantasias. Cabelos castanhos e curtinhos realçavam os contornos de seus ombros, peitorais e costas. Seios entre pequenos e médios, que certamente se encaixariam nas mãos miúdas de Mariana, deixavam escapar pequenas marquinhas brancas na pele morena queimada de sol, o que lhe conferia uma aparência robusta, musculosa e feminina.


– Nossa, mas vocês duas são muito fortes... não imaginava seus corpos assim. Dá para ver seus... músculos... E quantos! – Mariana estava deslumbrada e curiosa, não imaginava que mulheres pudessem desenvolver corpos musculosos como aqueles de suas amigas.


– É, a gente começou malhando pra manter a forma há uns 4 anos, quando nos mudamos para cá. – Renata começou a explicar. – Mas gostamos tanto dos resultados que ficamos viciadas. Quando vi meus músculos aparecendo, achei lindo, e queria ter cada vez mais. E pra você ver que coincidência, a Thá aqui também descobriu que adoraria ser sarada. Assim ficou bem mais fácil.


– É, e nós duas fomos favorecidas pela genética, a gente desenvolve fácil. – completou Thaís.


Mariana estava de queixo caído.


– Mas vocês imaginavam que ficariam assim tão fortes, tão musculosas?


– Por que você está perguntando assim? Achou que ficamos feias?

– N-N-não... – Mariana gaguejou, seus olhos brilhavam, mas seu rosto parecia ficar meio corado. – Eu achei lindo! Vocês são lindas. E-e-eu estou até com um certa inveja... – essa última frase saiu numa voz baixia e suave, encabulada. Thaís sentou-se na beira da piscina, trazendo Renata a seu lado, e puxou a mão de Mariana.


– Passe a mão aqui, na barriga da Rê. Mostra pra ela, Rê. – Thaís levou a mão de Mariana sobre o abdômen da amiga, que contraiu seus músculos da região formando uma superfície extremamente dura e saliente, gomos de músculos pareciam querer rasgar a pele e tocar os dedos de Mariana. Enquanto Mariana parecia ter ficado muda, Thaís flexionou seu braço enfrente ao rosto da pequena amiga, que levou a outra mão até aquele bíceps do tamanho de uma papaia, que Thaís contraía e relaxava fazendo a mão de Mariana abrir até quase ficar esticada.


Mariana então puxou repentinamente as mãos e afastou-se, dentro da água, das amigas. Estava visivelmente constrangida e excitada. Saiu da piscina e correu para o apartamento, onde, ainda molhada, sentou-se ao sofá para só então respirar fundo e tentar compreender o que acontecera.


Não teve tempo. Thaís e Renata entraram em seguida, rindo alto. Seus corpos agora pareciam ainda mais fortes e definidos, talvez por terem ficado ao sol, talvez por terem corrido até o apartamento, ou mesmo de modo proposital, para se exibirem para Mariana.


– Desculpem, me senti mal, precisei correr tomar uma água – disfarçou Mariana. Renata aproximou-se, sentou ao lado de Mariana, Thaís fez o mesmo.


– Mari, não precisa ficar com vergonha. Nós sabemos que nossos corpos provocam tesão nas pessoas, eu mesma sinto muito tesão pela Thaís.


– E eu também não me agüento quando olho pra Rê. – Thaís emendou. – Olha para ela. Ela é linda, não é?


– É-é... – gaguejou novamente Mariana, Renata levanta-se e parava à sua frente. Contraía os músculos do corpo, quase todos ao mesmo tempo, mas mantinha um sorriso macio no rosto, olhando para Mari.


– Você não gosta? – perguntou Thaís, já apertando as coxas da amiga, que tirava a parte de cima do biquíni, deixando à mostra marquinhas brancas em seus seios que, pelo contraste, denunciavam a cor natural de sua pele bronzeada.


– Vocês são muito lindas, musculosas. Eu as acho lindas e tenho inveja de seus corpos. Mas o que vocês querem comigo?


Renata ajoelhou-se no sofá sobre Mariana, aqueles gomos cobertos de veias de seu abdômen bem em frente a cabeça de Renata. Thaís abraçou-a pelas costas, os braços musculosos enlaçavam a cintura da amiga amazona e suas mãos carinhosamente tocaram o rosto de Mariana.


– Nada, Mari. Apenas gostamos de ser admiradas. Você não consegue esconder que também está gostando disso. – Todas estavam em pé novamente, Mariana entre as outras, e não mais hesitava em acariciar e apertar os braços da amiga ruiva e não oferecia nenhuma resistência aos toques da morena.

– M-M-mas eu não sou lésbica, vocês não entendam errado...

– Nós também não somos, Mari. Apenas adoramos nossos corpos, e gostamos de ser admiradas, tocadas... E você pode nos tocar sempre que quiser, aqui você é a nossa pequena bonequinha, linda e frágil, e que tanto precisa de nós...


Depois desse dia, Mariana não mais saía do apartamento se houvesse chance de Thaís e Renata aparecem de tarde. Nesses dias também não estudava, não assistia tv nem lia nada. Apenas esperava as amigas chegarem, ansiosa por, quem sabe, outra sessão insólita e gostosa como a daquela tarde.