quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Asterix e a Nova Surpresa de César - Parte 2

Querido Carteiro,
achei a segunda parte da história. Por sorte, estava muito perto da primeira, na pilha de livros empoeirados. Confesso que senti um comichão ao ler. Uma coisa gostosa, passando pelo meu corpo, ai... bom, antes que eu me perca nesses devaneios, aí está:

Quando ia para a guerra, Cornélia lembrou-se que estava completamente nua. Ela olhou para a escultura de Milo que havia se tornado e pensou: com este corpo, eu nunca mais precisaria usar roupas. Mas é melhor me cobrir. Afinal, sou a mulher de César.
A romana foi em direção à estalagem, imaginando que poderia encontrar algo para cobrir pelo menos parte do corpo lá. Quando viu o rosto de Cornélia pella janela, o taberneiro saiu, gritando:
- Eu já disse que não quero você aqui, sua bêb... gulp!
Ao olhar para Cornélia, o homem pensou tratar-se de uma peça pregada por seus olhos. Ele esfregou os olhos, mas a visão mais incrível de sua vida não desapareceu. Cornélia flexionou um biceps estupendo. O homem não se conteve:
- Por Belenos!
A imperatriz juntou o dedo indicador ao polegar, na posição para dar um peteleco. Era posível ver um pequeno biceps saltando do dedo indicador! O golpe, sutil, fez o taberneiro voar e aterrisar a vários metros dali.
- Com licença - Cornélia riu para si mesma.
A porta era pequena demais para tanto músculo. Mas Cornélia simplesmente entrou. A partir desse dia, podia-se ver um vão no formato de uma mulher extremamente musculosa onde antes era a porta.
Cornélia pegou uma toalha de mesa e fez uma microssaia. Era o máximo que se poderia fazer com tão pouco pano. Outra toalha formou uma espécie de top. Mais do que nunca, ela estava parecida com um dos habitantes do Olimpo.
A partir daí, Cornélia começou a correr em direção ao campo de batalha, na velocidade de uma biga puxada por 10.000 cavalos. A olho nu, não seria possível ver a romana correndo. Mas, em câmera lenta, o espetáculo seria maravilhoso. Quase não era necessário a ela tocar o chão. Somente os dedos dos pés, em contato com o solo, eram capazes de mover todo aquele corpo gigantesco em supervelocidade. Os músculos da panturrilha se extendiam e distendiam, ora formando uma enorme bola de músculo, ora não. As coxas, suadas e brilhantes, mostravam uma massa muscular descomunal que estava relaxada até - BUM! - expodir num feixe de músculos de incrível definição, e depois voltar à forma normal, em centésimos de segundo. Quando avistou um rio, ela não pensou duas vezes antes de tomar um impulso e saltar. As marcas dos pés, delicados, ainda estão no local da aterrisagem, mais de 2.000 anos depois.
A luta estava ferrenha quando os guerreiros sentiram o que pensaram ser um terremoto. Todos tentaram se proteger, quando uma nuvem de poeira passou por eles, como uma tempestade de areia. Asterix, nosso herói, que só vira aquilo quando visitou o Egito, não poderia estar mais confuso.
Um dos legionários romanos, na tentativa de se recompor, apoiou-se numa rocha. Mas aquela pedra, duríssima, não tinha textura de pedra. Pelo contrário, a textura era macia, como uma montanha coberta da mais fina seda. E, para total espanto do soldado, a rocha começou a fazer pequenos movimentos, aumentando e diminuindo de volume. Quando a poeira baixou e todos puderam ver, o legionário estava apoiado num dos magníficos biceps de Cornélia. Ela riu, olhou para o pobre guerreiro e disse:
- Se você quiser continuar, vai ter que me pagar uma bebida antes.
O soldado não conseguia se mover. Ele estava encantado pelo que via. Todos estavam encantados pelo que viam. Abaixo daquele rosto lindo e delicado, estava uma verdadeira toura! O clima era de tensão. Quem era ela? De que lado estava? As dúvidas forma resolvidas pela própria Cornélia, que ergueu o braço, deixando o legionário cair, fez o maior duplo flex de biceps da história e disse:
- Com a força destes músculos, todo o mundo deverá se curvar diante de Roma. Avante legionários!
O que se viu a seguir foi um festival de tapas, socos e pontapés desferidos por Cornélia nos gauleses, Um deles tentou enfiar um machado nas costas da romana, mas este se partiu como se fosse feito de vidro. O contragolpe foi letal.
Os arqueiros gauleses dispararam uma saraivada de flechas na direção de Cornélia. A romana parou e flexionou o peitoral. Uma enorme barreira de músculos saltou imediatamente. Era possível ver músculo por músculo sob a pele, como uma aula de anatomia. As flechas bateram naquele muro e caíram. Cornélia riu e continuou a desferir golpes.
Do lado gaulês, era Obelix quem deixava mais estragos. Asterix, já sem o efeito da poção, que tinha passado, pouco podia fazer. Com grandes baixas para os dois lados, a história chegou ao ápice: de um lado Cornélia, do outro Asterix.
Obelix, apesar de parecer gordo, mostrou suas armas. Flexionou um grande biceps para tentar intimidar. O que ele viu em seguida o deixou preocupado. O esforço da batalha tinha deixado os músculos de Cornélia aquecidos e inchados. Quando ela fez um duplo flex, saltaram de seus braços dois verdadeiros menires, do tipo que Obelix estava acostumado a carregar. Quem estava do lado dela podia ouvir o barulho do sangue correndo nas grandes veias, feito um aqueduto. A guerreira soltou um grunhido intimidador e ficou parada, à espera do ataque.

