quarta-feira, 23 de junho de 2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Mamãe bíceps - Parte 3

Fala, Carteiro. Faz tempo, hein? É o Alex, se brother. Tenho que contar a continuação daquela história.

Um ano depois da minha trepada histórica com a D. Lívia, que a filha dela gravou pra me chantagear, eu recebi uma caixa anônima pelo correio. Quando abri, encontrei um DVD, um ingresso para um campeonato regional de fisiculturismo e um bilhete que dizia: Veja o DVD pra se empolgar e depois venha. Você não vai se arrepender.
Primeiro, por ser um concurso somente de fisiculturismo feminino (um concurso tão hardcore que não tinha fitness nem figure), achei que era da D. Lívia. Mas quando vi o DVD, com a filmagem do que aconteceu naquela tarde distante, percebi que era da Luiza. Sacana! - eu pensei. Depois, é claro, bati várias punhetas olhando pros músculos redondinhos e deliciosos da mãe dela. O que me dava mais tesão, além de ver nós dois nos comendo como animais no cio, era os gemidinhos que a Luiza soltava enquanto filmava e se mansturbava. E ela ainda soltava umas coisas do tipo:
- Olha esse corpo! Um dia vou ser assim: toda musculosa.
Bom, pensando bem, pelo menos dois bons motivos eu tinha pra ir. Um era minha atração por músculos femininos. Outro, a promessa de chantagem da Luiza. Mas um terceiro motivo me dizia que eu tinha mesmo que ir: a esperança de ver novamente a D. Lívia, em trajes mínimos.


"Quando abri, encontrei um DVD, um ingresso para um campeonato regional de fisiculturismo e um bilhete que dizia: Veja o DVD pra se empolgar e depois venha. Você não vai se arrepender."


Até a competição, eu não consegui esconder minha ansiedade. Até descolei o celular da Luiza pra tentar arrancar alguma coisa, mas na caixa postal a voz dela - um pouco diferente, talvez por causa do celular - só dizia que não podia atender no momento.
Só que, pra minha felicidade, o dia chegou. Fui ansioso e sentei no meu lugar, que ficava nas primeiras filas. A tensão estava no ar. Muitos treinadores, admiradores, fotógrafos e pessoas ligadas ao esporte aguardavam as protagonistas daquele espetáculo.
Enquanto esperava o começo do show, eu lembrava da primeira vez em que vi D. Lívia. Ela era professora de natação e acabei ficando amigo do filho dela durante as aulas. Ela sempre foi bonita. De mãe do meu amigo ela foi pra gata supermusculosa. Mas e agora? Será que ela ia competir hoje? A ansiedade me consumia.


"Enquanto esperava o começo do show, eu lembrava da primeira vez em que vi D. Lívia. Ela era professora de natação e acabei ficando amigo do filho dela durante as aulas."

De repente, as luzes do ginásio se apagaram. Todos podiam ver grandes vultos entrando no palco, mas era só. Quando as luzes se acenderam, eu vi uma cena que nunca vou esquecer: 12 mulheres musculosas posando e se insinuando para o público, como se quisessem seduzir cada um de nós. Um verdadeiro festival de músculo feminino. Eu não conseguia decidir pra onde olhar, mas pude ver logo minha deusa. D. Lívia estava radiante, sorridente, cheia de músculos e confiança. A cada pose, ela sorria como quem sabe o que está provocando na platéia. O bico dos seios, duríssimos, denunciavam como ela estava excitada com tudo as luzes, o palco, as mulheres perfeitamente esculpidas ao lado dela e o público que comia cada uma delas com os olhos. Agora, a tensão que estava no ar era puramente sexual.
Só que, quando olhei para o lado da D. Lívia, quase caí de costas: acredite você ou não, era a Luiza! E que corpo! Ela tinha virado outro mulheraço!


"Só que, quando olhei para o lado da D. Lívia, quase caí de costas: acredite você ou não, era a Luiza! E que corpo! Ela tinha virado outro mulheraço!"

As duas me perceberam na plateia, e aí, enquanto os juízes e o público olhavam para todas as mulheres, começou meu show particular. Mãe e filha se insinuavam descaradamente. D. Lívia fez um crab shot que fez os peitorais quase explodirem, esbarrando levemente na parte de cima do biquini pra me revelar um pouco do biquinho dos seios, durinhos de exitação. A Luiza não deixou por menos e, ao levantar os seios pra mostrar melhor o abdome definido, passou de leve o dedinho no bico daqueles peitos deliciosos e recém-siliconados, que estavam quase furando o tecido.
Eu pirava. Tinha que me controlar pra não levar a mão no meu pau ali mesmo.
Na sua vez de mostrar o abdome, D. Lívia passou a mão lentamente por cada gomo de músculo duro e desceu um pouco a calcinha do biquini, mostrando um relance daquela xoxota depilada que eu tanto adorava. Aliás, dava pra ver aquele grelo saliente através do pano, com uma manchinha molhada de excitação logo abaixo.
Luiza deu o troco. Virou-se para mostrar a parte de trás da coxa e se abaixou completamente, mostrando aquela bunda arrebitada e dura, numa cena que deixou meu cacete ainda mais em estado de alerta.
A D. Lívia deu o golpe de misericórdia: fez uma pose de bíceps e olhou para o lado, dando uma leve lambida naquela bolinha definida de músculos. Essa não passou despercebida pelo resto da platéia, que começou a uivar feito um bando de lobos.
No intervalo, eu tive que correr pro banheiro e bater uma punheta pra liberar o tesão.
Por mais que as outras competidoras fossem grandes, D. Lívia e Luiza se destacavam tanto pelo tamanho quanto pela definição. E o título ficou entre as duas.
Os juízes anunciaram mais 5 minutos de poses das duas juntas para decidir a campeã. Aí veio o que ninguém esperava: a cumplicidade entre mãe e filha falou mais alto. Ao invés de uma querer entrar na frente da outra durante as poses, uma mostrava o corpo da outra para os juízes.
A D. Lívia fez uma pose impressionante com suas famosas coxas. Quando o quadríceps saltou formando uma montanha de músculo, a Luiza apontou pra elas e começou a pressionar o dedo contra a pele, pra mostrar como eram duríssimas as pernas da mãe. Na hora em que a Luiza fez um flex do abdome e seis gominhos pularam, a mãe também correu os dedinhos pelos espaços entre os gomos, mostrando como eram fundos, de tanta definição muscular. Depois, mostrou os bíceps como quem diz "olha como sou forte" e deu um soco - isso, um soco! - no abdome da filha, que nem se mexeu. As duas riram, cúmplices.
Na hora de mostrar o peitoral, a D. Lívia fez muita força. Daí, a Luiza fez um sinal com a mão pedindo pra que o público aguardasse e apontou para a mãe, que começou a subir e descer os peitorais de forma alternada. Os seios subiam e desciam com tanta força que parecia que ela tinha controle sobre cada músculo do corpo, separadamente.
Como o forte - literalmente - da Luiza eram os braços enormes, ela guardou essa cena pro fim. Preparou, abriu os braços e eu juro que ouvi um BOOOM quando ela flexionou os bíceps. Espetacular! A mãe, depois de apertar muito aquele braço, se DEPENDUROU neles e ficou no ar. Eu não acreditava naquilo! Mais de 90kg de puro músculo pendurados em um braço só da Luiza. Como essa mulher tinha bombado, meu Deus.
Pra terminar, as duas se viraram de costas para o público e flexionaram os glúteos, subindo e descendo um lado do bumbum de cada vez. Que show!
A decisão final foi inédita: mãe e filha eram perfeitas de mais pra não ficarem empatadas. As duas comemoraram esse título duplo feito loucas, mandando beijinhos pro público, que aplaudia loucamente.
Quando tudo terminou, fui até o backstage com dois buquês de flores para dar os parabéns. O que me esperava lá? Outro dia eu conto.
Um abraço,