Obelix tomou impulso e correu em direção à romana, armando seu melhor soco.
Cornélia então flexionou os múscuclos do abdome. Os gomos, antes arredondados, ficaram praticamente quadrados. Parecia uma pequena parede, formada por apenas seis tijolos. Mas tijolos feitos de titânio. Obelix viu aquilo mas não tinha mias como recuar.
BOOOOM!
O gaulês caiu para trás com todos os dedos da mão quebrados. Cornélia aproximou-se dele e prendeu os dois braços de Obelix atrás das costas. Em seguida, carregou quele homenzarrão de mais de 100kg como se fosse um bebê.
Com a outra mão, ela pegou Asterix e levou os dois para a tenda do general.
Lá, ela prendeu o pequeno herói e continou segurando o grandão pelo braço. Ela disse a Obelix:

- Então não foste páreo para mim. Mas você é um guerreiro valoroso. Como prêmio, poderá assitir enquanto me banho.
Ela tirou a roupa para entrar na banheira que estava preparada. As duas toalhas caíram, revelando os músculos mais sexy que uma mulher poderia ter. Os movimentos, femininos, mostravam partes do corpo nunca antes imaginadas por Obelix em uma mulher. Os seios repusavam sobre magníficos peitorais. A bunda enorme e redonda, mastigava o pedaço de pano que a cobria. Quando Cornélia tirou a toalha, o pano ficou preso no bumbum. Ela disse:
- Ops.
E em seguida, apenas com o controle que tínha sobre cada músculo do corpo, em separado, fez um flex para seu bumbum abrir um pouco e deixar a toalha cair. A pontinha do dedo do pé tocou a água, para ver a temperatura. A posição de ponta de pés fez a panturrilha parecer que ia rasgar a pele.
Obelix não aguentou. Teve uma ereção gigantesca ali mesmo. Cornélia olhou para aquilo tudo e disse:
- Ora, vejam só.
Ela se aproximou e rasgou as calças do gaulês. O maior cacete que ela tinha visto na vida, duro feito aço, saltou. Nenhum cavalo era comparado àquilo. Ela se lembrou do que a poção fizera à sua própria vagina. O grelo tinha crescido muito pouco, mas os lábios estavam muito fortes. Para falar a verdade, ela podia bater uma siririca com os grandes lábios, tamanha a força e o controle que podia exercer sobre eles. Cornélia disse:
- Como eu imaginava. Cair no caldeirão de poção mágica também fez bem a ele. Agora, vamos ver do que este brinquedinho é capaz de aguentar.

Desculpe interromper assim, Carteirinho do coração, no clímax. Mas o restante do livro está intraduzível. Estou pegando mais pesado com ele do que eu pego na academia. Logo, logo o restante da história vai estar em suas mãos. Beijos,
A.

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