Alex

domingo, 15 de novembro de 2009

The Big Muscles Theory

- Sheldon, é bom que isso funcione. Deu um trabalhão conseguir essa máquina de bronzeamento para ser transformada nessa sua máquina do crescimento muscular.
- Calma, caro Leonard. Cada cálculo foi revisado inúmeras vezes.
- E ela realmente é capaz de nos deixar musculosos como o Capitão América?
- Sua comperação é quase correta, Leonard. Todos sabem que o Capitão América é fruto de um soro enquanto isso é uma máquina de raios. Mas sim, os resultados finais serão bem semelhantes, se é o que você quer saber.
- Você é doido.
- Veremos. Ratos de laboratório?
- Acho que eles estão... no laboratório.
- Leonard, eu deveria lembrá-lo de quão importantes são os testes com ratos antes de usar a máquina em humanos? Vamos, venha comigo ao laboratório.
Assim que os dois nerds saem da sala, tão apressados que esqueceram de trancar a porta, Penny entra no apartamento.
- Rapazes? Rapazes...? Não tem ninguém em casa. Oh, uma máquina de bronzeamento artificial! Bem que eu tô precisando... ando tão branquela. Olá, biquini!
A loira ficou só de biquini num segundo e não demorou a encontrar o botão de ligar. As luzes da máquina se acenderam e ela entrou:
- Bronze, aí vou eu! - ela disse, antes de fechar os olhos.
Logo depois de começar a "sessão", a máquina começou a tremer. A luz no prédio tinha picos de energia e a tampa fechou-se, prendendo Penny dentro da máquina.
- Leonard! Sheldon! O que está acontecendo?!!! Aaaaagh!
Cerca de 15 minutos depois, a máquina parou e abriu a tampa. Penny estava acordada, porém atordoada, e se levantou. No exato momento em que Leonard e Sheldon entravam na sala, ela saía da máquina.
- P...P...Penny? - Leonard perguntou, num misto de preocupação com ela e com os efeitos que a máquina poderia causar nela.
Penny disse:
- Essa máquina tá estragada! Foi o pior bronzeadmento que eu já vi. Ops! Que sensação é essa?
- Oh, oh... - disse Sheldon, já arregalando os olhos para o que começava a acontecer.
O corpo de Penny tomou uma cor quente, parecida com um bronzeado muito saudável.
- Parece que isso começou a funcionar! - a loirinha disse, sem imaginar o que estava por vir.
Penny começou a sentir seu pescoço apertar a gola da camisa, mas isso não a machucava. Em pouco tempo, os músculos do trapézio cresceram rompendo as costuras.
- O q... o que é isso? Leonard!
Os peitorais inflaram como balões, mas o aspecto não tinha nada de borracha: pareciam duas esculturas talhadas na pedra, com um vale perfeito entre elas que podia ser visto do decote. Ela olhou para seus ombros e braços que começavam a crescer, cobertos por um suor quente que realçava os músculos em crescimento arrebatador. Os ombros viraram bolas massivas e ela olhava para os antebraços que ganhavam definição a cada segundo. Institntivamente, ela fez um flex de bíceps e viu crescer uma montanha de músculo dividida ao meio por um corte preciso e delicioso. Ela correu o dedo por aquela fenda sem acreditar, cheia de prazer. O prazer ficou tão intenso que suas pernas não aguentaram, mesmo com a força descomunal que ganhavam a cada segundo. Penny caiu de joelhos, enquanto suas coxas viraram duas toras de pura definição que rasgavam o jeans, transformando a calça num shortinho. As panturrilhas, agora duas bolas de músculo que podiam não podiam ser escondidas mesmo quando Penny era vista de frente, terminavam em tornozelos que mediam o mesmo que antes. Como tornozelos, joelhos e pezinhos continuaram do mesmo tamanho, o tamanho dos músculos era ainda mais dramático. Penny levantou o resto de blusa que ela ainda carregava para revelar oito gominhos de músculo, duros feito aço, que terminavam e pequenas veias que desciam até onde começava sua xoxota. Parece que muito mais sangue era bombeado pelo seu corpo, causando um tesão súbito que terminou numa série de orgasmos maravilhosos, que deixaram Penny no chão, extasiada.
Ela se levantou, espantada com a força descomunal que sentia no seu corpo. Descomunal também era o tesão que ela sentia. Todo o seu corpo pulsava, exalando um calor absurdo. Nunca experimentou um furor tão grande na buceta quanto naquela hora. Poderia foder 10 homens fortes e deixar todos eles acabados, e ainda tocar uma siririca depois. Mas tudo que ela tinha eram aqueles dois nerds, com ereções enormes saltando da calça. Depois de mansturbar Sheldon, que gozou com apenas duas estocadas daquelas mãos quentes e delicadas que Penny tinha, ela se virou para Leonard e disse:
- Você não. Você entra na máquina. Você vai virar o único homem no mundo capaz de encarar isso aqui. - e fez um duplo flex de bíceps que fez Sheldon gozar de novo.



Penny levantou Leonard como se fosse uma pena e o depositou dentro da máquina. Enquanto andava, ela sentia a força de seus novos músculos vaginais entre as pernas. Vorazes, eles soltavam um suco de cheiro forte e delicioso, prontos para devorar qualquer pau que encontrassem pela frente. Mas ela não queria qualquer um.
Ela ligou a máquina, que tremeu, causou picos e luz e parou. Leonard saiu e, minutos depois, outra transformação teve lugar. Penny assistiu aquilo tudo com uma ansiedade tão grande quanto seu tesão e o resultado não desapontou: Leonard tinha virado um garanhão musculoso e, do meio de suas pernas, saltava o pau mais gigantesco que Penny já tinha visto.
- Ele é musculoso, também? - ela perguntou.
- Olha isso. - respondeu Leonard antes de "flexionar" o cacete, mostrando controle total sobre ele.
- Uau! - Penny tinha a boca cheia d'água quando avançou sobre ele.
A loira beijava a cabeça e enfiava aquele cacete na boca com voracidade impressionante, quando sentiu uma onda percorrê-lo.
- Já?
- Não se preocupe. De onde vem esse tem muito mais.
E tinha mesmo. Leonard despejou litros de porra na boca de Penny, sem que seu pau baixasse depois. Ela engoliu com gosto e disse:
- Sua vez de usar os músculos da boca.
Uma língua normal não conseguiria dar muito prazer a Penny, mas Leonard podia. Com aquele vai e vem no clitóris, ela não resistiu e recomeçou a chupar seu amante, num 69 tórrido, feito de músculos, tesão e pura energia. A gozada foi homérica.
Naquela noite, eles treparam em todas as posições, com Penny exalando poder sexual, que era prontamente correspondido por Leonard. Mas o ápice aconteceu quando Leonard quis enrabar Penny. O cuzinho musculoso de Penny era apertadíssimo, com toda aquela contração de músculos poderosíssimos. Mesmo para Leonard foi difícil penetrar aquele buraquinho rosado e rodeado por pelinhos loiros. No fim, venceu a força do cacete de Leonard, que bombeou até ambos chegarem ao clímax.
Deitados no solo, eles se entreolharam:
- Cansada?
- Você deve estar doido! - ela disse, antes de recomeçar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Ekaterina e o Dr. Musculich

Alguns diziam que o Doutor Musculich era um louco. Outros, um gênio. Mas ele mesmo se considerava um obcecado. Era obcecado pela força.
Do alto de seu laboratório nos Montes Urais, na Rússia, o Dr. Musculich sempre observava os bois e os cavalos puxando arados nos campos, estudando a potência muscular dos animais. Mas o que o Dr. Musculich mais gostava era de se dirigir ao orgulho da vila, o maior moinho do mundo, movido a tração animal. O único capaz de moer com eficiência todo o trigo que a cidade produzia.
Apesar de tanto trigo, a vila era muito pobre. Todos trabalhavam para o mesmo senhor, que detinha as plantações, e muitos nem isso: ficavam à mingua, com fome, nas ruas.
Por motivos que combinavam eficiência e economia, eram usados 50 touros especialmente domados - bois não teriam força suficiente - para movimentar as pás e moer a grande quantidade de trigo.
Seriam necessários cerca de 1000 homens para mover aquele moinho. Se ele conseguisse dar a um homem a força de um touro, ele criaria 50 empregos.
"Um dia - pensava ele - talvez eu consiga fazer com que homens empurrem este moinho."
À medida em que o tempo passava, o Dr. Musculich aprimorava suas fórmulas e máquinas. Até que, muito velho, ele concluiu o que considerava ser o grande viabilizador do seu sonho: o catalisador muscular.
Era uma máquina que disparava raios atômicos, em quantidades mínimas, e podria potencializar o efeito do elixir da força, outra de suas invenções. Mais excitado do que nunca, ele falava consigo mesmo:
- Agora, só preciso de uma cobaia humana para testar. Mas quem seria voluntário para uma experiência de tamanho risco?
Teve uma idéia: a zona boêmia. Lá, toda a escória do mundo estava reunida. Toda estirpe de pessoas que não tinham nada a perder. Alguém haveria de ser voluntário.
Depois de ouvir todo tipo de insulto e gozações de bêbados e mendigos, o Dr. Musculea já se preparava para voltar pra casa quando viu uma jovem muito magra, castigada pela fome, preparando-se para se jogar no rio. Mais do que depressa, ele correu e agarrou a moça. Podia-se ver que, apesar da magreza extrema, a moça fora bonita um dia. Ela disse:
- Pare, por favor. Não tenho forças nem para lutar contra você. Me deixe morrer.
- Calma, existe esperança...
- Ainda que eu tivesse força nesses braços para trabalhar, existiria. Mas não existe esperança para os fracos.
Ele olhou os braços da moça e eles realmente eram puro osso. O Dr. Musculich então teve uma idéia: porque não usar uma mulher em seu experimento?
- E se eu lhe desse a força de que precisa. Melhor: a força de 20 homens!
- Não seja tolo! 20 homens? Há...
- O que você tem a perder?
A moça refletiu e disse... tem razão.
- Qual o seu nome, moça?
- Ekaterina.
- Musculich. Dr. Piotr Musculich.
Assim, os dois rumaram para o laboratório. Ela escorava-se no Dr. Musculich, parecendo pesar uma pena.
Musculich achou que não seria bom começar a experiência logo. Apenas serviu um jantar que ela comeu como a esfomeada que era. Em seguida, ela foi para o quarto e adormeceu.
O doutor esperou a noite chegar e começou o experimento. Com muita vergonha, Ekaterina se dirigiu para o lugar indicado. O doutor entregou um vidro do elixir para ela, que Ekaterina tomou de um gole. Ela sentiu seu corpo ganhar força, uma disposição que ela nunca teve antes, os batimentos acelerados, mas nada diferente de uma pessoa saudável.
Musculich então ligou a máquina de bombeamento de raios. O feixe de raios sai controlado e atingiu Ekaterina, que continuou apreensiva, mas sem reações anormais. De repente, Musculich não mais acreditava nos seus olhos. Os braços e pernas ossudos de Nadja foram se enchendo de tecido muscular. Com 10 minutos, ela já parecia uma mulher normal. E Ekaterina tinha formas maravilhosas. Fosse bem alimentada, ela seria como estava naquela hora: as coxas firmes e roliças que teminavam no bumbum arrebitado, os seios médios e empinados, as bochechas rosadas. A própria Ekaterina olhava e não acreditava no que via. Ela sentia que poderia finalmente trabalhar com aqueles braços firmes de camponesa.
Os medidores de força e vitalidade não paravam de crescer. A medida máxima, que era a força que um touro era capaz de fazer, não tinha chegado em 10% ainda.
- Mais! - disse o doutor, antes de aumentar a intensidade do raio catalisador.
A musculatura de Ekaterina começou a ficar aparente, ressaltada pela força que ela fazia contra as braceletes de aço que a prendiam à máquina. A cada minuto que passava, mais tamanho e definição eram adicionados aos múculos da moça. E mais força, o que era mostrado pelo medidor: 20%, 30%, 40%...
- Mais! MAIS! - Musculich gritava, sem perceber o que estava por vir.
O medidor de energia da máquina estava no máximo fazia muito tempo e não resistiu. Uma sobrecarga de raios, acompanhados de um grande clarão, tomaram conta do laboratório.
Graças aos óculos de proteção, o Dr. Musculich conseguia ver o que aconteceu em seguida. Os músculos de Ekaterina continuaram crescendo de forma descomunal. As pernas passaram de grossas a musculosas e daí a verdadeiros troncos de árvores formados por enormes feixes de músculos. Uma gota perfeita se formou na parte da frente da coxa, ao mesmo tempo redonda e definida. As panturrilhas, gigantescas, diminuiam drasticamente quando chegavam aos finos tornozelos. Os glúteos eram duas bolas firmes como aço, que flexionavam quase por vontade própria. Gominhos - ou melhor, gomaços - pareciam querem rasgar a pele do abdome e saltar. Entre eles, um sulco pronunciado que ficou ainda maior quando Ekaterina flexionou-os. O corte entre eles aprofundou-se e um pequeno filete de suor escorreu pelo vão formado pelos músculos. O filete correu até o sexo da camponesa, entumescido e com os grande lábios aumentados pelo processo. Aqueles grandes lábio seriam capazes de matar de prazer ou arrancar o pênis de qualquer homem. Ela levou a mão até a bucetinha e se mansturbou loucamente. Os seios, enormes e com bicos duríssimos, foram jogados para a frente por dois grandes peitorais, que em seguida foram separados por um corte definido entre eles. Quase se podia ver cada fibra muscular, quando Ekaterina tensionava os músculos. Os bíceps passaram de bolas de laranjas para melões e daí para duas grandes melancias, cortadas ao meio. Todo o efeito era aumentado porque a moça cerrava os punhos, apertando-os, e forçando os novos músculos dos braços. Quando a radiação cessou e a transformação terminou, Ekaterina olhou para os próprio braços e disse:
- O senhor queria me dar a força de um touro. O corpo, pelo menos, já está parecido. Sou uma toura!
Quando Ekaterina caiu em si e avistou o Dr. Musculich, viu o pior. Ele estava morto, numa ataque causado pela combinação de remédios para impotência catalisados pela máquina. Uma enorme ereção preenchia sua calça.
Ela cobriu o corpo respeitosamente, pensando em enterrá-lo depois, e disse para si mesma:
- Antes, vamos ver se a experiência funcionou, doutor.
Ekaterina sabia da obcessão do doutor pelo moinho e se dirigiu a ele. Lá chegando, viu que estava parado, pois era noite. Ela pegou uma das pás onde se amarravam touros e disse:
- Vamos ver.
Ekaterina começou a empurrar o moinho gigante. Cada músculo do seu corpo estava flexionado, na máxima potência. De repente ouviu-se um ferro rangendo. Eram as travas de ferro maciço se rompendo. O moinho estava em movimento somente com a força dos músculos de Ekaterina. Ela tinha a força de 1.000 homens e estava adorando. Mais testes eram necessários.

sábado, 19 de setembro de 2009

Promessa é dívida

2009 - Mundial de Atletismo de Berlim





sábado, 12 de setembro de 2009

Encontro de dois mundos- Parte 3

Mônica e Magali avançaram uma em direção à outra e ninguém sabe como o encontro das duas não derrubou a casa. Elas primeiro mediram forças punho com punho, as mãos entrelaçadas, uma empurrando a outra, sem conseguir mover a adversária.
Cebolinha olhava para tudo aquilo achando que estava num sonho. Os músculos tesos das duas, ressaltados pelo esforço, pulsando a cada demonstração de força.
Por mais que as duas fizessem força, omo aquela disputa das duas titãs musculosas não saía do lugar. Os superamendoins eram páreo para o espinafre. Logo, as duas se engalfinharam e forma para o chão. A essa altura as duas já estavam suadinhas e os músculos brilhavam, ficando ainda mais bonitos. Cebolinha enlouquecia com a visão: puro músculo encostando em puro músculo, as coxas musculosas de uma roçando as coxas musculosas da outra, bíceps gigantescos abraçados a bíceps gigantescos.
Mas Cebolinha não era o único que estava gostando daquilo. Magali sentia arrepios toda vez que os peitorais massivos de Mônica tocavam os seus. Num momento, quando ela conseguiu virar Mõnica, e prender com os braços, os glúteos redondos, firmes e definidos de Mônica tocaram seu abdome e um tremor correu o corpo de Magali. Mônica aproveitou-se dessa fraqueza e, de um só golpe, virou a lutaprendendo a cabeça de Magali entre suas descomunais coxas. Quando começou a fazer força, sentiu algo diferente. Era Magali que passava a língua entre suas pernas e tocava a calcinha. Bastaram três lambidinhas para Mônica ficar completamente molhada. Com o susto, ela parou tudo, envergonhada:
- Magali!
- D... desculpa. Eu não resisti. É que... quando eu te vi assim, quer dizer... seu corpo tá o máximo!
- O seu também tá incrível, amiga.
- Olha pra esse seu abdome. Aposto que você consegue dobrar uma moeda com ele.
Mônica riu. Mas Cebolinha já tava do lado dela, com uma moeda. Ele não queria perder aquilo. Mônica colcou a moeda no abdome e, em segundos, dobrou o metal no meio.



- Uaaau... - disse Magali, se aproximando e sentindo aquela barriga com as mãos. Depois, foi subindo pelo corpo escultural de Mônica.
Cebolinha, que não perdia um lance daquilo, reparou que ainda tinha um dos superamendoins, pequenino, no chão, e percebeu que era sua chance de também brincar. O superamendoim deu a ele alguns músculos e uma enorme disposição. Reparando naquilo, as duas deixaram o rapaz entrar na brincadeira.
Naquela tarde, os três descobririam muito mais que seus músculos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Encontro de dois (?) mundos - Parte 2

Com toda aquela força e mais determinada que nunca, Mônica partiu para recuperar o Cebolinha dos braços de Magali. Com esses braços - pensava ela - vai ser moleza.
Quando chegou à casa de Magali, Mônica viu pela janela que a ex-gulosa fazia pequenas exibições de força para Cebolinha, que praticamente babava nela. Com seu corpinho delicioso de competidora fitness fazia movimentos de ginástica artística no sofá, só de biquininho. Os lances que essa combinação produziam deixariam um beato de pau duro. E com Cebolinha não era diferente.
Mônica tentou abrir a porta e viu que estava trancada.
- Quem precisa de porta com um corpo assim?
Então, Mônica simplesmente atravessou a parede, deixando o formato de seu novo e estupendo corpo marcado nela.
Depois de se recuperarem dos dois sustos - o do barulho e o do novo corpaço musculoso de Mônica, começou o interrogatório:
- Mô... Mô... Mônica! Que músculos são esses?
- Gostou, gatinho? São todos seus...
- Meus?
- Isso. Vim salvar você desses braços magrelos da Magali.
Cebolinha corou e disse:
- E você vai me bater com o Sansão?
- Sansão? Isso é coisa do passado. Agora eu vou te bater é com essa Sansona aqui.
Mônica fez um flex de bíceps tão poderoso que uma verdadeira montanha de músculos saltou diante dos olhos de Cebolinha. No meio, apareceu o desenho de uma coelhinha super-musculosa.



Cebolinha não se conteve e começou a lamber aquele bíceps enorme. Magali olhava para tudo aquilo e não sabia o que fazer. Até que ela se lembrou de uns amendoins que ela ganhou de um cachorrão bobo, que disse que trabalhava pra Disney. Superamendoins, ele disse. Se tinha uma hora pra testar, era agora.
Ela correu até o quarto, pegou o saco de amendoins, desceu e virou na boca. De repente, um calor forte tomou conta dela. Seu corpo, já musculoso, começou a crescer mais ainda e ela podia sentir uma força descomunal aumentando com eles. As coxas grossas e mega-definidas podiam sustentar um prédio. O abdome trincado e os peitorais cortados eram capazes de parar balas de revólver. E, a julgar pelo muque, a queda de braço com Mõnica ia ser disputada. No fim da transformação, sem saber porque, ela fez uma pose e sentiu a necessidade de gritar:
- Tra-la-láááá!
Cebolinha já tinha passado a lamber o abdome de Mõnica quando o barulho chamou a atenção dos dois. Apesar de não ser tão grande quanto Mõnica, a visão de Magali era impressionante. A tarde prometia.